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segunda-feira, 21 de março de 2016

Discalculia

Retirado do site www.centrodefonoaudiologia.com

Trata-se de um transtorno de aprendizagem da Matemática e não de preguiça como pensam muitos pais e professores desinformados. O portador de discalculia comete diversos erros na solução de problemas verbais e escritos, nas habilidades de contagem, nas habilidades de medidas, tempo, na execução das operações e nos cálculos propriamente dito.


Causas
Existem algumas causas que através da avaliação fonoaudiológica será diagnosticada entre elas: Distúrbios de Memória Auditiva, Distúrbios de Leitura e Percepção Visual.
Vale lembrar que crianças com essa dificuldade não tratadas podem ter baixa auto estima e comprometimento no rendimento escolar.

Sintomas
– Dificuldades frequentes com os números, confundindo os sinais: +, -, / e x;
– Problemas de diferenciar entre esquerdo e direito;
– Falta de senso de direção (para o norte, sul, leste, e oeste) e pode também ter dificuldade com um compasso;
– A inabilidade de dizer qual de dois números é o maior;
– Dificuldade com aritmética mental;
– Dificuldade com tempo conceitual e julgar a passagem do tempo;
– Dificuldade com tarefas diárias como ler relógios analógicos;
– Inabilidade de apreender e recordar conceitos matemáticos, regras, fórmulas, e sequências matemáticas;
– Dificuldade de manter a contagem durante jogos.

Tratamento
É importante que se faça uma avaliação fonoaudiológica o quanto antes melhor evitando-se assim o fracasso escolar, o desismulo e a baixa auto estima.

Fonte: centrodefonoaudiologia.com

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Distúrbio de aprendizagem

Retirado do site www.fonoorientando.wordpress.com

No Brasil, cerca de 30 a 40% das crianças que freqüentam as primeiras séries escolares apresentam algum tipo de dificuldade, sendo que aproximadamente 3 a 5 % dessa população possuem Distúrbios de Aprendizagem. As dificuldades em aprender são mais comuns em meninos do que me meninas, na proporção de 6:1 (6 meninos para 1 menina).

A aprendizagem é uma atividade individual que refere-se a todas as informações recebidas, as quais recebem um significado; sendo assim,  a dificuldade em aprender indica uma falha na aquisição ou utilização de informações ou na habilidade para a solução de problemas. Desta forma, os distúrbios de aprendizagem podem se manifestar por dificuldades na aquisição e uso da leitura, escrita, raciocínio ou habilidade matemática, podendo envolver problemas na linguagem oral (fala).


Quantificar o número de crianças com Distúrbios de Aprendizagem é uma tarefa difícil, pois há muitas divergências no diagnóstico do Distúrbio de Aprendizagem, que pode muitas vezes ser confundido com dificuldades escolares.

O Distúrbio de Aprendizagem pode levar a criança não só à desmotivação, mas também ao desgaste e reprovação, transformando-a num rótulo dentro da escola, perturbando pais e professores, que passam a buscar todo e qualquer tipo de diagnóstico na tentativa de descobrir as causas, e enfim encontrar soluções.


A criança com dificuldade de aprendizagem não deve ser “classificada” como deficiente, tão pouco como “preguiçosa”. Trata-se de uma criança normal que aprende de uma forma diferente ao esperado para crianças da sua idade. A procura por ajuda profissional é de grande importância nesses casos, assim fonoaudiólogos, pedagogos e psicopedagogos são peças fundamentais para o desenvolvimento escolar dessas crianças.

Fatores que influenciam na aprendizagem:
  • Diferenças individuais
  • Habilidades
  • Pré-requisitos gerais e específicos (atenção, memória, audição, visão, compreensão…)
  • Maturação (desenvolvimento do cérebro/ Sistema Nervoso Central e dos órgãos sensoriais)
  • Prontidão (agilidade em processar e elaborar a informação)
  • Motivação
  • Condições sociais e educacionais.

Causas do Distúrbio de Aprendizagem:
  • Fatores genéticos
  • Fatores neurológicos (Disfunção do Sistema Nervoso Central)
  • Fatores ambientais
* Esses fatores podem desencadear o distúrbio de aprendizagem, sendo que fatores pedagógicos e psicopedagógicos podem apenas agravá-los.


