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quinta-feira, 17 de março de 2016

Processamento Auditivo

Retirado do site www.institutoganzsanchez.com.br

Chama-se Processamento Auditivo Central a capacidade que o sistema nervoso tem para usar a informação que chega pela audição, ou seja, “é aquilo que o cérebro é capaz de fazer com o que o ouvido ouviu”. Ele está relacionado com habilidades auditivas desenvolvidas desde o nascimento (p.ex.:  localizar o som, focar a atenção em um som e ignorar outros, discriminar um som do outro, memorizar sons sequenciais etc.).



Algumas pessoas têm dificuldade em realizar estas habilidades, o que leva a desatenção, dificuldade de concentração, de compreensão e de aprendizagem em qualquer idade. Esta dificuldade é denominada Transtorno de Processamento Auditivo.
Muitas vezes, algumas crianças que não vão bem na escola são caracterizadas como “desatentas”, “agitadas” e “com falta de interesse”. Alguns adultos, por outro lado, queixam-se de dificuldades no seu dia-a-dia profissional e o convívio com familiares e amigos (memória, concentração, entendimento, etc.). É possível que exista um Transtorno de Processamento Auditivo Central em ambos os casos.

Um profissional deverá ser consultado se houver alguma queixa semelhante às listadas abaixo:
•Dificuldade de aprendizagem e/ou para ler e escrever;
•Troca de letras para falar, ler ou escrever;
•Dificuldade de memória;
•Desatenção e/ou distração;
•Cansaço rápido quando está assistindo às aulas ou palestras;
•Agitação e/ou inquietação;
•Dificuldade para ouvir e prestar atenção em ambientes ruidosos;
•Pedir para repetir (“o que?”, “hã?”) ou dizer “não entendi”;
•Parecer não ouvir/entender bem;
•Demora para escutar e/ou compreender o que foi dito;
•Dificuldade em conversas com muitas pessoas ao mesmo tempo;
•Dificuldade para localizar de onde o som está vindo;
•Dificuldade para realizar uma sequência de tarefas que lhe foi solicitada.


Fonte: institutoganzsanchez.com.br

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Você escuta, mas não entende? Conheça o Distúrbio de Processamento Auditivo Central

Retirado do site www.nogueirense.com.br  

Atrasado, preguiçoso, distraído, desinteressado, manhoso são alguns adjetivos atribuídos a quem pode ter o DPAC, Distúrbio de Processamento Auditivo Central. Neste distúrbio a pessoa com audição normal detecta os sons, mas não interpreta as informações.
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   Esta dificuldade na infância pode trazer prejuízos tanto social como de aprendizagem porque a criança não entende o que o professor fala, não sendo capaz de escrever, interpretar textos e compreender o enunciado do problema.
   Os sintomas de DPAC, podem variar e ter diferentes formas de manifestação em crianças ou adultos. Confira se você ou alguém que conheça apresenta alguns desses sinais e sintomas:
- É muito distraído ou desatento?
– Muito agitado ou muito quieto?
– Demora em escutar ou entender quando chamada sua atenção?
– Fala muito “Hã?”, “O que?”, ou “Não entendi!”?
– Problema de memória?
– Tem dificuldade para entender o que está sendo falado quando em ambientes ruidosos ou em grupos?
– Há cansaço ou atenção curta para sons em geral?
– Apresenta dificuldade de localizar o som?
-Tem dificuldade em contar um fato ou história?
– Possui dificuldade em seguir uma sequência de tarefas que lhe foi falada?
– Tem dificuldades em entender piadas ou palavras de duplo sentido?
– Dificuldade em compreender o que lê?
– Problemas de produção de fala envolvendo as letras “L” e “R”.
– Inversão de letras e problemas de orientação direita e esquerda?
– Desempenho escolar inferior na leitura, gramática, ortografia e matemática?
– Em geral, aparenta, ás vezes, ouvir bem, ás vezes não.
Se você assinalou mais de uma alternativa, você pode ter um Distúrbio do Processamento Auditivo Central.
O que é Processamento Auditivo Central?É a capacidade de analisar ou interpretar informações que nos chegam através da audição e compreender a mensagem. Esta capacidade depende do bom funcionamento das áreas auditivas do córtex cerebral e dos caminhos que conduzem o som até estas áreas.
O que pode causar o DPACAs principais causas são:
Problemas durante a gestação e o nascimento.
Otites frequentes durante os primeiros anos de vida.
Falta de estimulação auditiva durante a primeira infância.
Hereditariedade.
DiagnósticoÉ necessário fazer uma avaliação completa da audição com  o fonoaudiólogo, incluindo a avaliação do processamento com testes especiais e assim fazer o diagnóstico diferencial de outras alterações como dislexia, transtorno de déficit de atenção.
TratamentoO tratamento consiste em um programa de reabilitação fonoaudiológica através de treino e exercícios específicos para desenvolver as habilidades que estão prejudicadas após a realização do exame.
Este distúrbio ainda é pouco conhecido, mas traz sérias dificuldades de aprendizagem e socialização que podem ser melhoradas com o tratamento adequado. Consulte um fonoaudiólogo para maiores esclarecimentos.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Alteração de processamento auditivo: dificuldades no desenvolvimento de linguagem

