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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Meu filho ainda não fala. O que faço?

Retirado do site Guia do Bebê

Uma criança não é igual à outra e isso vale para os irmãos também. As mamães têm a mania de comparar seu filho com a criança da vizinha. Cada criança tem seu tempo e desenvolvimento próprio. E isso vale para o início do desenvolvimento da fala.

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Claro que se tem um tempo esperado para tudo. A criança pode iniciar as primeiras palavrinhas com nove meses ou um ano e meio. Uma criança que com dois anos não fala absolutamente nada necessita de uma avaliação fonoaudiológica e médica.

Mas por que ocorre esse atraso na fala? São várias as razões, sendo que em muitos casos os maiores culpados são os próprios pais, que em muitas vezes excedem no mimo à criança, inibindo a evolução natural do pequeno.

Desde a barriga da mamãe, o bebê já tem condições de ouvir. Então, falar com o bebê mesmo que este se encontre dentro da barriga da mamãe já é um bom começo para o desenvolvimento da fala.

Para falar, o bebê precisa ouvir bem. Se há uma deficiência auditiva, o som que chega para o bebê é distorcido ou, se for uma deficiência auditiva profunda, o bebê nem ouve e por isso tem dificuldades de desenvolver a fala.

Desde o nascimento, preste atenção na audição do seu bebê, verifique se ele se assusta com algum barulho repentino, como uma batida de porta ou alguém que entra falando alto no seu quarto.

Quando mais velho, faça algum barulho na lateral da criança e veja se a criança tenta procurar de onde vem o barulho ou o chame, sussurrando, pelo nome para que ele a procure. Caso sinta que seu seu bebê não ouve direito, procure um pediatra.

Se o bebê chora sem motivo, pode ser dor de ouvido. Certifique-se levando o pequeno no pediatra. Infecções repetidas de ouvido podem levar a uma baixa na audição, atrasando o início da fala.

Proteção em excesso pode atrapalhar a fala - Outro fator de atraso no desenvolvimento da fala é o ambiente. Uma criança que convive na maior parte do seu tempo com adulto e esses adultos fazem tudo para a criança sem que ela precise pedir, como pegar um copo de água quando a criança aponta para o filtro, não tem necessidade de falar.

Os pais precisam entender a seguinte lição: a criança precisa sentir necessidade de falar. É um processo novo e difícil para a criança. Se ela aponta e tem o que quer na mão, sempre usará dessa atitude para conseguir o seu desejo e não será forçada a falar.

Escolinha ajuda, e muito, no processo de fala - O convívio com outras crianças como numa escolinha, faz com que a criança tenha que falar para que não seja “esquecida”. Se ela não se impuser, não vai conseguir muita coisa. E a estimulação de fala e linguagem que a criança terá com o convívio com outras crianças será imensa.

Outros fatores que podem atrasar o início da fala são as alterações neurológicas e anatômicas como a Paralisia Cerebral, Síndrome de Down e Fissuras lábio-palatinas (lábio leporino). Nesses casos, conversas com o pediatra e outros profissionais devem ser realizadas para que a conduta e estimulação dessas crianças sejam orientadas o mais precocemente possível.

Mudanças repentinas podem atrasar ou mesmo fazer com que a fala regrida. A chegada de um irmãozinho ou a separação dos pais podem ser alguns dos motivos. Tente detectar o motivo da alteração emocional daquele momento e procure deixar seu filho seguro do amor que os pais tem por ele.

Em caso de dúvidas sobre o desenvolvimento da fala do seu filho, procure o pediatra ou o fonoaudiólogo para uma avaliação.

Dicas

- Converse muito com seu bebê e, principalmente, olhando para ele. Assim poderá ver os movimentos que a mamãe faz com a boca e as expressões de seu rosto, importantes para a comunicação.

- Na fase de desenvolvimento da fala, não fale em diminutivos e nem como uma “tiancinha” (criancinha). Além de ser algo super chato, falar com jeitinho infantil dificulta o entendimento da criança que ainda não sabe qual o som correto das palavras.

- Nomeie tudo para a criança. A hora do banho é ideal para o pequeno conhecer as partes do corpo com as perguntas: “Onde está o pé? E o cabelo? Os olhos?”. Ou então: "qual é a cor dessa maçã?"

Fonte: Guia do Bebê

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Pais podem prejudicar o aprendizado da fala das crianças

Retirado do site Guia do Bebê

Claro que não é intencional por parte dos adultos, já que as primeiras palavrinhas são mais do que esperadas. Na maioria das vezes, os pais estão apenas tentando ajudar a criança. 

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Um dos erros mais comum é corrigir a criança quando esta fala uma palavra incorreta ou repetir a palavra errada porque ficou “engraçadinho”.

Se os pais corrigem sempre a palavra errada, a criança pode ficar envergonhada e até irritada por ser constantemente corrigida e não querer falar mais. Já repetindo a palavra errada e achando graça os pais estarão incentivando a criança a continuar a falar errado. O ideal é repetir a palavra corretamente sem corrigir. Se a criança diz “Olha o tatorro”, os pais devem responder enfatizando a palavra correta “Cadê o cachorro? O que o cachorro está fazendo? Que bonito o cachorro!”. Indiretamente ele está ensinando a criança sem ser rígido ou até mesmo grosso.

