quinta-feira, 16 de abril de 2015

Dia mundial da voz

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   Nesta quinta-feira, 16 de abril, comemora-se o dia mundial da voz. A data marca um mês de ações voltadas para os cuidados com a saúde vocal e a sua importância para a qualidade de vida.

   A comemoração começou no Brasil, em 1999 e, a partir de 2003, se tornou internacional. Hoje a data é lembrada através de eventos organizados em países de todos os continentes.

   A Voz é nosso cartão de visitas e tem grande impacto na constituição de nossa imagem pessoal e profissional. Através dela expressamos nossas emoções e pensamentos. É o canal pelo qual nos comunicamos com o mundo. Dados apontam que 80% da população economicamente ativa utiliza a voz como instrumento de trabalho.
   Dicas para manter sua voz saudável no dia-a-dia:
- Hidrate-se!
Beba muita água e água de coco. Elas são excelentes aliadas da sua voz.

- Coma maçã
Isso mesmo! A maçã, além de ser saudável e muito saborosa, também é uma das melhores amigas da voz. Isso porque ela tem propriedades adstringentes que limpam a região do trato vocal.


- Mantenha uma postura alinhada
Muita gente não sabe, mas a postura correta é uma grande aliada da saúde vocal. Alinhe-se!

- Cuide das vias respiratórias
Voz é essencialmente ar, por isso é muito importante ter uma boa respiração. Limpar e hidratar as narinas com soro fisiológico é uma prática simples para melhorar a saúde vocal. A vaporização e a inalação também ajudam muito a manter o ar circulando livremente, faça uso delas!
- Faça gargarejos
A receita é caseira, mas os resultados são profissionais. Gargarejos com água morna e uma pitada de sal também são ótimos para a voz. Experimente!

- Durma bem
A cada dia surgem novas evidências da importância da boa qualidade do sono para a saúde e, para quem ainda não sabia, dormir bem também ajuda a cuidar da voz.

- Boceje
Sabe aquela vontade de bocejar quando bate uma preguiça ou sono? Acredite, além de ser muito bom para relaxar, pode ser um ótimo exercício para a saúde vocal. Então na dúvida, boceje e espreguice.
Fonte: R7


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Você escuta, mas não entende? Conheça o Distúrbio de Processamento Auditivo Central

Retirado do site www.nogueirense.com.br  

Atrasado, preguiçoso, distraído, desinteressado, manhoso são alguns adjetivos atribuídos a quem pode ter o DPAC, Distúrbio de Processamento Auditivo Central. Neste distúrbio a pessoa com audição normal detecta os sons, mas não interpreta as informações.
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   Esta dificuldade na infância pode trazer prejuízos tanto social como de aprendizagem porque a criança não entende o que o professor fala, não sendo capaz de escrever, interpretar textos e compreender o enunciado do problema.
   Os sintomas de DPAC, podem variar e ter diferentes formas de manifestação em crianças ou adultos. Confira se você ou alguém que conheça apresenta alguns desses sinais e sintomas:
- É muito distraído ou desatento?
– Muito agitado ou muito quieto?
– Demora em escutar ou entender quando chamada sua atenção?
– Fala muito “Hã?”, “O que?”, ou “Não entendi!”?
– Problema de memória?
– Tem dificuldade para entender o que está sendo falado quando em ambientes ruidosos ou em grupos?
– Há cansaço ou atenção curta para sons em geral?
– Apresenta dificuldade de localizar o som?
-Tem dificuldade em contar um fato ou história?
– Possui dificuldade em seguir uma sequência de tarefas que lhe foi falada?
– Tem dificuldades em entender piadas ou palavras de duplo sentido?
– Dificuldade em compreender o que lê?
– Problemas de produção de fala envolvendo as letras “L” e “R”.
– Inversão de letras e problemas de orientação direita e esquerda?
– Desempenho escolar inferior na leitura, gramática, ortografia e matemática?
– Em geral, aparenta, ás vezes, ouvir bem, ás vezes não.
Se você assinalou mais de uma alternativa, você pode ter um Distúrbio do Processamento Auditivo Central.
O que é Processamento Auditivo Central?É a capacidade de analisar ou interpretar informações que nos chegam através da audição e compreender a mensagem. Esta capacidade depende do bom funcionamento das áreas auditivas do córtex cerebral e dos caminhos que conduzem o som até estas áreas.
O que pode causar o DPACAs principais causas são:
Problemas durante a gestação e o nascimento.
Otites frequentes durante os primeiros anos de vida.
Falta de estimulação auditiva durante a primeira infância.
Hereditariedade.
DiagnósticoÉ necessário fazer uma avaliação completa da audição com  o fonoaudiólogo, incluindo a avaliação do processamento com testes especiais e assim fazer o diagnóstico diferencial de outras alterações como dislexia, transtorno de déficit de atenção.
TratamentoO tratamento consiste em um programa de reabilitação fonoaudiológica através de treino e exercícios específicos para desenvolver as habilidades que estão prejudicadas após a realização do exame.
Este distúrbio ainda é pouco conhecido, mas traz sérias dificuldades de aprendizagem e socialização que podem ser melhoradas com o tratamento adequado. Consulte um fonoaudiólogo para maiores esclarecimentos.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Fonoaudiologia e terceira idade

