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segunda-feira, 18 de julho de 2016

A importância do "brincar" na aquisição e desenvolvimento da linguagem

Retirado do site www.megabebes.com.br

linguagem é uma característica inerente a todo o ser humano.

Resultado de imagem para importância do brincar

Não é um processo estanque, pelo contrário, é um processo que está em constante evolução e que está dependente da interação e da estimulação do meio social envolvente. Toda a criança deve ser estimulada desde muito pequena. Assim, para que a criança tenha a capacidade de adquirir e desenvolver a linguagem oral, é imprescindível a transmissão de estímulos, por parte dos pais, de forma adequada. São estes estímulos que vão proporcionar um bom desenvolvimento infantil. 

Desta forma, considera-se que as crianças precisam, efetivamente, de oportunidades para verbalizar, discutir, colocar questões sobre aquilo que experimentam no seu mundo. É assim importante que as crianças sejam estimuladas muito precocemente a comunicar e uma das formas de comunicar com as crianças é brincando com elas. As brincadeiras que nós adultos consideramos por vezes "patéticas", como o faz-de-conta, são de grande importância para as crianças: promovem o desenvolvimento cognitivo, linguístico e social.

Com o "jogo simbólico" a criança não só aprende a explorar e a entender o mundo que a rodeia como também promove o desenvolvimento motor (a criança salta, corre, dança), testa algumas funções sociais (quando brinca "aos médicos"), adquire regras sociais como o ganhar ou perder.

O brincar estimula não só a aquisição e o desenvolvimento da linguagem como também a interação, a relação, o contato e a troca de experiências com outras crianças.

Aos pais, cabe um papel de extrema importância: estimular a criança a brincar, a explorar o que a rodeia. Muitas vezes, os pais tentam impedir as brincadeiras dos filhos movidos, muitas vezes, pelo excesso de trabalho que a vida atual exige. Estão muito centrados na arrumação e organização da sua casa porque não há tempo para andar sempre a colocar os brinquedos nos lugares corretos. Apesar de ser difícil controlar as crianças para que não tenham os brinquedos espalhados um pouco por toda a parte, não devem impedi-las de brincar. Ao brincar estão, ao mesmo tempo, a comunicar com ela.

Comunicar a brincar - As crianças dão sentido ao que está à sua volta. Ganham experiências que as ajudam a saber estar e agir no mundo que as rodeia.

Fonte:megabebes

A importância do "brincar" na aquisição e desenvolvimento da linguagem

Retirado do site www.megabebes.com.br

linguagem é uma característica inerente a todo o ser humano.

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Não é um processo estanque, pelo contrário, é um processo que está em constante evolução e que está dependente da interação e da estimulação do meio social envolvente. Toda a criança deve ser estimulada desde muito pequena. Assim, para que a criança tenha a capacidade de adquirir e desenvolver a linguagem oral, é imprescindível a transmissão de estímulos, por parte dos pais, de forma adequada. São estes estímulos que vão proporcionar um bom desenvolvimento infantil. 

Desta forma, considera-se que as crianças precisam, efetivamente, de oportunidades para verbalizar, discutir, colocar questões sobre aquilo que experimentam no seu mundo. É assim importante que as crianças sejam estimuladas muito precocemente a comunicar e uma das formas de comunicar com as crianças é brincando com elas. As brincadeiras que nós adultos consideramos por vezes "patéticas", como o faz-de-conta, são de grande importância para as crianças: promovem o desenvolvimento cognitivo, linguístico e social.

Com o "jogo simbólico" a criança não só aprende a explorar e a entender o mundo que a rodeia como também promove o desenvolvimento motor (a criança salta, corre, dança), testa algumas funções sociais (quando brinca "aos médicos"), adquire regras sociais como o ganhar ou perder.

O brincar estimula não só a aquisição e o desenvolvimento da linguagem como também a interação, a relação, o contato e a troca de experiências com outras crianças.

Aos pais, cabe um papel de extrema importância: estimular a criança a brincar, a explorar o que a rodeia. Muitas vezes, os pais tentam impedir as brincadeiras dos filhos movidos, muitas vezes, pelo excesso de trabalho que a vida atual exige. Estão muito centrados na arrumação e organização da sua casa porque não há tempo para andar sempre a colocar os brinquedos nos lugares corretos. Apesar de ser difícil controlar as crianças para que não tenham os brinquedos espalhados um pouco por toda a parte, não devem impedi-las de brincar. Ao brincar estão, ao mesmo tempo, a comunicar com ela.

Comunicar a brincar - As crianças dão sentido ao que está à sua volta. Ganham experiências que as ajudam a saber estar e agir no mundo que as rodeia.

Fonte:megabebes

segunda-feira, 14 de março de 2016

Alzheimer

Retirado do site www.fonoorientando.worpress.com

A Doença de Alzheimer é uma doença degenerativa, progressiva que afeta o cérebro causando diminuição da memória, dificuldade no raciocínio e pensamento e alterações  de comportamento. Tem início mais comum aos 65 anos e efeito devastador sobre a família e o doente.



