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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Emissões Otoacúscicas

Retirado do site www.omissoesotoacusticas.com.br

As Emissões Otoacústicas (EOA) foram observadas e descritas pela primeira vez por David Kemp, em 1978 como “liberação de energia sonora produzida na cóclea que se propaga pela orelha média até o meato acústico externo”.

Alguns autores descrevem as EOA como respostas, emitidas pela cóclea, de freqüências específicas e geradas somente em bandas de freqüências nas quais as células ciliadas externas estão em condições normais.
Existem dois tipos de Emissões Otoacústicas:
o_que_sao_emissoes_otoacusticas
  • Emissões Otoacústicas Espontâneas
  • Emissões Otoacústicas Evocadas
As EOA espontâneas são respostas emitidas pela cóclea que independem da estimulação acústica, porém sem utilização clínica, pois está presente em 40-60% dos indivíduos com audição normal.
As EOA Evocadas são classificadas em três tipos de acordo com o estímulo:
  • Transientes
  • Produto de distorção
  • Estímulo freqüência
Emissões Otoacústicas Transientes
São sons de fraca intensidade produzidos pela cóclea , que são captadas através de uma sonda no meato acústico externo. Usa como estímulo sonoro o click ou tone burst. Abrange faixa de frequência de 0.5Hz a 4kHz.

Emissões Otoacústicas Produto de distorção
São respostas da cóclea a um estímulo de dois tons puros intermodulados apresentados simultaneamente. Abrange maior faixa de freqüência (até 8kHz).

Emissões Otoacústicas Estímulo- freqüência
São respostas evocadas por sinais contínuos de fraca intensidade. São pouco utilizadas na prática clínica pela dificuldade em separa o estímulo da resposta.

As Emissões Otoacústicas mais presentes na rotina clínica são as Transientes e Produto de distorção, por serem métodos objetivos, não invasivos e de fácil aplicabilidade. (Figueiredo,2003 e Sousa et al.,2008)

Apesar de oferecerem dados importantes sobre a lesão coclear, a presença das Emissões Otoacústicas dependem de condições normais de orelha média e de um ambiente silencioso para realização do exame.

Fonte: emissoesotoacusticas.com.br

Emissões Otoacúscicas

Retirado do site www.omissoesotoacusticas.com.br

As Emissões Otoacústicas (EOA) foram observadas e descritas pela primeira vez por David Kemp, em 1978 como “liberação de energia sonora produzida na cóclea que se propaga pela orelha média até o meato acústico externo”.

Alguns autores descrevem as EOA como respostas, emitidas pela cóclea, de freqüências específicas e geradas somente em bandas de freqüências nas quais as células ciliadas externas estão em condições normais.
Existem dois tipos de Emissões Otoacústicas:
o_que_sao_emissoes_otoacusticas
  • Emissões Otoacústicas Espontâneas
  • Emissões Otoacústicas Evocadas
As EOA espontâneas são respostas emitidas pela cóclea que independem da estimulação acústica, porém sem utilização clínica, pois está presente em 40-60% dos indivíduos com audição normal.
As EOA Evocadas são classificadas em três tipos de acordo com o estímulo:
  • Transientes
  • Produto de distorção
  • Estímulo freqüência
Emissões Otoacústicas Transientes
São sons de fraca intensidade produzidos pela cóclea , que são captadas através de uma sonda no meato acústico externo. Usa como estímulo sonoro o click ou tone burst. Abrange faixa de frequência de 0.5Hz a 4kHz.

Emissões Otoacústicas Produto de distorção
São respostas da cóclea a um estímulo de dois tons puros intermodulados apresentados simultaneamente. Abrange maior faixa de freqüência (até 8kHz).

Emissões Otoacústicas Estímulo- freqüência
São respostas evocadas por sinais contínuos de fraca intensidade. São pouco utilizadas na prática clínica pela dificuldade em separa o estímulo da resposta.