Retirado do site www.profala.com

FONOAUDIOLOGIA É A PROFISSÃO DA ÁREA DA SAÚDE QUE PESQUISA, PREVINE, E TRATA AS ALTERAÇÕES DE AUDIÇÃO, VOZ E FUNÇÕES VITAIS COMO SUCÇÃO, MASTIGAÇÃO E DEGLUTIÇÃO.
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A atuação fonoaudiológica envolve a aplicação de medidas de caráter amplo (imunizações, aconselhamento, planejamento familiar, etc.) dirigidas às doenças em seu aspecto global e implica também em medidas específicas, (orientações e aconselhamento), algumas a serem aplicadas antes mesmo que a doença ocorra e, outras, em qualquer estágio da evolução das patologias da comunicação.
O que mais evidencia no processo de envelhecimento são as alterações da comunicação. Essas mudanças interferem negativamente no idoso, uma vez que conduz a redução dos estímulos vitais, face a ausência do exercício do sistema comunicativo que propicia a ação de múltiplos órgãos e sistemas, cuja a missão primordial não é a linguagem, mas que repercutem na compreensão e produção da linguagem, como também as dificuldades nesta área, segregam ainda mais o idoso, cristalizando o quadro de preconceito social existente, o que pode levar o idoso a uma vida inativa, isolada, impulsionando-o em direção à deterioração das condições psíquicas e físicas, não só pela redução das atividades físicas e intelectuais que este fato gera, como também pela solidão, ansiedade e deterioração da imagem pessoal; tudo decorrente da incapacidade ou dificuldade de se comunicar.
Podemos afirmar que a origem de muitos distúrbios da voz e da fala encontra-se na desarmonia do nosso sistema neurológico, físico, psicológico e social. A gagueira, a rouquidão, os vícios de pronúncia, os tremores na voz, a rigidez na articulação, a variabilidade da altura, do tom e de timbre, os transtornos na ressonância, alterações na deglutição e etc, podem ser resultados de um funcionamento anormal de um ou de vários dos conjuntos dos sistemas mencionados.
Daí a necessidade de um pronto diagnóstico fonoaudiológico, a fim de que se possa dar o necessário encaminhamento, como também a responsabilidade do fonoaudiólogo de informar e sensibilizar a todos que oferecerão serviços a essa população, evitando assim maiores danos à saúde.

Em suma, a atuação fonoaudiológica está baseada numa abordagem, onde procuramos trabalhar a comunicação dentro de manifestações bio-psico-sociais.

A VOZ, A FALA E O CORPO RELATAM MUITO DE NOSSA SAÚDE; CONTENDO SINAIS QUE NÃO PODEMOS DESPREZAR SENDO INDICATIVOS DE PROBLEMAS NEUROLÓGICOS, ORGÂNICOS, PSICOLÓGICOS E FUNCIONAIS.
Fonte:profala.com