Os sintomas mais comuns são: perda gradual da memória, diminuição no desempenho para tarefas do dia-a-dia, diminuição do senso crítico, perda da orientação de tempo e espaço (lugar), mudança na personalidade, dificuldade de aprender e dificuldades na área da comunicação. O grau de comprometimento varia de paciente para paciente e também de acordo com o tempo de evolução da doença. Na fase final o paciente torna-se totalmente dependente de cuidados.

O único fator de risco bem conhecido e aceito por todos é a idade. Aceita-se que a doença de Alzheimer seja uma doença que à medida que a idade avança, maior é a possibilidade  de acontecer.

Também parece claro que a doença de Alzheimer não tem uma única causa, sendo provavelmente devida a uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Alguns estudos demonstraram que, enquanto a incidência aos 80 anos é de aproximadamente 20%, aos 85 anos é de 40%, ou seja, o dobro em 5 anos. O relato de outros casos na família também têm sido apontado por vários estudos como um fator importante para o desenvolvimento da doença.


Na fase inicial da doença, a pessoa afetada apresenta um pouco de confusão e esquecimento e tem dificuldades na comunicação em determinados momentos. Em algumas vezes, pode apresentar descuido da aparência pessoal, perda da iniciativa e alguma perda da autonomia para as atividades da vida diária.

Na próxima fase (intermediária) a pessoa precisa de mais ajuda para fazer as tarefas de rotina, pode passar a não reconhecer seus familiares, pode não conseguir segurar o xixi e as fezes, precisa de ajuda para se vestir, comer, tomar banho, tomar suas medicações e todas as outras atividades de higiene. Pode apresentar comportamento ruim, ficar irritado, desconfiado, sem paciência e até agressivo. Pode também apresentar depressão.

No fim da doença, a pessoa perde peso, mesmo comendo adequadamente, fica com dependência completa, não conseguindo fazer qualquer atividade do dia-a-dia e fica apenas na cama. Pode ter reações a medicamentos, infecções de bactérias e problemas nos rins. Na maioria das vezes, a causa da morte não tem relação com a doença e sim com fatores relacionados à idade avançada.

Fonte: fonoorientando.worpress.com

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Você sabia???


  • que brincar, sorrir, trocar olhares e gestos com bebês antes de um ano é uma maneira importante de comunicação?
  • que problemas de atenção e memória podem prejudicar a comunicação?
  • que o trabalho do fonoaudiólogo com o autista melhora sua vida na família, na escola e na sociedade?
  • que crianças com déficit de atenção/ hiperatividade podem apresentar dificuldades de comunicação e também problemas escolares?
  • que o fonoaudiólogo é essencial no diagnóstico e tratamento da dislexia?
  • que aos 4 anos uma criança já fala a maioria dos sons de sua língua?
  • que uma criança pode ouvir, mas não entender o que escutou?
  • que ao redor de 3 anos uma criança conhece mais de 500 palavras e é capaz de contar pequenas histórias?
  • que existe tratamento para os problemas de comunicação depois de um derrame?
  • que 60% dos jovens que sobrevivem aos acidentes de trânsito ficam com problemas da fala?
  • que uma pessoa que não tenha condição de falar pode desenvolver outras formas de se comunicar?
  • que problemas de fala não tratados na infância podem persistir na idade adulta?
  • que pessoas que gaguejam são alvo de preconceito e violência constantes?
  • que gagueira tem tratamento?
  • que pessoas com problemas de comunicação podem ser injustamente julgadas como menos competentes?
  • que para se conseguir uma promoção no trabalho ou um cargo de chefia pode ser fundamental ter uma boa comunicação?
  • que quem se comunica melhor tem mais chance de sucesso na vida, na escola e no trabalho?
  • que a criança que fala errado pode ter dificuldades de aprender a ler e escrever?
  • que quem lê bem escreve melhor?
  • que ler muito devagar pode ser sinal de um problema de aprendizagem?
  • que dificuldades com a matemática podem estar relacionadas com problema de leitura?
  • que a criança pode saber ler e não entender o que leu?
  • que infecções de ouvido no bebê podem prejudicar a fala?
  • que crianças com infecções frequentes de ouvido podem ter dificuldades escolares?
  • que o teste da orelhinha identifica a surdez e é um direito de todos os brasileiros?
  • que há aparelhos de audição do tamanho de um feijão?
  • que som alto no fone de ouvido pode causar surdez?
  • que ambientes ruidosos podem causar rouquidão ou surdez?
  • que dentes toros podem causar problemas de mastigação e de fala?
  • que rouquidão por mais de 15 dias pode ser um problema sério?
  • que rouquidão nas crianças não é bonitinho e nem normal?
  • que respirar pela boca pode causar problemas na fala e voz?
  • que professores faltam 5 dias de trabalho por ano por problemas de voz?
    Texto retirado do folder da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia em comemoração aos 30 anos de regulamentação da profissão!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Fonoaudiologia e Síndrome de Down: fala e linguagem