Características de indivíduos com Distúrbio de Aprendizagem:
  • Dificuldade para ler e escrever.
  • Redução de léxico (vocabulário pobre).
  • Sintaxe desestruturada (problema na organização das frases).
  • Dificuldade para processar os sons nas palavras.
  • Dificuldade para contar ou lembrar de histórias.
  • Problemas no processamento das informações ouvidas ou vistas.
  • Problemas de percepção táctil e de coordenação motora.
  • Organização Visuoespacial (noção de espaço).
  • Dificuldade na formação de conceitos (não consegue definir as coisas).
  • Dificuldade em fazer cálculos matemáticos.
  • Problemas na prosódia (entonação das palavras).
  • Dificuldade em realizar, organizar, planejar e executar atividades matemáticas.
Fonte: fonoorientando.wordpress.com

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Fono na escola


   Nas escolas é vedado ao fonoaudiólogo o atendimento clínico. O papel deste profissional nas instituições de ensino não é o de "patologizar" os alunos e sim assessorar a equipe da escola. O fonoaudiólogo só poderá realizar atendimento clínico em escolas especiais. Sua função primordial é de promover a saúde da comunicação através de um trabalho de prevenção. Este profissional irá transmitir e orientar os demais integrantes da equipe escolar sobre os conhecimentos específicos da sua área, utilizando diversos recursos como: palestras, pequenos cursos, oficinas e  outros.

 

Com os alunos, o trabalho fonoaudiológico tem os seguintes objetivos:

1. Otimizar o desenvolvimento da linguagem oral, leitura e escrita.
2. Conscientizar sobre hábitos inadequados que promovam riscos para a audição e voz.
3. Detectar precocemente, através de triagens,  alterações fonoaudiológicas relacionadas à audição, voz, motricidade orofacial e linguagem oral e escrita para desta forma prevenir futuras complicações.

4. Encaminhar para profissionais, quando necessário, e acompanhar os tratamentos externos à escola.



Objetivos da atuação com os professores

1. Orientar quanto aos cuidados com a voz e estratégias vocais para conservação da mesma.
2. Promover informações sobre alterações fonoaudiológicas, desenvolvimento normal da linguagem oral, leitura e escrita e educação inclusiva através de palestras e outras formas de comunicação.



3. Capacitar o profissional para observar indícios de possíveis alterações fonoaudiológicas que seus alunos venham a apresentar.



No trabalho com os pais, o fonoaudiólogo realiza orientações sobre:



1. O desenvolvimento normal da criança e as alterações fonoaudiológicas comuns na infância.



2. A importância do estímulo familiar para o desenvolvimento da criança. 



3. O possível problema do filho e encaminhar para outros profissionais caso haja necessidade.


A resolução 309 de 2005, disponível no site do Conselho Federal de Fonoaudiologia dispõe sobre a atuação do fonoaudiólogo na escola. Quer ler a resolução na íntegra? Acesse: Resolução nº 309

quinta-feira, 19 de março de 2015

Fono Educacional e Aprendizagem

   A fonoaudiologia trata pacientes com distúrbios de aprendizagem e educacionais, com isso é afetado o desenvolvimento da linguagem escrita, são mais comuns de serem atigidas as crianças, que apresentam déficits tanto na decodificação fonológica quanto de compreensão da linguagem oral e/ou escrita.

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   O profissional de fonoaudiologia possui o objetivo de auxiliar na melhor capacidade de ensino-aprendizagem de cada aluno, muitas vezes trabalha-se juntamente com professores em salas de aula para garantir a aprendizagem em alunos que tenham alguma dificuldade de comunicação.
 
   Quanto antes algum distúrbio for detectado e tratado pela fonoaudiologia, melhor será o resultado na aprendizagem e desenvolvimento de suas capacidades. Serão cuidados funções como respiração, alimentação, hábitos orais, estímulos da fala e leitura.
   São alguns sintomas de distúrbios de aprendizagem:

• Falta de atenção;

• Dificuldade na leitura e escrita;

• Dificuldades em matemática;
• Dificuldade na interação com outras pessoas;

• Autoestima baixa (pode levar a sinais como dores de cabeça, dores de barriga, vômitos e febre);
• Falta de vontade de ir para a escola.
 