segunda-feira, 30 de março de 2015

Saiba o que é o zumbido no ouvido


Muito comum, ele pode estar relacionado a mais de duzentas doenças, entre elas hipertensão, diabetes, ansiedade e até depressão. A boa notícia: é possível minimizar o desconforto
O zumbido, também conhecido como tinido, tinnitus ou acúfeno, é uma percepção auditiva que não corresponde a um som real do ambiente. Trata-se de um sintoma e não de uma doença, que pode vir acompanhada da redução da audição, principalmente em decorrência do envelhecimento.
Quando acontece?
Ele é consequência de alterações em alguma estrutura da via auditiva. Entre elas destacam-se o acúmulo de cerúmen no canal do ouvido (orelha externa), as infecções, doenças do labirinto e exposição a sons intensos. Um exemplo típico são os shows de rock: logo após um espetáculo desse tipo, as pessoas podem sentir um zumbido, além de apresentar dificuldade para ouvir. Se os sintomas persistirem é necessário procurar ajuda médica. Outra causa comum é o consumo de altas doses de medicamentos que podem ser tóxicos para o ouvido interno: anti-inflamatórios, não-esteroides, ácidos acetilsalicílicos (aspirina), alguns diuréticos e antibióticos, quinino e drogas similares, bem como a quimioterapia. O sintoma também se relaciona ao diabetes, pressão alta, alterações da coluna cervical, disfunçao da articulação temporo-madibular (ATM), ansiedade e até depressão. Consumo excessivo de açúcares ou cafeína gera ou agrava o problema em alguns pacientes. Carência de vitamina B12 e doenças que aumentam a pressão sanguínea (hipertiroidismo) ou diminuem a viscosidade do sangue (anemia) estão relacionadas ao zumbido pulsátil.
Diversos Tipos
Os mais comuns podem representar o badalar dos sinos, rugidos, o som de um grilo, apitos, assobios, chuva, motor, panela de pressão, abelhas, sons musicais etc., que são identificados em um ou nos dois ouvidos e até na cabeça. Há pacientes que são capazes de ouvir mais de um tipo de tinido ao mesmo tempo; outros, ouvem uma conversa que ninguém mais é capaz de ouvir. Nesses casos, os especialistas dizem que não se trata de um zumbido, mas de uma alucinação auditiva. Outro tipo é o pulsátil, quando a pessoa consegue ouvir as batidas do seu próprio coração.
Como é feito o diagnóstico?
Quem possui o sintoma deve procurar a ajuda de um otorrinolaringologista e um fonoaudiólogo. O especialista fará uma série de perguntas sobre a saúde geral e auditiva do paciente e, dependendo da suspeita, solicitará exames de sangue e de imagem (radiografias, tomografias etc.), assim como uma audiometria, para saber como está a audição do paciente, ou uma avaliação otoneurológica, para observar a audição e o labirinto. Testes oftalmológicos poderão ser requisitados, já que o zumbido é um sintoma de uma doença chamada papiledema (inchaço do nervo óptico). Munido de todas essas informações, o médico estará em condições de diagnosticar sua(s) verdadeira(s) causa(s).

Você pode se prevenir
E a melhor forma de fazê-lo é mantendo uma alimentação saudável e equilibrada, praticando exercícios físicos moderados e combatendo o estresse. A essas condutas some a providência de evitar exposição a sons intensos. Limitar o consumo de sal e cafeína, assim como outros estimulantes (chá e refrigerantes do tipo cola) e chocolate, é aconselhável. A restrição ao sal se refere a uma doença denominada Menière, caracterizada pelo acúmulo de líquido em uma parte do labirinto, o que causaria tinido. A cafeína e substâncias similares estão relacionadas ao aumento do sintoma, embora ainda não se saiba de que forma ela atua para isso.
Há cura?
Uma vez identificada a causa, e se ela estiver ligada a uma doença ou alteração tratável, a terapia adequada eliminará completamente o zumbido. Contudo, pode não ser possível livrar-se dele totalmente. Em alguns casos, não há cura, como quando o sintoma é decorrente da perda auditiva induzida por ruídos. Outra hipótese é que, apesar dos esforços clínicos, não se encontre a razão por que ele se manifesta. A boa notícia: mesmo para esses pacientes há tratamentos, medicamentosos e terapêuticos, que minimizam o desconforto. Outra condição positiva é que não é comum a piora do zumbido ao longo do tempo. Na maioria dos casos ele ficará estável, tendendo a ser cada vez menos percebido. Soluções cirúrgicas podem ser indicadas, mas são raras.
Conselhos do especialista
  • Na hora da consulta médica, aproveite para tirar todas as suas dúvidas. O paciente precisa entender exatamente o que está acontecendo com sua audição e por que tem o zumbido: só assim ficará mais tranquilo e pouco a pouco deixará de monitorá-lo, aumentando a chance de deixar de percebê-lo com tanta clareza e frequência.
  • Pessoas com zumbido devem evitar locais silenciosos, onde o som se destaca e incomoda.
  • Evite o uso de protetores auditivos: eles só devem ser usados em locais com ruído excessivo
  • Se houver perda auditiva e zumbido, renda-se ao aparelho auditivo: seu uso diminui o tinido.
  • Fonte: www.revistavivasaude.uol.com.br