Retirado do site www,movimentodown.org.br

Sempre que possível, os bebês com síndrome de Down devem ser acompanhados por um fonoaudiólogo logo após o nascimento, pois a hipotonia torna a musculatura da face e da boca mais “molinha”, o que pode prejudicar a amamentação e, posteriormente, o seu desenvolvimento. A regularidade e o enfoque do trabalho realizado vão depender das necessidades dos pais e da criança em diferentes fases da vida. De modo geral, este profissional poderá tratar das seguintes questões:
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– Articulação dos sons, linguagem oral, leitura e escrita;
– Dificuldades de alimentação, como sugar, mastigar e engolir;
– Coordenação entre as funções orais e a respiração;
– Fortalecimento da musculatura da face e da boca.
Quanto tempo dura o acompanhamento com um fonoaudiólogo?Para estimular o desenvolvimento cognitivo e de linguagem, podem ser necessárias intervenções diferentes em cada fase da criança. No caso das crianças com síndrome de Down, a experiência clínica mostra que o desenvolvimento cognitivo é mais eficiente do que o desenvolvimento da linguagem. Além disso, durante o desenvolvimento da linguagem, as crianças começam a entender antes de conseguir se expressar com palavras, ou seja, a linguagem receptiva é mais lenta que a expressiva.
Neste momento, o trabalho do fonoaudiólogo é mais para orientar pais e familiares sobre o desenvolvimento da criança, com o objetivo de fortalecer os músculos da face, além de estimular o desenvolvimento cognitivo e da linguagem. O processo só estará terminado quando a pessoa que tem síndrome de Down tiver condições para comunicar o que pensa e sente sem que haja dificuldades de compreensão, e que tenha condições de interagir e conquistar seu espaço na sociedade onde está inserida.
Diferentes tipos de apoio ao longo do desenvolvimentoO ato de sugar contribui para o crescimento e desenvolvimento das estruturas da face e da boca. Além disso, o leite materno protege o bebê de doenças e infecções – no caso dos bebês com síndrome de Down, eles têm maior propensão a infecções. Mas para que este aleitamento possa ocorrer de forma eficiente, é preciso atenção especial. Por conta da hipotonia muscular, os bebês costumam apresentar dificuldade de sucção, deglutição e coordenação dessas funções com a respiração. O fonoaudiólogo pode contribuir para ajudar a mãe a encontrar a melhor forma de amamentar seu bebê.
Quando a criança passar a comer alimentos sólidos, o fonoaudiólogo também pode ajudar na escolha dos alimentos e colheres que favoreçam o desenvolvimento das estruturas da boca e da face, contribuindo para o fortalecimento muscular. O profissional também poderá oferecer apoio na construção da linguagem e sua relação com as áreas do desenvolvimento humano (neuropsicomotor, cognitivo, emocional e social). Este processo é fundamental para o desenvolvimento da comunicação.
Quanto tempo a criança com síndrome de Down leva para começar a falar?
Quando comparamos fala, linguagem e comunicação, a fala é de longe a mais difícil para crianças com síndrome de Down. Elas entendem muito bem os conceitos de comunicação e linguagem e têm o desejo de comunicar-se desde pequenas. Por isso, a maioria é capaz de se expressar vários meses antes de estar apta a usar a fala.
A maioria das crianças com síndrome de Down vai progredir até usar a fala como principal sistema de comunicação. Muitas começam a utilizar espontaneamente as palavras para se comunicar entre dois e três anos, mas, em geral, este processo é um pouco mais lento, podendo começar até os cinco anos de idade. Entretanto, muitas habilidades podem ser aprendidas precocemente durante o dia a dia da criança, preparando-a para a fala.
Fonte: movimentodown.org.br

quinta-feira, 30 de abril de 2015

DEL - Distúrbio específico de linguagem



    O DEL como o nome já diz é um distúrbio exclusivo, específico de linguagem e, portanto, não tem relação com distúrbio neurológico, mutismo, distúrbio de desenvolvimento, síndrome, lesão cerebral, privação social e ou deficiência auditiva.
 
 
    As crianças com o distúrbio são inteligentes, escutam bem e não apresentam comprometimento cognitivo.
 
    O DEL acomete o processo de aquisição e ou desenvolvimento da linguagem e se estenderá ao longo da vida inclusive com possíveis manifestações na escrita e ou leitura da Língua Portuguesa. Muitas vezes é facilmente confundido com Dislexia.
 
    Quando uma criança com 2 anos não fala palavras, o vocabulário não aumenta e/ou não forma frases, é importante procurar um fonoaudiólogo.
 
    Outras características do DEL:
  • Dificuldade de linguagem expressiva e ou receptiva, sendo a compreensão melhor do que a expressão;
  • Falha na discriminação dos fonemas;
  • Frases mau elaboradas (algumas vezes sem artigos, preposições ou concordância verbal).
    O DEL ainda não possui uma causa determinada.
 
    O diagnóstico é realizado de forma multidisplinar e por exclusão. Os profissionais são: fonoaudiólogo, otorrinolaringologista, neurologista e psicólogo.
 
    Não existe um remédio para o tratamento do DEL e o fonoaudiólogo tem um papel fundamental. Já que é o profissional que lida com a Comunicação e a Linguagem.
 
    Nos casos de atraso de linguagem, com a Reabilitação Fonoaudiológica realizada entre 2 anos e 5 anos, a dificuldade poderá não existir mais.
 
    Nos casos de DEL a dificuldade se manterá após os 5 anos. O paciente apresentará dificuldades com tudo o que se refere a solução de conflitos, concordâncias, novas palavras, compreensão de textos longos, etc.
 
    Daí a importância da Fonoaudiologia à fim de minimizar essas dificuldades.
 