As Emissões Otoacústicas mais presentes na rotina clínica são as Transientes e Produto de distorção, por serem métodos objetivos, não invasivos e de fácil aplicabilidade. (Figueiredo,2003 e Sousa et al.,2008)

Apesar de oferecerem dados importantes sobre a lesão coclear, a presença das Emissões Otoacústicas dependem de condições normais de orelha média e de um ambiente silencioso para realização do exame.

Fonte: emissoesotoacusticas.com.br

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Audiometria

Retirado do site www.abc.med.br

O que é audiometria?
A audiometria é um exame que avalia a capacidade do paciente para ouvir sons. Geralmente esse exame é pedido quando, numa consulta médica, o paciente ou seus familiares alegam que ele está “ouvindo pouco”, mas pode servir também para complementar outros diagnósticos (traumas, infecções, condições hereditárias, etc.).
O grau da perda auditiva pode ser verificado em cada ouvido isoladamente e pode se dever a perdas provenientes do ouvido externo, ouvido médio ou ouvido interno, bem como do nervo e das vias auditivas sensoriais ou serem perdas mistas.


Quais são os tipos de audiometria existentes?
Há, basicamente, dois tipos de audiometria
  • Audiometria tonal: avalia as respostas do paciente a tons puros, emitidos em diversas frequências, detectando assim o grau e o tipo de perda auditiva. É considerado um teste subjetivo porque depende da resposta do examinando aos estímulos auditivos fornecidos pelo examinador. Pode ser feito por via aérea comum ou por via óssea.
  • Audiometria vocal: avalia a capacidade de compreensão da voz humana. O examinando demostrará sua percepção e compreensão da voz humana emitida pelo examinador.
Como é feito o exame?
O exame não requer preparo prévio nem suspensão da medicação em uso. Ele é simples, inócuo e indolor e geralmente é feito por um fonoaudiólogo ou por um otorrinolaringologista, que são profissionais mais habilitados a realizá-lo e avaliar seu resultado.
O examinando é colocado numa cabine acústica que visa isolá-lo dos sons ambientais, a qual tem uma parede de vidro através da qual o examinador pode vê-lo. Quase todo o exame transcorre em silêncio, salvo as comunicações entre o paciente e o examinador, para o quê o examinando deverá colocar um fone de ouvido, acoplado a um pequeno microfone, através do qual ouvirá certos sons emitidos pelo examinador e deverá responder a eles mediante sinais gestuais previamente combinados (levantar uma das mãos, por exemplo). Em uma parte do exame o examinando deverá repetir palavras emitidas pelo examinador. Nos exames de audiometria1tonal, por via óssea, um vibrador é colocado sobre osso mastoide do examinando, o qual deverá acusar as percepções das vibrações do mesmo.
A escala de medida da audição é feita em decibéis e o teste normalmente varia entre zero e 120 decibéis, sendo que a audição normal escuta até um mínimo de 25 decibéis (às vezes menos). Se o ouvido começa a ouvir apenas aos 50 decibéis, diz-se haver uma perda auditiva leve; se entre 55 e 70 decibéis, diz-se perda moderada; entre 75 e 90 decibéis, perda severa; acima de 90 decibéis, perda profunda.
Certas técnicas e condições práticas especiais, bem como uma tabela própria de valores, têm de ser estabelecidas para o exame de crianças.

Para que serve a audiometria?
O resultado da audiometria geralmente é expresso num audiograma, um gráfico que informa sobre as respostas do examinando aos diversos sons emitidos. Em muitos casos de perda auditiva o exame ajuda a determinar a conveniência de usar ou não um aparelho auditivo e o tipo mais adequado dele. Em outros casos, ajuda a estabelecer o diagnóstico e o prognóstico, já que são inúmeras as causas possíveis, bem como pode sugerir medidas preventivas que evitem o agravamento das situações anômalas. Uma das grandes utilidades da audiometria é detectar deficiências auditivas em crianças pré-escolares ou escolares, muitas vezes  não percebidas, mas que são uma das causas de baixo rendimento escolar.