    quinta-feira, 26 de março de 2015

    A educação inclusiva

       É um processo que amplia a participação de todos os estudantes – sem distinguir condições físicas, mentais, sociais, de raça, cor ou credo – nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade dos alunos. É uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.

       De acordo com o Seminário Internacional do Consórcio da Deficiência e do Desenvolvimento (International Disability and Development Consortium – IDDC) sobre a Educação Inclusiva, um sistema educacional só pode ser considerado inclusivo quando abrange a definição ampla deste conceito, nos seguintes termos:

    - Reconhece que todas as crianças podem aprender;
    - Reconhece e respeita diferenças nas crianças: idade, sexo, etnia, língua, deficiência/inabilidade, classe social, estado de saúde (i.e. HIV, TB, hemofilia, Hidrocefalia ou qualquer outra condição);

    - Permite que as estruturas, sistemas e metodologias de ensino atendam as necessidades de todas as crianças;
    - Faz parte de uma estratégia mais abrangente de promover uma sociedade inclusiva;
    - É um processo dinâmico que está em evolução constante;
    - Não deve ser restrito ou limitado por salas de aula numerosas nem por falta de recursos materiais.

    Você que é professor, estudante, pesquisador ou quer apenas conhecer mais sobre esse assunto tão importante para uma boa convivência acadêmica, pode fazê-lo baixando os livros gratuitamente para ler quando e onde quiser. São 11 opções, veja só:

    Todos os livros são gratuitos e podem te ajudar a ver o mundo de um jeito diferente.

    segunda-feira, 23 de março de 2015

    Desenvolvimento da linguagem não-verbal

       Desenvolvimento da linguagem não-verbal são caracterizadas por níveis:
     
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    Nível I - A criança não tem intenção comunicativa/Atos Reflexos : o outro dará significado aos atos da criança. (0 - 2 meses)

    Nível II - Não tem intenção comunicativa/comportamento ativo: o outro dará significado aos atos da criança.(2 - 8 meses)

    Nível III- A criança passa a ter intenção comunicativa/gestos elementares: A criança já se diferencia do outro. (8 - 12 meses)

    Nível IV- A Criança passa a ter intenção comunicativa/gestos convencionais: São gestos que o meio utiliza. (12 - 18 meses)

    Gestos simbólicos: gesto de dormir. (mais de 18 meses)

    (Zorzi 2008)

    quinta-feira, 19 de março de 2015

    Fono Educacional e Aprendizagem

       A fonoaudiologia trata pacientes com distúrbios de aprendizagem e educacionais, com isso é afetado o desenvolvimento da linguagem escrita, são mais comuns de serem atigidas as crianças, que apresentam déficits tanto na decodificação fonológica quanto de compreensão da linguagem oral e/ou escrita.

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       O profissional de fonoaudiologia possui o objetivo de auxiliar na melhor capacidade de ensino-aprendizagem de cada aluno, muitas vezes trabalha-se juntamente com professores em salas de aula para garantir a aprendizagem em alunos que tenham alguma dificuldade de comunicação.
     
       Quanto antes algum distúrbio for detectado e tratado pela fonoaudiologia, melhor será o resultado na aprendizagem e desenvolvimento de suas capacidades. Serão cuidados funções como respiração, alimentação, hábitos orais, estímulos da fala e leitura.
       São alguns sintomas de distúrbios de aprendizagem:

    • Falta de atenção;

    • Dificuldade na leitura e escrita;

    • Dificuldades em matemática;
    • Dificuldade na interação com outras pessoas;

    • Autoestima baixa (pode levar a sinais como dores de cabeça, dores de barriga, vômitos e febre);
    • Falta de vontade de ir para a escola.
     
       Na dúvida procure um fonoaudiólogo.