    A família e a escola precisarão ser parceiras da fonoterapeuta. Quanto mais cedo for o diagnóstico e o tratamento, maior serão as chances do paciente superar os transtornos causados pelo distúrbio e melhor será sua qualidade de vida.
 
Fonte: Centro de Fonoaudiologia

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Fonoaudiologia e Paralisia Cerebral

        
Retirado do site www.espaco-dizer.blogspot.com.br
   

   A paralisia cerebral é uma doença do sistema nervoso central, caracterizada por transtornos motores não progressivos que comprometem a coordenação e o tônus muscular.
A origem ocorre desde a concepção até a primeira infância, nos primeiros cinco anos de vida. As causas pré-natais decorrem de lesão no encéfalo antes do nascimento por agentes metabólicos (diabete materna), infecciosos (rubéola materna) ou mecânicos (irradiação), hereditariedade e anormalidade cromossômica. As peri-natais são devido a anóxia, asfixia, traumas e complicações no parto. No período pós-natal, são decorrentes principalmente de doenças infecciosas (meningites, encefalites), distúrbios vasculares, traumas e tumores cerebrais que podem lesar o encéfalo da criança em desenvolvimento.
Nos casos de paralisia cerebral, o fonoaudiólogo desempenha um papel fundamental, atuando para a obtenção de melhor controle dos órgãos fonoarticulatórios, na correção dos distúrbios da fala e no atraso da aquisição da linguagem oral. As alterações fonoaudiológicas encontradas nos portadores de paralisia cerebral apresentam graus variáveis de acordo com o acometimento encefálico.
No que se refere ao sintoma de fala, o objetivo da fonoterapia é desenvolver o sistema fonético-fonológico do paciente através de exercícios voltados para sensibilização dos pontos de articulação.
O trabalho específico com articulação inicia-se por um som (vogais, consoantes ou onomatopeias – ruídos de trens, animais, entre outros). Gradativamente vai passando para a fonação da sílaba, palavra e finalmente frase, isto é, os movimentos articulatórios devem ser inicialmente isolados e depois coordenados. O terapeuta emite o fonema e utiliza figuras e brinquedos para que a criança tenha modelos acústicos e visuais.
Em relação à linguagem oral, o processo terapêutico tem como objetivo intervir por meio de situações propícias ao desenvolvimento do processo de aquisição da linguagem oral. Os atendimentos favorecem diálogos entre terapeuta e paciente que ocorrem durante vivência de situações lúdicas, tais como jogos, cantigas, brincadeiras de faz-de-conta, como recursos para desenvolver habilidades de comunicação.
Nos casos em que os prejuízos causados pela paralisia cerebral não permitem comunicação oral, há a possibilidade de recorrer-se a métodos de Comunicação Suplementar Alternativa.
Torna-se evidente que é indispensável a atuação do profissional fonoaudiólogo desde muito cedo na vida dos sujeitos acometidos pela paralisia cerebral. Para um melhor desenvolvimento do portador de paralisia cerebral é necessário o trabalho fonoaudiológico em conjunto da família, paciente, médicos (pediatra, neurologista, oftalmologista, ortopedista), fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, ortodontista, psicólogo, psicopedagogo e assistente social.
Fonte: espaco-dizer.blogspot.com.br

segunda-feira, 23 de março de 2015

Desenvolvimento da linguagem não-verbal

   Desenvolvimento da linguagem não-verbal são caracterizadas por níveis:
 
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Nível I - A criança não tem intenção comunicativa/Atos Reflexos : o outro dará significado aos atos da criança. (0 - 2 meses)

Nível II - Não tem intenção comunicativa/comportamento ativo: o outro dará significado aos atos da criança.(2 - 8 meses)

Nível III- A criança passa a ter intenção comunicativa/gestos elementares: A criança já se diferencia do outro. (8 - 12 meses)

Nível IV- A Criança passa a ter intenção comunicativa/gestos convencionais: São gestos que o meio utiliza. (12 - 18 meses)

Gestos simbólicos: gesto de dormir. (mais de 18 meses)

(Zorzi 2008)

segunda-feira, 16 de março de 2015

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

   Há dois tipos de AVE/AVC principais: O isquêmico, provocado pelo bloqueio de um vaso sanguíneo ou artéria, fazendo com que o sangue não atinja partes do cérebro, levando à morte do tecido cerebral; O hemorrágico, provocado pela ruptura de um vaso sanguíneo, levando ao derrame de sangue para dentro do cérebro ou para o redor formando um coágulo.

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   Dentre os sintomas de um AVE/AVC, os mais comuns são: Fraqueza ou dificuldade em movimentar um membro; Dormência de um dos lados do corpo; Fala e linguagem alteradas; Perda total ou parcial da visão; Dor de cabeça sem causa; Perda de memória.
 
   Para tratar um paciente que teve AVE/AVC é necessário acompanhamento pelo fisioterapeuta e fonoaudiólogo. O profissional de fisioterapia vai trabalhar com as funções motoras, ajudando o paciente a recuperar gradativamente os movimentos dos membros, diminuindo as sequelas. O profissional de fonoaudiologia trabalhará com as funções de afasia que prejudica a fala e a Linguagem. O tratamento será adaptado de acordo com as necessidades e limitações do paciente e iniciado logo após o acidente vascular encefálico. Alguns exercícios desenvolvidos são de prática de leitura e escrita de palavras-chave ou frase, ensaio de comunicação verbal ou não-verbal e de comunicação social.