   Na dúvida procure um fonoaudiólogo.
 


 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Sinais e Características de Dislexia

O ideal seria que toda criança fosse testada para detectar se ela sofre de dislexia. Porém, o sistema educacional brasileiro é deficiente e há uma falta de recursos na maioria das escolas do País. Portanto, é importante que pais e professores fiquem atentos aos sinais de dislexia para que possam ajudar seus filhos e alunos.


O primeiro sinal de possível dislexia pode ser detectado quando a criança, apesar de estudar numa boa escola, tem grande dificuldade em assimilar o que é ensinado pelo professor. Crianças cujo desenvolvimento educacional é retardatário podem ser bastante inteligentes, mas sofrer de dislexia. O melhor procedimento a ser adotado é permitir que profissionais qualificados examinem a criança para fazer o diagnostic correto.

A dislexia não é o único distúrbio que inibe o aprendizado, mas é o mais comum.

Crianças disléxicas tendem a confundir letras com grande freqüência. Entretanto, esse indicativo não é totalmente confiável, pois muitas crianças, inclusive não-disléxicas, freqüentemente confundem as letras do alfabeto e as escrevem de lado ao contrário.

No Jardim de Infância, crianças disléxicas demonstram dificuldade ao tentar rimar palavras e reconhecer letras e fonemas.

Na primeira série, elas não conseguem ler palavras curtas e simples, têm dificuldade em identificar fonemas e reclamam que ler é muito difícil.

Da segunda à quinta série, crianças disléxicas têm dificuldade em soletrar, ler em voz alta e memorizar palavras; elas também freqüentemente confundem palavras.

Esses são apenas alguns dos muitos sinais que identificam que uma criança sofre de dislexia.

A dislexia é tão comum em meninos quanto em meninas.

O que pode ser feito?

Nunca é tarde demais para ensinar disléxicos a ler e a processar informações com mais eficiência. Entretanto, diferente da fala – que qualquer criança acaba adquirindo – a leitura precisa ser ensinada. Utilizando métodos adequados de tratamento e com muita atenção e carinho, a dislexia pode ser derrotada. Crianças disléxicas que receberam tratamento desde cedo apresentam uma menor dificuldade ao aprender a ler e se assemelham àquelas que nunca tiveram qualquer dificuldade de aprendizado. Isso evita com que a criança se atrase na escola ou passe a desgostar de estudar.

É importante enfatizar que a dislexia não é curada sem um tratamento apropriado. Não se trata de um problema que é superado com o tempo; a dislexia não pode passar despercebida.

Pais e professores devem se esforçar para identificar a possibilidade de seus filhos ou alunos sofrerem de dislexia. Foram desenvolvidos diversos programas para curar a dislexia. Não há um só tratamento que seja adequado a todas as pessoas. Contudo, a maioria dos tratamentos enfatiza a assimilação de fonemas, o desenvolvimento do vocabulário, a melhoria da compreensão e fluência na leitura. Esses tratamentos ajudam o disléxico a reconhecer sons, sílabas, palavras e, por fim, frases.

É aconselhável que a criança disléxica leia em voz alta com um adulto para que ele possa corrigi-la.

É importante saber que ajudar disléxicos a melhorar sua leitura é muito trabalhoso e exige muita atenção e repetição. Mas um bom tratamento certamente rende bons resultados.

Toda criança necessita de apoio e paciência. Muitas crianças disléxicas sofrem de falta de autoconfiança, pois se sentem menos inteligentes que seus amigos. Porém, um bom tratamento pode curar a dislexia.

Apesar das salas de aula estarem lotadas e apesar da falta de recursos para pesquisas, a dislexia precisa ser combatida. Muitos casos de dislexia passam desapercebidos em nossas escolas. Muitas vezes, crianças inteligentíssimas, mas que sofrem de dislexia, aparentam ser péssimos alunos; muitas dessas crianças se envergonham de suas dificuldades acadêmicas, abandonam a escola e se isolam de amigos e familiares. Muitos pais, por falta de conhecimento, se envergonham de ter um filho disléxico e evitam tratar do problema. Isso é lamentável, pois crianças disléxicas que recebem um tratamento apropriado podem não apenas superar essa dificuldade, mas até utilizá-la como benefício para se sobressair pessoal e profissionalmente.
 