   Os transtornos do processamento auditivo ocorrem devido a uma alteração ou inabilidade na recepção, análise e processamento da informação auditiva. Podem afetar a compreensão de fala, o desenvolvimento das habilidades lingüísticas, a percepção dos sons de fala e conseqüentemente o aprendizado de maneira eficiente.
 
   Trata-se de uma dificuldade para entender, discriminar, memorizar e compreender a fala, quando a audição periférica e outras funções cognitivas possuem sua funcionalidade preservadas. Em alguns casos podem ocorrer outras alterações associadas.
 
   As alterações do processamento auditivo são conseqüência da dificuldade do sistema auditivo na recepção, análise e processamento da informação sonora. Podem afetar a compreensão de fala, o desenvolvimento das habilidades lingüísticas e a capacidade de percepção dos sons, prejudicando desta forma o aprendizado escolar.
 
   O diagnóstico só é possível por meio da realização de uma bateria de testes audiológicos, no qual serão verificadas algumas habilidades específicas da função auditiva. A bateria inclui a avaliação audiológica, testes específicos e algumas avaliações eletrofisiológicas que poderão auxiliar neste diagnóstico.
 
   Esta alteração pode ocorrer tanto em adultos como crianças.
 
   A avaliação do processamento auditivo requer a competência mínima da habilidade lingüística da criança para aplicação das provas. Além disso, a maturidade do sistema auditivo e neural é importante. Geralmente é possível a avaliação dessas habilidades na fase em que a criança inicia o processo de alfabetização.
 
   As dificuldades de processamento auditivo podem ocorrer devido a diversos fatores. É difícil afirmar o que determina, geralmente não há um único fator associado. Algumas alterações, como transtornos do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), dificuldades no processo de alfabetização, síndromes ou alterações no desenvolvimento podem estar associadas aos problemas de processamento auditivo.
 
   Alterações de processamento caracterizam-se pela dificuldade de compreensão da informação auditiva. Na presença de ruído essa dificuldade é muito maior. Geralmente é a criança com dificuldades para manter a atenção durante explicações verbais, entender a fala em ambientes ruidosos, dificuldades na memorização de frases e nomes, atrasos no desenvolvimento de linguagem, diminuição na motivação para aprendizagem e dificuldades de relacionamento.
 
   A maioria das crianças que possui os sintomas característicos da alteração de processamento apresenta limiares auditivos dentro do padrão de normalidade, ou seja, a sensibilidade auditiva está preservada. É possível a detecção desta alteração por meio da avaliação específica.
 