Fonte:www.centraldafonoaudiologia.com.br

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Entenda o AVC

   O acidente vascular cerebral, ou derrame cerebral como é popularmente conhecido, ocorre quando há um entupimento ou o rompimento dos vasos que levam sangue ao cérebro provocando a paralisia da área cerebral que ficou sem circulação sanguínea adequada. Segundo a Organização Mundial de Saúde o AVC pode ser definido como “um sinal clínico de desenvolvimento rápido de uma perturbação focal da função cerebral de possível origem vascular e com mais de 24 horas.” Sendo assim compreendido como uma dificuldade em maior ou menor grau de fornecimento de sangue em uma determinada área do cérebro, ocasionando sofrimento ou morte desta área, consequentemente acarretando perda ou diminuição das funções.



Tipos de AVC


Isquêmico: entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro.
O AVC isquêmico pode ocorrer nas seguintes situações;
- TROMBOSE ARTERIAL: É a formação de um coágulo de sangue (como se o sangue “endurecesse”) dentro de um vaso, geralmente sobre uma placa de gordura (aterosclerose), levando a uma obstrução total ou parcial. Os locais mais frequentes são as artérias carótidas e cerebrais. Assim, se houver obstrução total da carótida direita, por exemplo, “à parte da frente da metade direita do cérebro” estará comprometida, determinando problemas (paralisia, perda de sensibilidade, etc.) na metade esquerda do corpo.
- EMBOLIA CEREBRAL: Surge quando um coágulo (formado num coração doente por arritmia, problema de válvula, etc.) ou uma placa de gordura (ateroma), que se desprende ou se quebra geralmente das artérias carótidas, correm através de uma artéria até encontrar um ponto mais estreito, não conseguindo passar e obstruindo a passagem se sangue.

Hemorrágico: rompimento do vaso provocando sangramento no cérebro. As hemorragias intracranianas são classificadas de acordo com a localização (extradural, subdural, subaracnóide, intraventricular, intracerebral), a natureza do vaso rompido (arterial, capilar, venoso) ou a causa (primária ou espontânea, secundária ou provocada). Os dois principais sub tipos de AVC hemorrágicos são as Hemorragias Intracerebrais e as Hemorragias Subaracnóides.

- HEMORRAGIAS INTRACEREBRAIS: O sangramento ocorre diretamente no parênquima cerebral. Uma idade mais avançada e uma história de AVC prévio são os principais fatores de riscos para ocasionar uma hemorragia intracerebral. O sangue arterial irrompe sobre pressão e destrói ou desloca o tecido cerebral. Quando o paciente sobrevive a uma hemorragia cerebral, o sangue e o tecido necrosado são removidos por fagócitos. O tecido cerebral destruído é parcialmente substituído por tecido conectivo, glia e vasos sanguíneos neoformados, deixando uma cavidade encolhida e cheia de líquido. Os locais mais afetados são o putâmen, caudado, ponte, cerebelo, tálamo ou substância branca profunda.
O quadro clínico é determinado pela localização e tamanho do hematoma. Ele se caracteriza por cefaleia, vômitos e evolução de sinais focais motores ou sensoriais de minutos a horas. A consciência por vezes se altera desde o início, sendo esta frequentemente uma característica proeminente nas primeiras 24 a 48 horas nos hematomas moderados e grandes. O diagnóstico e a localização são facilmente estabelecidos pela Tomografia Computadorizada, que mostra a elevada densidade do sangue agudo.

- HEMORRAGIAS SUBARACNÓIDE: Ocorre com menos frequência do que a hemorragia intracerebral. Na hemorragia subaracnóide, o sangue extravasa de um vaso arterial para o espaço subaracnóide. O sangue de uma artéria rompida é liberado com uma pressão quase equivalente à pressão arterial sistêmica, ao contrário da hemorragia intracerebral, onde a ruptura arteriolar ocorre mais gradualmente e com pressões menores. A súbita liberação de sangue sob pressão leva a um traumatismo celular direto, bem como rápido aumento da pressão intracraniana. Ela é causada mais comumente pelo vazamento de sangue a partir de um aneurisma cerebral. Outras causas secundárias que podem ocasionar hemorragias subaracnóide incluem malformações arteriovenosas, distúrbios hemorrágicos ou anticoagulação, traumatismo, amiloidose e trombose do seio central. Os sinais e sintomas incluem início abrupto de uma forte cefaleia, vômitos, alterações da consciência e coma; essas alterações ocorrem frequentemente na ausência de sinais focais de localização. A hemorragia subaracnóide afeta pacientes mais jovens e mulheres mais frequentes que os homens. A mortalidade é elevada, podendo chegar até 70% nos quadros mais graves. Entre os que sobrevivem, novos sangramentos imediatamente subsequentes e déficits neurológicos isquêmico tardios por vasoespasmo podem ocasionar uma grave morbidade.