Trocar o nome de um objeto por um mais fácil achando que ajudará a criança é errado também. Chamar a chupeta de “peta” ou a mamadeira de “Tetê” faz com que a criança tenha que aprender duas palavras para um mesmo objeto, podendo prejudicar e atrasar o desenvolvimento da linguagem.

Dizer “Té o seu bunetu?” em vez de “Quer o seu boneco?”. Isso pode atrasar o desenvolvimento de alguns sons e os pais também estarão incentivando a fala errada.

Diminutivos não são bem vindos para os pequenos que estão começando a falar. Dizendo carrinho para carro ou gatinho para gato os pais estão aumentando a palavra,, dificultando o entendimento e a produção da fala.

Estimule o pequeno a dizer o que ele quer - Um dos artifícios que as crianças usam quando estão começando a desenvolver a fala é o gesto. Aponta para a água quando quer água, para o brinquedo quando quer brincar ou mesmo para a cama quando quer dormir. Se os pais simplesmente executam o desejo da criança não estão criando nela a necessidade de falar. Falar é difícil para quem está começando e, se apontando tem o que quer, porque a criança vai querer falar? Os pais devem falar o que a criança quer antes de realizar o desejo e se a criança já produz alguns sons deixe que tente falar, mesmo que não saia o som correto, depois repita a palavra corretamente e faça o que a criança quer.

Uma das dicas mais importantes é conversar com a criança na sua altura, olho no olho. Abaixe-se e fale com os pequenos assim eles poderão ter um modelo visual, verão os movimentos dos lábios e língua, além do modelo auditivo. Até os três anos a criança pode falar alguns sonzinhos errados, mas todos devem entendê-la. Já aos cinco, a articulação da fala deve estar completa usando muito bem a linguagem.

Qualquer dúvida procure um fonoaudiólogo para uma avaliação da fala e linguagem da criança.

Fonte: Guia do Bebê

Pais podem prejudicar o aprendizado da fala das crianças

Retirado do site Guia do Bebê

Claro que não é intencional por parte dos adultos, já que as primeiras palavrinhas são mais do que esperadas. Na maioria das vezes, os pais estão apenas tentando ajudar a criança. 

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Um dos erros mais comum é corrigir a criança quando esta fala uma palavra incorreta ou repetir a palavra errada porque ficou “engraçadinho”.

Se os pais corrigem sempre a palavra errada, a criança pode ficar envergonhada e até irritada por ser constantemente corrigida e não querer falar mais. Já repetindo a palavra errada e achando graça os pais estarão incentivando a criança a continuar a falar errado. O ideal é repetir a palavra corretamente sem corrigir. Se a criança diz “Olha o tatorro”, os pais devem responder enfatizando a palavra correta “Cadê o cachorro? O que o cachorro está fazendo? Que bonito o cachorro!”. Indiretamente ele está ensinando a criança sem ser rígido ou até mesmo grosso.

Trocar o nome de um objeto por um mais fácil achando que ajudará a criança é errado também. Chamar a chupeta de “peta” ou a mamadeira de “Tetê” faz com que a criança tenha que aprender duas palavras para um mesmo objeto, podendo prejudicar e atrasar o desenvolvimento da linguagem.

Dizer “Té o seu bunetu?” em vez de “Quer o seu boneco?”. Isso pode atrasar o desenvolvimento de alguns sons e os pais também estarão incentivando a fala errada.

Diminutivos não são bem vindos para os pequenos que estão começando a falar. Dizendo carrinho para carro ou gatinho para gato os pais estão aumentando a palavra,, dificultando o entendimento e a produção da fala.

Estimule o pequeno a dizer o que ele quer - Um dos artifícios que as crianças usam quando estão começando a desenvolver a fala é o gesto. Aponta para a água quando quer água, para o brinquedo quando quer brincar ou mesmo para a cama quando quer dormir. Se os pais simplesmente executam o desejo da criança não estão criando nela a necessidade de falar. Falar é difícil para quem está começando e, se apontando tem o que quer, porque a criança vai querer falar? Os pais devem falar o que a criança quer antes de realizar o desejo e se a criança já produz alguns sons deixe que tente falar, mesmo que não saia o som correto, depois repita a palavra corretamente e faça o que a criança quer.

Uma das dicas mais importantes é conversar com a criança na sua altura, olho no olho. Abaixe-se e fale com os pequenos assim eles poderão ter um modelo visual, verão os movimentos dos lábios e língua, além do modelo auditivo. Até os três anos a criança pode falar alguns sonzinhos errados, mas todos devem entendê-la. Já aos cinco, a articulação da fala deve estar completa usando muito bem a linguagem.

Qualquer dúvida procure um fonoaudiólogo para uma avaliação da fala e linguagem da criança.

Fonte: Guia do Bebê

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Gagueira: até onde é normal??

Retirado do site Guia do Bebê

Existe um tipo de gagueira considerada normal para a fase, chamada de gagueira fisiológica ou disfluência que ocorre com muitas crianças e é passageira.