Fonte: abc.med.br

Audiometria

Retirado do site www.abc.med.br

O que é audiometria?
A audiometria é um exame que avalia a capacidade do paciente para ouvir sons. Geralmente esse exame é pedido quando, numa consulta médica, o paciente ou seus familiares alegam que ele está “ouvindo pouco”, mas pode servir também para complementar outros diagnósticos (traumas, infecções, condições hereditárias, etc.).
O grau da perda auditiva pode ser verificado em cada ouvido isoladamente e pode se dever a perdas provenientes do ouvido externo, ouvido médio ou ouvido interno, bem como do nervo e das vias auditivas sensoriais ou serem perdas mistas.


Quais são os tipos de audiometria existentes?
Há, basicamente, dois tipos de audiometria
  • Audiometria tonal: avalia as respostas do paciente a tons puros, emitidos em diversas frequências, detectando assim o grau e o tipo de perda auditiva. É considerado um teste subjetivo porque depende da resposta do examinando aos estímulos auditivos fornecidos pelo examinador. Pode ser feito por via aérea comum ou por via óssea.
  • Audiometria vocal: avalia a capacidade de compreensão da voz humana. O examinando demostrará sua percepção e compreensão da voz humana emitida pelo examinador.
Como é feito o exame?
O exame não requer preparo prévio nem suspensão da medicação em uso. Ele é simples, inócuo e indolor e geralmente é feito por um fonoaudiólogo ou por um otorrinolaringologista, que são profissionais mais habilitados a realizá-lo e avaliar seu resultado.
O examinando é colocado numa cabine acústica que visa isolá-lo dos sons ambientais, a qual tem uma parede de vidro através da qual o examinador pode vê-lo. Quase todo o exame transcorre em silêncio, salvo as comunicações entre o paciente e o examinador, para o quê o examinando deverá colocar um fone de ouvido, acoplado a um pequeno microfone, através do qual ouvirá certos sons emitidos pelo examinador e deverá responder a eles mediante sinais gestuais previamente combinados (levantar uma das mãos, por exemplo). Em uma parte do exame o examinando deverá repetir palavras emitidas pelo examinador. Nos exames de audiometria1tonal, por via óssea, um vibrador é colocado sobre osso mastoide do examinando, o qual deverá acusar as percepções das vibrações do mesmo.
A escala de medida da audição é feita em decibéis e o teste normalmente varia entre zero e 120 decibéis, sendo que a audição normal escuta até um mínimo de 25 decibéis (às vezes menos). Se o ouvido começa a ouvir apenas aos 50 decibéis, diz-se haver uma perda auditiva leve; se entre 55 e 70 decibéis, diz-se perda moderada; entre 75 e 90 decibéis, perda severa; acima de 90 decibéis, perda profunda.
Certas técnicas e condições práticas especiais, bem como uma tabela própria de valores, têm de ser estabelecidas para o exame de crianças.

Para que serve a audiometria?
O resultado da audiometria geralmente é expresso num audiograma, um gráfico que informa sobre as respostas do examinando aos diversos sons emitidos. Em muitos casos de perda auditiva o exame ajuda a determinar a conveniência de usar ou não um aparelho auditivo e o tipo mais adequado dele. Em outros casos, ajuda a estabelecer o diagnóstico e o prognóstico, já que são inúmeras as causas possíveis, bem como pode sugerir medidas preventivas que evitem o agravamento das situações anômalas. Uma das grandes utilidades da audiometria é detectar deficiências auditivas em crianças pré-escolares ou escolares, muitas vezes  não percebidas, mas que são uma das causas de baixo rendimento escolar.

Fonte: abc.med.br

segunda-feira, 18 de abril de 2016

BERA

Retirado do site www.clinicalucano.com  

BERA é um exame digital que analisa o potencial evocado auditivo (uma resposta emitida pelo nervo auditivo ao ser percorrido por um impulso nervoso que neste caso é desencadeado por um som). O ouvido humano está ativo vinte e quatro horas por dia quer o indivíduo esteja acordado, dormindo ou sob efeito de sedativos e mesmo anestésicos. Para que o impulso nervoso seja desencadeado é necessário que o som chegue ao tímpano, percorra os ossículos do ouvido (martelo, bigorna e estribo) e chegue à cóclea, onde a energia mecânica é transformada em energia elétrica e assim “começa” o impulso nervoso.