Tratamento do AVC
O tratamento e a reabilitação da pessoa vitimada por um AVC dependerá sempre das particularidades que envolvam cada caso. Há recursos terapêuticos que podem auxiliar na restauração das funções afetadas. Para que o paciente possa ter uma melhor recuperação e qualidade de vida, é fundamental que ele seja analisado e tratado por uma equipe multidisciplinar de profissionais da saúde, fisioterapeutas, médicos, psicólogos e demais profissionais. Seja qual for o tipo do acidente, as consequências são bastante danosas. Além de estar entre as principais causas de morte mundiais, o AVC é uma das patologias que mais incapacitam para a realização das atividades cotidianas.

Conforme a região cerebral atingida, bem como de acordo com a extensão das lesões, o AVC pode oscilar entre dois opostos. Os de menor intensidade praticamente não deixam sequelas. Os mais graves, todavia, podem levar as pessoas à morte ou a um estado de absoluta dependência, sem condições, por vezes, de nem mesmo sair da cama.

A pessoa pode sofrer diversas complicações, como alterações comportamentais e cognitivas, dificuldades na fala, dificuldade para se alimentar, constipação intestinal, epilepsia vascular, depressão e outras implicações decorrentes da imobilidade e pelo acometimento muscular. Um dos fatores determinantes para os tipos de consequências provocadas é o tempo decorrido entre o início do AVC e o recebimento do tratamento necessário. Para que o risco de sequelas seja significativamente reduzido, o correto é que a vítima seja levada imediatamente ao hospital.
Entretanto, ressalta-se alguns sintomas mais característicos do quadro clínico:
• Perda súbita de força em um dos lados do corpo;
• Perda da fala ou compreensão da fala;
• Perda da visão completa de um olho ou de metade do campo visual de ambos os olhos;
• Perda de consciência;
• Convulsões;
• Perda da coordenação;
• Alteração da marcha
Os danos são consideravelmente maiores quando o atendimento demora mais de 3 horas para ser iniciado, entretanto com o avanço neurocientífico, sabe-se que o AVC pode causar danos depois de apenas 3 minutos.

Prevenção
Muitos fatores de risco contribuem para o seu aparecimento. Alguns desses fatores não podem ser modificados, como a idade, a raça, a constituição genética e o sexo. Outros fatores, entretanto, podem ser diagnosticados e tratados, tais como a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes mellitus, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais, a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, o sedentarismo (falta de atividades físicas) e a obesidade. A adequação dos hábitos de vida diária é primordial para a prevenção do AVC.

Cuidados pós-AVC
Em trabalho realizado por Perlini e Faro (2005) falando sobre o cuidar do acidentado vascular cerebral, as autoras trazem apontamentos sobre as mais diversas situações que necessitam ser desempenhadas pelos familiares destes indivíduos, pois dependendo da intensidade do AVC, se faz necessário todo um trabalho em conjunto procurando melhoras significativas o mais breve possível.
Piassaroli(2012,p.135-136) contribui com significativas sugestões e orientações:
• Orientar o cuidador a avaliar a integridade da pele, dos cabelos, das unhas e a higiene bucal do paciente, principalmente quando o mesmo encontrar-se no leito;
• Para maior segurança e independência do paciente no banho, recomenda-se o uso de barras de apoio na parede, o uso de tapetes antiderrapantes e a utilização de uma cadeira no boxe;
• Orientar quanto ao posicionamento na cama e na postura sentada;
• O posicionamento adequado do paciente precisa ser considerado em relação ao ambiente, de modo a incentivá-lo a olhar para o lado comprometido, proporcionar-lhe todos os estímulos visuais, auditivos e sensitivos;
• Orientar os cuidadores a estimular o paciente a utilizar o lado afetado, como por exemplo, ao dialogar com o paciente posicionar-se ao lado do membro comprometido;
• O uso de chinelo deve ser evitado, pois dificulta o andar do paciente. Utilizar sapatos com solado antiderrapante, fácil de colocar e retirar sozinho;
• As camas não devem ser muito baixas, pois dificultam os movimentos de sentar e de levantar;
• Usar fitas adesivas antiderrapantes em pisos escorregadios;
• Instalar corrimãos para oferecer mais segurança ao paciente;
• Estimular sempre o familiar a realizar atividades com o paciente, de modo que ele não fique acomodado ou dependente. Isso evita que o mesmo perca a força muscular, agilidade, interesse e ânimo, essenciais à manutenção da independência funcional e na prevenção de quedas;
• Evitar exercícios que estimulem o padrão flexor, como por exemplo, não realizar exercícios de apertar bolinhas com a mão comprometida, pois esses exercícios fortalecem a musculatura flexora que é padrão no paciente com AVC;
• Não excluir o paciente afásico da conversação ou responder por ele; manter orações curtas e simples, sem muita informação; proporcionar tempo para o paciente responder e trocar de assunto; organizar as perguntas de forma que elas possam ser respondidas com sim, não, ou alguma outra forma de resposta;
• A dança terapia é um método que fornece estímulos, despertando áreas adormecidas, possibilitando autoconhecimento físico, fazendo com que os pacientes criem consciência de ultrapassar seus próprios limites, auxiliando no desenvolvimento do cognitivo, memória, bem-estar geral, coordenação muscular. Essa terapia traz grandes benefícios, como diminuição da rigidez muscular, auto-expressão, interação do paciente consigo mesmo e com os outros, inclusão social e melhorar a qualidade de vida;
• Incentivar o treino em ações bimanuais;
• Manter ambientes bem iluminados, para evitar acidentes domésticos;
• Cuidados com o ombro comprometido durante manipulações, visto que é frequente a dor e a subluxação devido a anatomia da articulação glenoumeral, que predispõe ao quadro;
• Proporcionar ao paciente ambientes ricos em estímulos visuais, auditivos e sensitivos;
• Auxílio a deambulação(locomoção, caminhada), quando necessário, com auxílio de andador, bengala, órtese ou muleta, de acordo com o quadro do paciente.