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O bebê da mamãe que até pouco tempo falava apenas algumas palavras isoladas agora quer falar tudo e contar tudo o que aconteceu o dia todo quando se encontravam separados. Mas algo ocorre no meio de tudo isso: a criança dá umas gaguejadas de vez em quando.

Alguns pais se desesperam e acham que o filho está gago, outros nem percebem que esse "tropeço" na fala acontece. Qual atitude tomar diante dessa situação?

Nem tanto ao céu e nem tanto à terra. Não precisamos de radicalismo. Pais ansiosos ou os que não prestam atenção nas atitudes de seus filhos são prejudiciais para o desenvolvimento da fala e linguagem dos pequenos.

O que os pais precisam saber é sobre o desenvolvimento normal da fala e linguagem da criança. Mas fala e linguagem não são a mesma coisa? Não. Linguagem é como se fosse nosso pensamento, todo nosso conhecimento, o que está dentro da nossa cabeça. A fala expressa todo o esse conhecimento.

Aos dois anos e meio, mais ou menos, acontece um "boom", crescimento, da linguagem da criança que não é muito bem acompanhado pelo desenvolvimento da fala e articulação da criança. Então, quando a criança quer contar o que aconteceu na escolinha durante o dia, seu pensamento já passou pela manhã e tarde e está no momento da saída, mas a fala ainda não conseguiu terminar nem a primeira brincadeira da manhã.

É nesse momento que ocorre o "tropeço", mais conhecido como gagueira, mas é uma leve disfluência ou gagueira fisiológica. É normal. A criança está se adaptando com tantas palavras novas.

"Podemos comparar com o começo do andar. O bebê dá os primeiros passinhos e já quer sair correndo, como não tem coordenação motora suficiente para isso, cai. É a mesma coisa com a linguagem e fala: a criança não consegue falar tão rápido como o seu pensamento e aí dá uma gaguejada", explica a fonoaudióloga Jamile Elias.

Como agir nesses casos - Os pais devem entender que isso é normal e deixar a gagueira acontecer sem pedir para a criança ter calma, que fale mais devagar ou parar e respirar. Ninguém precisa disso para falar, nem as crianças. Com essas "dicas" as crianças vão ficando mais tensas na hora de falar e a gagueira aparecerá ainda mais, podendo a gagueira se tornar permanente.

Os pais devem prestar atenção, sim, na gagueira quando houver alguma história de gagueira na família, tanto da mamãe quanto do papai.

Se houver esse histórico, e a criança começar a gaguejar, leve-a para uma avaliação fonoaudiológica, pois essa criança tem maiores chances de não ser só uma gagueira do desenvolvimento normal. Mas a dica é a mesma: deixe a gagueira acontecer, escute seu filho sem interromper ou completar a palavra que ele está com dificuldade para falar.

Agora, se passarem seis meses e essa gagueira não desaparecer, consulte um fonoaudiólogo que avaliará com mais profundidade o caso do seu filho.

Dicas

Quanto mais tensão, mais gagueira aparece. Não chame seu filho de gago e ou o force a falar na frente de pessoas que ele não queira.

Não se mostre impaciente diante da gagueira do seu filho. Mesmo que você não fale nada, suas pernas balançando e inquietas demonstram.

E lembre-se que gagueira no começo do desenvolvimento da fala e linguagem é normal e não precisa da ansiedade dos pais.

Fonte: Guia do bebê

Gagueira: até onde é normal??

Retirado do site Guia do Bebê

Existe um tipo de gagueira considerada normal para a fase, chamada de gagueira fisiológica ou disfluência que ocorre com muitas crianças e é passageira.

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O bebê da mamãe que até pouco tempo falava apenas algumas palavras isoladas agora quer falar tudo e contar tudo o que aconteceu o dia todo quando se encontravam separados. Mas algo ocorre no meio de tudo isso: a criança dá umas gaguejadas de vez em quando.

Alguns pais se desesperam e acham que o filho está gago, outros nem percebem que esse "tropeço" na fala acontece. Qual atitude tomar diante dessa situação?

Nem tanto ao céu e nem tanto à terra. Não precisamos de radicalismo. Pais ansiosos ou os que não prestam atenção nas atitudes de seus filhos são prejudiciais para o desenvolvimento da fala e linguagem dos pequenos.

O que os pais precisam saber é sobre o desenvolvimento normal da fala e linguagem da criança. Mas fala e linguagem não são a mesma coisa? Não. Linguagem é como se fosse nosso pensamento, todo nosso conhecimento, o que está dentro da nossa cabeça. A fala expressa todo o esse conhecimento.

Aos dois anos e meio, mais ou menos, acontece um "boom", crescimento, da linguagem da criança que não é muito bem acompanhado pelo desenvolvimento da fala e articulação da criança. Então, quando a criança quer contar o que aconteceu na escolinha durante o dia, seu pensamento já passou pela manhã e tarde e está no momento da saída, mas a fala ainda não conseguiu terminar nem a primeira brincadeira da manhã.