    À medida que o impulso nervoso caminha pelo nervo auditivo para chegar ao cérebro ele vai gerando um potencial (chamado de potencial evocado auditivo) que é captado pelo equipamento conectado à pessoa e transformado em dados que são armazenados na memória de um microcomputador para posteriormente serem analisados e transformados numa curva que é interpretada pelo médico.

    Assim, o BERA pode ser realizado em qualquer idade, desde recém-nascidos até idosos, acordados, dormindo (sono natural ou anestesia geral) ou em coma.

Fonte: clinicalucano.com

BERA

Retirado do site www.clinicalucano.com  

BERA é um exame digital que analisa o potencial evocado auditivo (uma resposta emitida pelo nervo auditivo ao ser percorrido por um impulso nervoso que neste caso é desencadeado por um som). O ouvido humano está ativo vinte e quatro horas por dia quer o indivíduo esteja acordado, dormindo ou sob efeito de sedativos e mesmo anestésicos. Para que o impulso nervoso seja desencadeado é necessário que o som chegue ao tímpano, percorra os ossículos do ouvido (martelo, bigorna e estribo) e chegue à cóclea, onde a energia mecânica é transformada em energia elétrica e assim “começa” o impulso nervoso.


    À medida que o impulso nervoso caminha pelo nervo auditivo para chegar ao cérebro ele vai gerando um potencial (chamado de potencial evocado auditivo) que é captado pelo equipamento conectado à pessoa e transformado em dados que são armazenados na memória de um microcomputador para posteriormente serem analisados e transformados numa curva que é interpretada pelo médico.

    Assim, o BERA pode ser realizado em qualquer idade, desde recém-nascidos até idosos, acordados, dormindo (sono natural ou anestesia geral) ou em coma.

Fonte: clinicalucano.com

quinta-feira, 10 de março de 2016

Labirintite

Retirado do site www.brasilescola.uol.com.br

A orelha, comumente chamada de ouvido, é o órgão responsável pela audição e também pelo equilíbrio do nosso corpo. Ela é dividida em três partes: orelha externa, orelha média e orelha interna.

Na orelha interna encontramos o sáculo, o utrículo e os canais semicirculares que formam o aparelho vestibular, muito conhecido como labirinto.

O sáculo e o utrículo são duas bolsas cheias de um líquido gelatinoso contendo células sensoriais ciliadas e também otólitos (pequenos grãos de carbonato de cálcio), que se deslocam conforme o movimento do corpo, estimulando as células sensoriais que mandam as informações até o cérebro, onde serão interpretadas. Dessa forma, podemos dizer que o labirinto é a estrutura responsável por informar o nosso cérebro sobre a direção dos movimentos da cabeça e do corpo; e a labirintite nada mais é do que o termo utilizado por muitos para designar uma inflamação ou uma infecção no labirinto.
Na figura podemos observar o sáculo, utrículo e canais semicirculares que compõem o labirinto
Na figura podemos observar o sáculo, utrículo e canais semicirculares que compõem o labirinto
A labirintite pode ter inúmeras causas, mas como afirma o otorrinolaringologista de São Paulo, Ricardo Testa, "Na maioria dos casos, a labirintite está relacionada à diabetes, problemas vasculares, disfunções hormonais e tumores". Outros fatores que podem provocar o aparecimento da labirintite são:
  • Envelhecimento;
  • Traumatismos de cabeça e pescoço;
  • Infecções causadas por bactérias ou vírus;
  • Substâncias como nicotina, álcool, maconha, anticoncepcionais, cafeína, sedativos, tranquilizantes, antidepressivos, anti-inflamatórios, antibióticos, etc.;
  • Erros alimentares;
  • Alergias;
  • Anemias;
  • Doenças do sistema nervoso central;
  • Distúrbios psiquiátricos.
Os principais sintomas da labirintite são tonturas, atordoamento, sensação de cabeça leve, impressão de queda, instabilidade, sensação de que está flutuando, zumbido, náuseas e vômitos.
É importante lembrar que, quando em crise, a pessoa não deve se deitar, e sim ficar sentada, olhando para um ponto fixo na parede. Assim que a tontura melhorar, deve-se procurar um médico. É importante ressaltar ainda que labirintite não causa desmaios.