   A criança com alteração do processamento é aquela que escuta a informação, mas não consegue entendê-la. Na presença de ruído de fundo e quando o interlocutor está distante todas essas dificuldades aumentam. Terapia fonoaudiológica, apoio e trabalho psicopedagógico são importantes.

Fonte:
www.programainfantilphonak.com.br

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Distúrbio do Processamento Auditivo

Processamento Auditivo caracteriza-se como conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo. Esse processo é gerado em resposta a um estímulo acústico e são responsáveis pelas habilidades de: localização e lateralização do som, discriminação, resolução, mascaramento, integração ordenação, performance auditiva com sinais acústicos competitivos e com degradação do sinal acústico (ASHA, 1995).
Alterações nessas habilidades levam ao transtorno no processamento auditivo. As principais características são: dificuldade em ouvir em ambientes ruidosos ou com diversos interlocutores, dificuldade em compreender a fala, tempo curto de atenção, dificuldades na linguagem oral e escrita, déficits na organização e seqüencialização de estímulos auditivos, dificuldade em seguir direções, tempo maior para emissão de respostas, respostas inconsistentes à estímulos auditivos, entre outros. A avaliação audiológica básica desses indivíduos apresenta-se dentro dos padrões de normalidade
Por meio de avaliação audiológica contendo testes específicos para avaliar a função auditiva central, é possível detectar o transtorno no processamento auditivo. O teste é capaz de determinar as habilidades alteradas, fornecer a localização da disfunção no sistema nervoso central e nortear o processo de reabilitação.
Qualquer dúvida procure um fonoaudiólogo.

Fonte: www.falemelhor.com.br

segunda-feira, 19 de maio de 2014

O que é Processamento Auditivo?

  Processamento Auditivo (PA) é o conjunto de processos e mecanismos que ocorrem dentro do sistema auditivo em resposta a um estímulo acústico e que são responsáveis pelos seguintes fenômenos: localização e lateralização do som, discriminação e reconhecimento de padrões auditivos, aspectos temporais da audição, incluindo resolução, mascaramento, integração e ordenação, performance auditiva com sinais acústicos competitivos e com degradação do sinal acústico (ASHA, 1995).

Características dos indivíduos com Transtorno do PA:
  • dificuldade em compreender a fala na presença de ruídos e/ou em grupos;
  • tempo de atenção curto;
  • ansiedade e estresse quando escuta;
  • facilmente distraído;
  • dificuldade em seguir direção;
  • dificuldade para lembrar informações auditivas;
  • pior habilidade de fala, linguagem escrita e/ou leitura;
  • comportamento impulsivo;
  • dificuldade de organização e seqüencialização de estímulos verbais e não-verbais;
  • utilização de pistas visuais para compreender a mensagem falada;
  • tempo de latência aumentado para emissão de respostas;
  • respostas inconsistentes aos estímulos auditivos recebidos.
   Um transtorno no processamento auditivo só pode ser detectado por meio de testes específicos que avaliem a função auditiva central.
 
   A queixa mais característica do transtorno do processamento auditivo, entretanto, é a dificuldade para ouvir em ambientes acústicos desfavoráveis (ruidosos, com vários interlocutores ou com distorção da mensagem falada), na presença de avaliação audiológica básica dentro da normalidade.


(Re)habilitação
   A (re)habilitação do indivíduo com transtorno do PA deve ser planejada, baseando-se nas necessidades individuais de cada paciente dependendo da natureza, das manifestações funcionais e do grau do problema. Envolve a modificação ambiental, para garantir o acesso à informação auditiva, a intervenção direta, que se trata do uso de técnicas que trabalhem as habilidades auditivas deficientes, e o uso de estratégias compensatórias, como uso de pistas visuais, contextuais e linguísticas.

Fonte: SCHOCHAT,E. Processamento Auditivo Central:Revisão da Literatura. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, 5(1): 24-31, 1998
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