É nesse momento que ocorre o "tropeço", mais conhecido como gagueira, mas é uma leve disfluência ou gagueira fisiológica. É normal. A criança está se adaptando com tantas palavras novas.

"Podemos comparar com o começo do andar. O bebê dá os primeiros passinhos e já quer sair correndo, como não tem coordenação motora suficiente para isso, cai. É a mesma coisa com a linguagem e fala: a criança não consegue falar tão rápido como o seu pensamento e aí dá uma gaguejada", explica a fonoaudióloga Jamile Elias.

Como agir nesses casos - Os pais devem entender que isso é normal e deixar a gagueira acontecer sem pedir para a criança ter calma, que fale mais devagar ou parar e respirar. Ninguém precisa disso para falar, nem as crianças. Com essas "dicas" as crianças vão ficando mais tensas na hora de falar e a gagueira aparecerá ainda mais, podendo a gagueira se tornar permanente.

Os pais devem prestar atenção, sim, na gagueira quando houver alguma história de gagueira na família, tanto da mamãe quanto do papai.

Se houver esse histórico, e a criança começar a gaguejar, leve-a para uma avaliação fonoaudiológica, pois essa criança tem maiores chances de não ser só uma gagueira do desenvolvimento normal. Mas a dica é a mesma: deixe a gagueira acontecer, escute seu filho sem interromper ou completar a palavra que ele está com dificuldade para falar.

Agora, se passarem seis meses e essa gagueira não desaparecer, consulte um fonoaudiólogo que avaliará com mais profundidade o caso do seu filho.

Dicas

Quanto mais tensão, mais gagueira aparece. Não chame seu filho de gago e ou o force a falar na frente de pessoas que ele não queira.

Não se mostre impaciente diante da gagueira do seu filho. Mesmo que você não fale nada, suas pernas balançando e inquietas demonstram.

E lembre-se que gagueira no começo do desenvolvimento da fala e linguagem é normal e não precisa da ansiedade dos pais.

Fonte: Guia do bebê

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Os riscos do atraso no diagnóstico de problemas de fala

Retirado do site Guia do Bebê

A fala é uma característica que difere os seres humanos. Qualquer problema relacionado a ela pode dificultar a comunicação e, com o tempo, abalar o emocional da criança e adulto. Portanto, o encaminhamento para o fonoaudiólogo deve ser o mais precoce possível. Mas um grande erro tem ocorrido e trazido prejuízo ao desenvolvimento do pequeno.

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A maior parte dos pediatras não encaminha a criança com alteração no desenvolvimento de linguagem no período adequado. Essa é a conclusão do estudo da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo – USP – e publicada na Revista CEFAC (Atualização Científica em Fonoaudiologia e Educação).

Sabe quais riscos quando os pais demoram a levar os filhos para um diagnóstico preciso? Vejamos. Metade das crianças com um atraso na fala aos 24-30 meses pode apresentar atraso severo entre 3 e 4 anos. Além disso, um distúrbio de aprendizagem pode ser verificado posteriormente no ingresso na escola.

Um atraso no desenvolvimento da fala pode causar mais tarde uma dificuldade no convívio com outras crianças na escolinha, sendo alvo de constrangimentos, já que é percebida pela sua dificuldade. Isso pode gerar apelidos que podem permanecer por muito tempo, gerando prejuízos emocionais até a idade adulta.

A comunicação, isto é, a fala, permite uma maior liberdade, onde a criança planeja e oriente suas ações, expressa seus sentimentos, diminuindo assim sua impulsividade e agressividade.
Os casos mais sérios de alteração de fala principalmente com dificuldade de interação ou patologia mais grave são detectados e encaminhados mais precocemente. Já os distúrbios mais simples e comuns, como um atraso do desenvolvimento da fala ou distúrbio fonológico (omissão ou trocas de fonemas), têm sido encaminhados com 3 anos ou mais, tornando a terapia mais demorada.

Os erros - Os médicos têm a preocupação com a idade em que a criança começa a falar, mas, normalmente, só encaminham quando os pais ou a escola fazem queixa sobre o desenvolvimento da comunicação dos pequenos. E a criança, coitada, sofrerá para lidar com um obstáculo que poderia ter sido detectado com antecedência ou por profissional específico para o assunto.

Um dos motivos para que ocorra atraso na descoberta do problema é a formação dos profissionais médicos, que relataram ao estudo da USP não ter nada específico que abordasse o tema linguagem infantil. Recado para mamãe e papai: saibam diferenciar os profissionais. Um fonoaudiólogo é o mais indicado a conferir o problema de fala.

Mesmo entre os pediatras mais experientes, é comum que a consulta tenha como objetivo a doença e não a preocupação com questões básicas do desenvolvimento da criança, como a fala, que podem ser tão prejudiciais quanto qualquer outro problema de saúde", relata Luciana Paula Maximino, uma das autoras do trabalho e professora do Departamento de Fonoaudiologia.