Fonte:
 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A relação entre voz, linguagem e fala

Antes de tudo, você alguma vez já pensou na diferença que existe entre a sua voz, fala e linguagem?

        A voz é o som produzido pelo ar, lançado dos pulmões na laringe e vibra as pregas vocais. É o som com que se modulam as palavras ou o canto. A fala é o som articulado e moldado pela garganta, dentes, língua, bochechas e lábios. Para falar, movimentamos cerca de uma dúzia de músculos da laringe. O conceito de linguagem é mais complexo. Trata-se do processo mental de elaborar, formular, compreender e interpretar a mensagem. Pode ser por gestos, sinais falados, escritos ou gesticulados, sons, símbolos ou palavras, que são usados para representar conceitos de comunicação, ideias, significados, pensamentos e sentimentos.

É qualquer meio que sirva para exprimir sensações ou ideias. Agregado de palavras e métodos de combiná-los usados por uma nação, povo ou raça; idioma, língua, dialeto.

Se não soubéssemos falar em nenhuma língua, ainda poderíamos nos expressar e nos comunicar por meio de inúmeros e variados sons vocais, sons esses não-verbais, quer dizer, que não pertencem à comunicação falada. São eles:

• chorar;
• gemer;
• gritar;
• soluçar;
• suspirar;
• balbuciar;
• rir;
• gargalhar;
• cantarolar;
• dar estalos com a língua;
• soltar sons lamentosos;
• tossir;
• bocejar;
• roncar;
• respirar ruidosamente;
• espirrar;
• soprar;
• assobiar.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Estimule a concentração das crianças com essas brincadeiras

Divirta o seu filho com opções mais saudáveis que vídeo game e TV
 
 
Os pais que nunca enlouqueceram porque o filho não parava quieto que atirem a primeira pedra. A hiperatividade é cada vez mais comum nos pequenos. Vivemos em um mundo em que várias coisas acontecem ao mesmo tempo e a criança convive com isso desde que nasce: é muito estimulada e impressionada a todo o momento. Essa pressão pode provocar dificuldade de concentração, agitação e até comportamento hiperativo.
 
Por isso, é muito importante que ela direcione esses sentimentos a uma atividade que "segure" esse turbilhão. Saiba quais são as brincadeiras mais recomendadas por especialistas para estimular a criatividade e o foco do pequeno.
 
Eletrônicos e brincadeiras na medida certa
A rapidez das novas tecnologias de entretenimento - como internet, videogame e televisão - é uma das maiores responsáveis por esse "super estímulo" nas crianças.

O cérebro da criança que fica imersa em atividades muito rápidas começa a funcionar em um ritmo também acelerado. Isso dá a sensação de que focar a atenção em algo por um período mais prolongado é "perda de tempo", fazendo com que o pequeno não consiga passar horas se dedicando a apenas uma atividade.

No entanto, que games e internet não precisam ser abolidos da vida do filho, pois fazem parte dos artefatos de nossa cultura. O que é necessário é utilizá-los com moderação.
 
Pular amarelinha
Por não exigir materiais caros ou nenhum tipo de tecnologia avançada, essa brincadeira pode ser feita em qualquer espaço ou situação. Esse jogo auxilia a criança na coordenação motora, na socialização, no desenvolvimento de tolerância à frustração e no contato com limites e regras.
 
Jogos de tabuleiro
Jogos que envolvam estratégias de raciocínio dão à criança a oportunidade de explorar o problema proposto de forma planejada, sistemática e ordenada. "Eles ajudam a criança a não agir de maneira impulsiva", conta a pedagoga Silvânia Assis, do Colégio Pitágoras.

Alguns jogos, além de auxiliarem na concentração e tolerância à frustração, oferecem uma riqueza simbólica enorme, fazendo com que a criança experimente como é desempenhar papéis diferentes, como comandantes, princesas, reis, banqueiros, etc.
 
Teatrinhos e faz de conta
Montar com seu filho um teatro de fantoches pode ocupar uma tarde inteira e ainda estimular o que a criança tem de sobra: a criatividade. "Nestas atividades, as crianças conseguem imitar situações reais sem fronteiras", explica a pedagoga Silvânia Assis.

Dessa forma, as crianças que não conseguem satisfazer as suas necessidades no mundo dos adultos encontram o equilíbrio afetivo e intelectual nessas representações, que também são ótimas para ajudar na educação do pequeno.
 