Para que se descubra o que está causando a labirintite é feita uma avaliação otoneurológica, na qual o médico levará em conta o histórico do paciente, exames físicos e testes auditivos e de equilíbrio corporal. Dependendo da gravidade do caso, o médico pode pedir exames como tomografia computadorizada e ressonância magnética.

O tratamento da labirintite é feito a partir de medicamentos antivertiginosos, exercícios para reabilitação do equilíbrio e dieta alimentar para corrigir os erros alimentares que agravam a vertigem e outros sintomas da labirintite. Quando não tratada, a labirintite pode evoluir para quadros mais graves, como a Síndrome de Ménière, sendo necessária uma cirurgia.

A melhor maneira de prevenir a labirintite é evitando o consumo de cafeína, cigarro e álcool, não ficar em jejum por muito tempo, tomar muita água durante o dia e evitar sucos industrializados.

Fonte: brasilescola.uol.com.br

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

A Audição

Texto retirado do site www.brasilescola.uol.com.br

O órgão dos sentidos responsável pela audição é a nossa orelha, também chamada de ouvido. A fim de entender melhor sua função, costuma-se dividi-la em três partes: orelha externa, orelha média e orelha interna.



A orelha externa é a nossa orelha, que, com o pavilhão auditivo, capta o som que passa pelo canal auditivo até chegar ao tímpano, onde começa a orelha média. Em nossa orelha externa há glândulas sebáceas responsáveis pela secreção de cera. A função da cera é proteger nossas orelhas média e interna de micro-organismos e poeira que podem causar infecções, prejudicando nossa audição.

A orelha média tem início no tímpano, e quando o som chega a essa estrutura ela imediatamente transfere esse estímulo aos ossículos que fazem parte dela: o martelo, a bigorna e o estribo. Também na orelha média há um canal flexível chamado de tuba auditiva, que permite a comunicação com a garganta. É nesse canal que ocorre a regulação da pressão em nosso ouvido. Se subirmos ou descermos uma serra, podemos perceber uma pressão dentro de nosso ouvido em razão da diferença da pressão atmosférica dentro do ouvido e fora dele. Se bocejarmos ou engolirmos saliva, ocorre a abertura das tubas igualando a pressão, e melhorando essa sensação de pressão no nosso ouvido.

Quando o som chega até o tímpano, ele transfere esse estímulo até os ossículos da orelha média (martelo, bigorna e estribo), que transmitem essas vibrações à orelha interna.  A orelha interna se encontra no osso temporal, em nosso crânio. As vibrações que chegam dos ossículos da orelha média passam por uma membrana, a janela oval, até chegarem à cóclea, um órgão cheio de líquido que lembra a concha de um caracol. No interior da cóclea, além do líquido, há uma membrana repleta de células sensoriais ciliadas que se agrupam no órgão de Corti. Sobre o órgão de Corti há a membrana tectórica, que se apoia sobre os cílios das células sensoriais. Ao estimular os cílios, gera-se um impulso nervoso que é transmitido ao nervo auditivo e consequentemente ao centro da audição no córtex cerebral.

Fonte: brasilescola.uol.com.br

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

O que é um Implante Coclear?

Retirado do site www.otocentro.com.br


O Implante Coclear (IC) é uma prótese implantada cirurgicamente dentro da cóclea (orelha interna) de pessoas portadores de perda auditiva de grau severo a profundo, ou seja por aqueles que não se beneficiam com o uso de aparelhos auditivos convencionais.