Fonte: Guia do Bebê

Os riscos do atraso no diagnóstico de problemas de fala

Retirado do site Guia do Bebê

A fala é uma característica que difere os seres humanos. Qualquer problema relacionado a ela pode dificultar a comunicação e, com o tempo, abalar o emocional da criança e adulto. Portanto, o encaminhamento para o fonoaudiólogo deve ser o mais precoce possível. Mas um grande erro tem ocorrido e trazido prejuízo ao desenvolvimento do pequeno.

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A maior parte dos pediatras não encaminha a criança com alteração no desenvolvimento de linguagem no período adequado. Essa é a conclusão do estudo da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo – USP – e publicada na Revista CEFAC (Atualização Científica em Fonoaudiologia e Educação).

Sabe quais riscos quando os pais demoram a levar os filhos para um diagnóstico preciso? Vejamos. Metade das crianças com um atraso na fala aos 24-30 meses pode apresentar atraso severo entre 3 e 4 anos. Além disso, um distúrbio de aprendizagem pode ser verificado posteriormente no ingresso na escola.

Um atraso no desenvolvimento da fala pode causar mais tarde uma dificuldade no convívio com outras crianças na escolinha, sendo alvo de constrangimentos, já que é percebida pela sua dificuldade. Isso pode gerar apelidos que podem permanecer por muito tempo, gerando prejuízos emocionais até a idade adulta.

A comunicação, isto é, a fala, permite uma maior liberdade, onde a criança planeja e oriente suas ações, expressa seus sentimentos, diminuindo assim sua impulsividade e agressividade.
Os casos mais sérios de alteração de fala principalmente com dificuldade de interação ou patologia mais grave são detectados e encaminhados mais precocemente. Já os distúrbios mais simples e comuns, como um atraso do desenvolvimento da fala ou distúrbio fonológico (omissão ou trocas de fonemas), têm sido encaminhados com 3 anos ou mais, tornando a terapia mais demorada.

Os erros - Os médicos têm a preocupação com a idade em que a criança começa a falar, mas, normalmente, só encaminham quando os pais ou a escola fazem queixa sobre o desenvolvimento da comunicação dos pequenos. E a criança, coitada, sofrerá para lidar com um obstáculo que poderia ter sido detectado com antecedência ou por profissional específico para o assunto.

Um dos motivos para que ocorra atraso na descoberta do problema é a formação dos profissionais médicos, que relataram ao estudo da USP não ter nada específico que abordasse o tema linguagem infantil. Recado para mamãe e papai: saibam diferenciar os profissionais. Um fonoaudiólogo é o mais indicado a conferir o problema de fala.

Mesmo entre os pediatras mais experientes, é comum que a consulta tenha como objetivo a doença e não a preocupação com questões básicas do desenvolvimento da criança, como a fala, que podem ser tão prejudiciais quanto qualquer outro problema de saúde", relata Luciana Paula Maximino, uma das autoras do trabalho e professora do Departamento de Fonoaudiologia.

Fonte: Guia do Bebê

segunda-feira, 18 de julho de 2016

A importância do "brincar" na aquisição e desenvolvimento da linguagem

Retirado do site www.megabebes.com.br

linguagem é uma característica inerente a todo o ser humano.

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Não é um processo estanque, pelo contrário, é um processo que está em constante evolução e que está dependente da interação e da estimulação do meio social envolvente. Toda a criança deve ser estimulada desde muito pequena. Assim, para que a criança tenha a capacidade de adquirir e desenvolver a linguagem oral, é imprescindível a transmissão de estímulos, por parte dos pais, de forma adequada. São estes estímulos que vão proporcionar um bom desenvolvimento infantil. 

Desta forma, considera-se que as crianças precisam, efetivamente, de oportunidades para verbalizar, discutir, colocar questões sobre aquilo que experimentam no seu mundo. É assim importante que as crianças sejam estimuladas muito precocemente a comunicar e uma das formas de comunicar com as crianças é brincando com elas. As brincadeiras que nós adultos consideramos por vezes "patéticas", como o faz-de-conta, são de grande importância para as crianças: promovem o desenvolvimento cognitivo, linguístico e social.

Com o "jogo simbólico" a criança não só aprende a explorar e a entender o mundo que a rodeia como também promove o desenvolvimento motor (a criança salta, corre, dança), testa algumas funções sociais (quando brinca "aos médicos"), adquire regras sociais como o ganhar ou perder.

O brincar estimula não só a aquisição e o desenvolvimento da linguagem como também a interação, a relação, o contato e a troca de experiências com outras crianças.

Aos pais, cabe um papel de extrema importância: estimular a criança a brincar, a explorar o que a rodeia. Muitas vezes, os pais tentam impedir as brincadeiras dos filhos movidos, muitas vezes, pelo excesso de trabalho que a vida atual exige. Estão muito centrados na arrumação e organização da sua casa porque não há tempo para andar sempre a colocar os brinquedos nos lugares corretos. Apesar de ser difícil controlar as crianças para que não tenham os brinquedos espalhados um pouco por toda a parte, não devem impedi-las de brincar. Ao brincar estão, ao mesmo tempo, a comunicar com ela.

Comunicar a brincar - As crianças dão sentido ao que está à sua volta. Ganham experiências que as ajudam a saber estar e agir no mundo que as rodeia.