Jogos de mímica
Mímica também é outra brincadeira que pode render várias horas de diversão. Os especialistas explicam que esse jogo estimula a criança a pensar em representações e fazer associações de palavras, facilitando os processos cognitivos. A questão é encontrar algo que faça sentido para a criança e, junto com isso, criar uma brincadeira, e personagens ou temáticas atuais podem ser utilizadas para a elaboração de brincadeiras e encenações.
 
Jogos de montar
Os jogos de montar estimulam a agilidade, imaginação e comunicação. As crianças nessas situações têm a oportunidade de construir, montar, desfazer e analisar. Esses jogos desenvolvem competências, atitudes e habilidades de maneira lúdica e eficiente.
 
Brincadeiras em grupo
Envolver uma equipe é uma boa estratégia para estimular a criança a pensar de forma independente. "Os jogos em grupo propiciam agilidade mental, iniciativa e curiosidade, fazendo com que a criança tenha que discutir para decidir sobre regras de ganhar e perder", diz a pedagoga Sílvia.
 
Importante!
Lembre-se que o segredo é encontrar uma atividade que seja do interesse da criança, com algum tema que lhe agrade, sempre com muita interatividade e diversão. Assim, ela passará horas empenhada em desenvolver a brincadeira, em vez de enjoar rapidamente e desistir de jogar.

Fonte: www.minhavida.com.br

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

A importância do brincar

O brincar gera diversas experiências e ajuda no desenvolvimento infantil. Segue texto de uma colega, onde coloca de modo muito interessante estas questões (http://arquivofono.blogspot.com.br).

" O brincar é uma preparação para a vida, na qual a criança desenvolve a imaginação, confiança em si mesma, o autocontrole e capacidade de cooperação." (Karl Groos).


Para Piaget,o brincar é um ato de inteligência,subordinado ao desenvolvimento cognitivo.

Souza, considera o brincar, uma das formas mais autênticas de expressão da criança. É através dele que consegue entender o mundo adulto e treinar para as atividades adultas posteriores.

Por quê brincar ?
    É sabido, que a criança adquire experiências brincando e, as crianças evoluem por intermédio de suas próprias brincadeiras e das invenções de brincadeiras feitas por outras crianças e por adultos.



    O brincar evolui através da infância,de acordo com o crescimento da criança. Cada etapa tem seu brinquedo característico que traduz a situação física e psicológica infantil.

    O primeiro objeto de brinquedo do bebê é o seu próprio corpo e o corpo da mãe , o prazer é obtido através do contato da pele em geral,e especificamente do tato da boca com os objetos.

     À medida que a criança cresce,vai substituindo o " objeto de transição" por materiais que correspondem ao seu próprio desenvolvimento físico. Com a possibilidade de movimento,de locomoção,o mundo se amplia e a criança torna-se um pequeno explorador de seu meio ambiente.

     A
través do brinquedo epodemos observar o que estágio de desenvolvimento a criança se encontra , como está o desenvolvimento cognitivo, sua linguagem,sua capacidade de interagir com o outro,seu desenvolvimento psicoafetivo.

- Classificação do bricar segundo Vayer:

a- Atividade funcionnal
  A criança inicialmente brinca com as mãos, braços, pés, boca... arrasta-se pelo chão, anda, corre, salta...Esta atividade funcional, ligada essencialmente ao prazer de se mover, é importante ao bebê, decrescendo progressivamente até a idade de 4-5 anos para renascer, sob outras formas, mais tarde.

b-Atividade simbólicaÉ o aparecimento,à partir dos 2 anos  , 2 anos e meio,dos jogos de imitação. Os jogos tornam-se uma transposição do meio ambiente e assumem os aspectos simbólicos e mágicos que conhecemos.c- Atividade socializadaPor volta dos 4 anos,os contatos com o outro fazem com que os outros elementos intervenham:
- o desejo de fazer como os grandes
-a busca de um público
-a busca do êxito...

É também o aparecimento das regras e códigos que ocuparão um lugar preponderante no jogo da criança à partir dos 7 anos.
* Não esqueçamos que o brincar faz parte do desenvolvimento da linguagem da criança e que linguagem não é somente a fala, mas o contato do olhar, o toque, o sorriso, o gesto, o choro......

Alguns exemplos de brincadeiras que auxiliam no desenvolvimento da criança :

Jogos de Regras - São aquelas bricadeiras que combinam aspectos motores -exploratórios(movimento corporal e sensações) e /ou aspectos intelectuais, com competição dos jogadores e regras pré estabelecidas.
Esses jogos auxiliam no desenvolvimento de regras sociais. Os jogos de regras começam a ser explorados pelas crianças, geralmente entre 4-7 anos.(período em que vão para a escola).

Jogos de Construção - Acontecem quando as crianças usam,t ransformam objetos variados (blocos ou sucatas) e criam novos produtos (parque de diversões,fazendas...) . Esses jogos possibilitam maiores oportunidades de cooperação entre as crianças.

Jogos de Faz de Conta - Envolvem a representação e a elaboração de papéis(faz de conta que eu sou a mamãe; a professora; o médico...) brincar de casinha,de teatro, de mímica...


O tempo pode ser uma ponte entre o presente e o futuro. O outro lado da ponte só vai existir se você viver o presente.
O tempo só existe em você. É você que constrói a ponte."  Bruno Pacheco

                                                
Fonte: http://arquivofono.blogspot.com.br