Na dúvida procure um fonoaudiólogo.
 
Fonte:Clínica Infatil Reibscheid

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Síndrome de Déficit de Atenção (SDA)

   Segundo estudiosos, a Síndrome do Déficit de Atenção (SDA) é decorrente de um conjunto de sinais e sintomas causados por uma imaturidade neurológica, na formação Reticular, localizada no tronco Cerebral.
 


   Quando a criança não atinge a maturidade da Formação Reticular, no momento da velocidade ideal, desenvolve-se um quadro caracterizado por atraso de aquisição de linguagem, associado a distúrbios psicomotores ou de comportamento, que compromete as relações familiares e o aprendizado escolar.
 
   O tratamento pode ser medicamentoso e através de exercícios especiais destinados aos distúrbios que podem ser encontrados. A equipe multidisciplinar, como a fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicomotricidade, ludoterapia, psiquiatria e neuropediatria, trabalha em conjunto.
 
   No ambiente escolar é necessário aplicar técnicas pedagógicas especializadas, em classes adaptadas com menor número de alunos e que realizem estímulos em menores quantidades, devido o grau de dificuldade apresentado pelo portador da SDA.
 
   A hiperatividade é o sintoma que mais chama a atenção de todos, porém é importante destacar que nem todos os portadores da síndrome são hiperativos, o que acontece é que pode acontecer de ser mais distraído ou até mesmo mais agitado.
 
   É importante fazer essa diferenciação para não rotular uma criança que apresente tais comportamentos como portador da SDA. O fonoaudiólogo irá trabalhar, principalmente, as anormalidades motoras e de sensibilidade.

Fontes:Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia - www.sbfa.org.br, Fonoaudiologia na Escola  Sacaloski,M.; Alavarsi, E.; Guerra, G., Lovise,2000.
As imagens usadas neste post são de autoria desconhecida, encontradas em sites de busca. Caso você seja o autor, entre em contato para a colocação dos créditos ou remoção.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

A FONOAUDIOLOGIA E A ESCOLA

   Hoje em dia é cada vez mais necessária a união da escola ao trabalho do fonoaudiólogo.

   É na escola que a criança passa a maior parte de seu tempo e onde os primeiros sinais de distúrbios de comunicação, como trocas na fala e gagueira, e/ou dificuldades de aprendizagem são observados e detectados.
 
 
   A escola orienta a família, encaminhando a criança para uma triagem ou avaliação, e por sua vez, o fonoaudiólogo trata destas alterações. No trabalho interdisciplinar a troca de experiências e de informações facilita e ajuda a criança em seu desenvolvimento.
 
   Daí a necessidade cada vez maior da integração entre a escola e o fonoaudiólogo na busca de soluções mais eficazes no tratamento dos distúrbios e evolução da aprendizagem da criança.

A FONOAUDIOLOGIA/ O PROFESSOR

   A cada dia novas técnicas são aperfeiçoadas e tecnologias inovadoras são utilizadas no ensino. Com isso distúrbios de comunicação e/ou dificuldades de aprendizagem são detectados cada vez mais cedo.
 
   O estudo destas alterações tem gerado incentivos e desafios tanto para os fonoaudiólogos como para os professores de educação infantil e ensino fundamental.

   A interação entre o professor e o fonoaudiólogo é fundamental no tratamento dos distúrbios de comunicação e/ou dificuldades de aprendizagem. Pois muitas vezes é o professor quem primeiro observa e detecta o distúrbio de comunicação e/ou dificuldades de aprendizagem. E, através da orientação da família, encaminha o aluno para o fonoaudiólogo.
 
   O Fonoaudiólogo por sua vez avalia, orienta, diagnostica e trata os distúrbios de comunicação e/ou dificuldades de aprendizagem.

Fonte: http://www.reginanicolosi.com.br/falar.asp
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