Fonte:megabebes

A importância do "brincar" na aquisição e desenvolvimento da linguagem

Retirado do site www.megabebes.com.br

linguagem é uma característica inerente a todo o ser humano.

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Não é um processo estanque, pelo contrário, é um processo que está em constante evolução e que está dependente da interação e da estimulação do meio social envolvente. Toda a criança deve ser estimulada desde muito pequena. Assim, para que a criança tenha a capacidade de adquirir e desenvolver a linguagem oral, é imprescindível a transmissão de estímulos, por parte dos pais, de forma adequada. São estes estímulos que vão proporcionar um bom desenvolvimento infantil. 

Desta forma, considera-se que as crianças precisam, efetivamente, de oportunidades para verbalizar, discutir, colocar questões sobre aquilo que experimentam no seu mundo. É assim importante que as crianças sejam estimuladas muito precocemente a comunicar e uma das formas de comunicar com as crianças é brincando com elas. As brincadeiras que nós adultos consideramos por vezes "patéticas", como o faz-de-conta, são de grande importância para as crianças: promovem o desenvolvimento cognitivo, linguístico e social.

Com o "jogo simbólico" a criança não só aprende a explorar e a entender o mundo que a rodeia como também promove o desenvolvimento motor (a criança salta, corre, dança), testa algumas funções sociais (quando brinca "aos médicos"), adquire regras sociais como o ganhar ou perder.

O brincar estimula não só a aquisição e o desenvolvimento da linguagem como também a interação, a relação, o contato e a troca de experiências com outras crianças.

Aos pais, cabe um papel de extrema importância: estimular a criança a brincar, a explorar o que a rodeia. Muitas vezes, os pais tentam impedir as brincadeiras dos filhos movidos, muitas vezes, pelo excesso de trabalho que a vida atual exige. Estão muito centrados na arrumação e organização da sua casa porque não há tempo para andar sempre a colocar os brinquedos nos lugares corretos. Apesar de ser difícil controlar as crianças para que não tenham os brinquedos espalhados um pouco por toda a parte, não devem impedi-las de brincar. Ao brincar estão, ao mesmo tempo, a comunicar com ela.

Comunicar a brincar - As crianças dão sentido ao que está à sua volta. Ganham experiências que as ajudam a saber estar e agir no mundo que as rodeia.

Fonte:megabebes

quinta-feira, 31 de março de 2016

Gagueira

Retirado do site www.minhavida.com.br

Gagueira é um distúrbio na temporalização da fala que afeta a fluência e a comunicação. A temporalização significa o tempo de execução dos sons, sílabas, palavras e frases. Cada som da fala tem um tempo usual para ser falado. Esse tempo depende da região onde a fala é produzida. No caso da gagueira, alguns sons demoram mais para serem ditos. Esse tempo maior interfere na fluência.


Já a fluência representa a suavidade e facilidade com que os sons, silabas, palavras e frases são produzidos ao longo da fala. No caso de pessoas com gagueira, a produção da fala é trabalhosa e a ligação entre sons, sílabas, palavras e frases não é automática ou espontânea, como ocorre com quem não tem a condição.

Aproximadamente 5% da população mundial é afetada pela gagueira durante o desenvolvimento da linguagem e poderá se cronificar dependendo de inúmeros fatores que possam estar relacionados. Cerca de 1% da população mundial que gaguejam cronicamente.

Causas
Atualmente, a gagueira é vista pela ciência como um distúrbio causado por diversos fatores. Alguns dos fatores que favorecem o aparecimento da gagueira, são:
  • Genética: Existem comprovações cientificas da presença de genes envolvidos no surgimento e manutenção da gagueira, por isso, é comum ter mais de um membro da mesma família com a condição
  • Condições médicas: A gagueira pode ocorrer devido a um AVC, lesões intracranicanas (também conhecidos como traumatismo cranioencefálicos (TCE) pré, peri ou pós-natal ou outros problemas como febre reumática por exemplo
  • Fator social: Desde que haja pré-disposição orgânica, ocorre quando a criança está inserida num ambiente familiar ou escolar facilitador ao desencadeamento da gagueira. Quando um destes ambientes é muito agitado, ou é composto por pessoas que falam muito rápido, ou usam com uma complexidade muito maior do que aquela adequada para a criança, a gagueira tem mais chances de aparecer
  • Fator psicológico: Está comprovado que problemas emocionais NÃO CAUSAM GAGUEIRA. Ao contrário, a vivência de uma fala gaguejada pode trazer alguns dificultadores para a pessoa. Fatores emocionais podem ser considerados agravantes, mas não são cientificamente considerados como causadores da gagueira. Algumas crianças que apresentam alguns dos fatores de risco para a gagueira mas que ainda não se manifestam na fala, ou seja, já tem predisposição para tal, ao passarem por alguma situação de maior impacto emocional, poderão iniciar a gaguejar. Mas tem que haver a predisposição e sabemos não é a maioria.

Fatores de risco

Alguns fatores que aumentam os riscos das crianças desenvolverem a gagueira são:
  • Ter um histórico familiar de gagueira
  • Atraso no desenvolvimento infantil
  • Ser do gênero masculino. Ao redor de 5% das crianças poderão gaguejar até a adolescência. Desses, metade são meninos, metade meninas. No entanto, a taxa de remissão espontânea nas meninas é maior. Dessa forma, os meninos são mais sujeitos a cronificarem, ou seja, a desenvolverem a gagueira crônica
  • Gagueira que continua na criança por oito semanas ou mais.
É importante ressaltar que nenhum desses fatores, sem a pré-disposição orgânica irá fazer com que a pessoa desenvolva a gagueira.

Fonte: minhavida.com.br

Gagueira

Retirado do site www.minhavida.com.br

Gagueira é um distúrbio na temporalização da fala que afeta a fluência e a comunicação. A temporalização significa o tempo de execução dos sons, sílabas, palavras e frases. Cada som da fala tem um tempo usual para ser falado. Esse tempo depende da região onde a fala é produzida. No caso da gagueira, alguns sons demoram mais para serem ditos. Esse tempo maior interfere na fluência.


Já a fluência representa a suavidade e facilidade com que os sons, silabas, palavras e frases são produzidos ao longo da fala. No caso de pessoas com gagueira, a produção da fala é trabalhosa e a ligação entre sons, sílabas, palavras e frases não é automática ou espontânea, como ocorre com quem não tem a condição.

Aproximadamente 5% da população mundial é afetada pela gagueira durante o desenvolvimento da linguagem e poderá se cronificar dependendo de inúmeros fatores que possam estar relacionados. Cerca de 1% da população mundial que gaguejam cronicamente.

Causas
Atualmente, a gagueira é vista pela ciência como um distúrbio causado por diversos fatores. Alguns dos fatores que favorecem o aparecimento da gagueira, são:
  • Genética: Existem comprovações cientificas da presença de genes envolvidos no surgimento e manutenção da gagueira, por isso, é comum ter mais de um membro da mesma família com a condição
  • Condições médicas: A gagueira pode ocorrer devido a um AVC, lesões intracranicanas (também conhecidos como traumatismo cranioencefálicos (TCE) pré, peri ou pós-natal ou outros problemas como febre reumática por exemplo
  • Fator social: Desde que haja pré-disposição orgânica, ocorre quando a criança está inserida num ambiente familiar ou escolar facilitador ao desencadeamento da gagueira. Quando um destes ambientes é muito agitado, ou é composto por pessoas que falam muito rápido, ou usam com uma complexidade muito maior do que aquela adequada para a criança, a gagueira tem mais chances de aparecer
  • Fator psicológico: Está comprovado que problemas emocionais NÃO CAUSAM GAGUEIRA. Ao contrário, a vivência de uma fala gaguejada pode trazer alguns dificultadores para a pessoa. Fatores emocionais podem ser considerados agravantes, mas não são cientificamente considerados como causadores da gagueira. Algumas crianças que apresentam alguns dos fatores de risco para a gagueira mas que ainda não se manifestam na fala, ou seja, já tem predisposição para tal, ao passarem por alguma situação de maior impacto emocional, poderão iniciar a gaguejar. Mas tem que haver a predisposição e sabemos não é a maioria.

Fatores de risco

Alguns fatores que aumentam os riscos das crianças desenvolverem a gagueira são:
  • Ter um histórico familiar de gagueira
  • Atraso no desenvolvimento infantil
  • Ser do gênero masculino. Ao redor de 5% das crianças poderão gaguejar até a adolescência. Desses, metade são meninos, metade meninas. No entanto, a taxa de remissão espontânea nas meninas é maior. Dessa forma, os meninos são mais sujeitos a cronificarem, ou seja, a desenvolverem a gagueira crônica
  • Gagueira que continua na criança por oito semanas ou mais.
É importante ressaltar que nenhum desses fatores, sem a pré-disposição orgânica irá fazer com que a pessoa desenvolva a gagueira.

Fonte: minhavida.com.br

quinta-feira, 3 de março de 2016

Fala Infantilizada


Retirado da Revista Crescer

O desenvolvimento completo da linguagem demora de quatro a cinco anos para ser concluído. Até que se complete, alguns tropeços são normais. A criança de 3 anos pode trocar o “r” pelo “l”, por exemplo, dando à sua fala um tom infantilizado. Os pais precisam estar atentos para não reforçar essa linguagem, pois o filho dessa idade tem condições de aprender a se expressar corretamente.


Sem infantilizarA evolução da linguagem depende de estímulos externos e, claro, das características de cada criança. Umas são naturalmente mais “tagarelas”. Como se aprende a falar ouvindo, imitando e, principalmente, falando, o melhor incentivo é conversar com seu filho. Daí a importância de falar corretamente com a criança, o que inclui não infantilizar a linguagem. A linguagem infantilizada pode ser engraçadinha, mas prejudica a memória auditiva de quem está aprendendo a falar e, em alguns casos, a escrever.

Uma regressão na linguagem que antes era normal pode ser causada por uma mudança de rotina, como o nascimento de um irmão ou a entrada na escola. Se o hábito não é passageiro, no entanto, o mais comum é que tenha origem no incentivo familiar. Quando essa fala infantilizada permanece, é porque a criança não está tendo o estímulo adequado para o desenvolvimento da linguagem, como conversar com os adultos, ou não foi corrigida quando era mais nova, pois achavam bonitinho ela falar feito bebê.

Bons estímulos– Descreva as atividades do dia-a-dia em voz alta para a criança;
– Ensine-a a usar o telefone;
– Leia histórias maiores;
– Incentive-a a falar sobre os amigos, tarefas escolares e programas de TV;
– Mostre interesse pelos assuntos da criança, prestando atenção em suas histórias.
Fonte:
Revista Crescer

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Atraso na fala

Retirado do site www.atrasonafala.com.br

Crianças com atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem podem precisar de ajuda. Demorar para falar ou falar com dificuldade pode significar que a criança tenha algum distúrbio ou transtorno neste processo.
Os professores também podem ajudar a identificar possíveis dificuldades, afinal uma criança passa muito tempo na escola.
Leia com atenção e na dúvida, não hesite em procurar ajuda. E lembre-se, que “esperar” pode ser prejudicial.


Crianças pequenas (até 3 anos de idade):
  1. Atraso no aparecimento das primeiras palavras (já completou 1 ano e ainda não fala “papá” e “mamã”);
  2. Crianças com 18 meses (1 ano e meio) e que ainda não falam ou que apenas usam gestos de apontar; 
  3. Crianças com 2 anos e que falam pouco (apenas algumas sílabas ou palavras isoladas) e que ainda não combinam palavras. Crianças com 2 anos e meio e que ainda não falam pequenas frases ("mamã dá eiti" (mamãe dá leite!), por exemplo. 
  4. Crianças que compreendem tudo, mas que não falam; 
  5. Crianças que brincam pouco, interagem pouco, que são agitadas ou muito quietinhas; 
  6. Crianças que tem dificuldades para imitar ou para repetir o que os pais falam; 
  7. Crianças desatentas, que não olham ou que são indiferentes às situações;
  8. Crianças que não sabem brincar ou não se interessam pelos brinquedos que os pais compram; 

Crianças mais velhas (depois dos 4 anos):
  1. Crianças com vocabulário pobre. Os pais perguntam os nomes dos objetos e não respondem ou confundem os nomes;
  2. Crianças com falam errado, que até os pais, não conseguem compreender tudo o que falam;
  3. Crianças com dificuldade de compreensão. Parecem não entender o que foi pedido, não entender uma brincadeira ou um jogo;
  4. Crianças com dificuldade para aprender novas palavras;
  5. Dificuldade para produzir frases: apresentam fala “truncada”, desorganizada. Frases gramaticalmente incorretas, com dificuldade para conjugação dos verbos, uso dos pronomes;
  6. Crianças que não conseguem contar fatos (não conseguem relatar o que fizeram na escola, por exemplo);
  7. Crianças com dificuldade para contar histórias. Os pais lêem histórias, mas a criança não consegue recontar. 
  8. Crianças que não conseguem manter uma conversa. Que não fazem perguntas ou que respondem o que foi perguntado de forma incorreta. Os pais perguntam uma coisa e a criança responde outra. São descontextualizados (mudam de assunto, falam de forma “esquisita”);
  9. Crianças que não entendem piadas, linguagem figurada, com compreensão literal;
  10. Crianças que apresentam dificuldade para aprender o que é ensinado;
  11. Crianças com alterações na fluência da fala: repetição de sílabas, de palavras, com tiques associados);
  12. Criança que entrou na escola e após 3 meses não apresentou evolução no desenvolvimento da fala;
  13. Pobre interação social (crianças mais arredias, com dificuldade de socialização, que preferem brincar sozinhas);
  14. Crianças com comportamento infantilizado;
  15. Brincadeira pobre, desorganizada e que não consegue brincar de faz-de-conta;
  16. Crianças com dificuldade de coordenação motora, com dificuldade para segurar e manusear os objetos.
  17. Crianças com dificuldade para mastigar e deglutir.
     
Outros fatores importantes e que também devem ser considerados:
  • Se há problemas semelhantes na família (pessoas que têm problemas de fala e linguagem ou algum tipo de deficiência);
  • Histórico de prematuridade/baixo peso. Crianças que ficaram em UTI Neonatal. 
  • Ambiente familiar bilíngue, mas com atitudes desfavoráveis ao desenvolvimento da fala;
  • Pais com perfil superprotetor (“que falam pela criança”); Pais ansiosos; 
  • Ambiente familiar com privação de estímulos (por exemplo, pais trabalham e a criança passa o dia com a babá que pode não estimular a fala e a linguagem de uma forma adequada). Muitas babás são boas cuidadoras, porém pouco estimuladoras.
     
Se você tem dúvidas se o desenvolvimento da fala e da linguagem do seu filho ou filha está adequado ou não, não hesite em procurar um especialista para realizar uma avaliação fonoaudiológica. Não existe uma idade padrão para esta avaliação. Dúvidas e queixas sempre devem ser consideradas!


Fonte: atrasonafala.com.br