A função do IC é transformar os sons (fala e sons ambientais) em estímulos nervosos, estimulando as fibras do nervo auditivo, ou seja, substituindo a função da cóclea, especificamente as células ciliadas, tornando possível ouvi-los.

O IC possui duas partes:
http://otocentro.com.br/navegacao/images/icon_dot.gifUnidade Externa (processador de fala)
http://otocentro.com.br/navegacao/images/icon_dot.gifUnidade Interna (receptor/estimulador)
Existem dois tipos de unidade externa, a de bolso e a retroauricular.

As partes que compõem a unidade externa são:

1- Microfone
2- Processador da Fala - Retroauricular
3- Compartimento de Baterias (pilhas)
4- Antena Externa
A Unidade Interna é formada por:
1- Antena Interna
2- Receptor/Estimulador
3- Eletrodo Terra
4- Feixe de Eletrodos
Otocentro.com.br

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

OTOSCLEROSE

Retirado do site www.otocentro.com.br

O que é otosclerose?
Otosclerose é o crescimento anormal do osso do ouvido interno. Este osso impede que estruturas dentro do ouvido interno trabalhem corretamente e causando a perda da audição. Em algumas pessoas com otosclerose, a perda auditiva pode ser tornar grave.

Como a otosclerose causa o prejuízo auditivo?
Otosclerose pode causar diferentes tipos de perda auditiva, dependendo de qual estrutura do ouvido for afetada. A otosclerose geralmente afeta o último osso da cadeia, o estribo, que descansa sobre a janela oval. O osso anormal fixa o estribo, a janela oval e interfere na passagem da onda sonora para o ouvido interno.  
A otosclerose geralmente causa uma perda auditiva condutiva causada por um problema no ouvido externo ou médio. Menos frequentemente, a otosclerose pode causar uma perda auditiva neurosensorial (danos nas células sensitivas e/ou nas fibras nervosas do ouvido interno), assim como uma perda auditiva condutiva.
O que causa a otosclerose?
A causa da otosclerose não é totalmente entendida, embora pesquisas tenham demonstrado que a otosclerose tende a ocorrer em famílias e pode ser hereditária, ou seja, passada de pai para filho. Pessoas que tem um histórico familiar de otosclerose são mais sujeitas a desenvolverem a doença. Em média, uma pessoa que tem um pai com otosclerose tem 25% de chance de desenvolver a doença. Se ambos os pais têm otosclerose, o risco aumente para 50%. Pesquisas demonstraram que mulheres brancas de meia meia-idade têm um risco maior de desenvolvimento da doença.
Alguns estudos sugerem uma relação entre otosclerose e alterações hormonais associadas à gravidez. Enquanto a exata causa permanece desconhecida, há algumas evidências associando infecções virais como o sarampo a otosclerose.
Quais são os sintomas da otosclerose?
A perda auditiva é o sintoma mais freqüente da otosclerose. A perda pode aparecer gradualmente. Muitas pessoas com otosclerose primeiro notam que não conseguem mais ouvir sons de baixa freqüência ou não conseguem mais ouvir um sussurro.
Além da perda auditiva, algumas pessoas com otosclerose podem apresentar tontura, problemas de equilíbrio ou zumbido. Zumbido é a sensação de barulho agudo (silvo) nos ouvidos ou na cabeça que acompanha muitas formas de perda auditiva.
Como a otosclerose é tratada?
Em muitos casos, a cirurgia é uma opção de tratamento para otosclerose. Em uma operação chamada de estapedectomia, um cirurgião (otorrinolaringologista ou otologista) substitui o osso afetado por uma prótese que permite que a onda sonora chegue ao ouvido interno. É importante discutir os riscos e as complicações possíveis desse procedimento, assim como os benefícios com o cirurgião. Em casos raros, a cirurgia pode piorar a perda auditiva.
Se a perda auditiva é suave, a cirurgia pode não ser uma opção. Além disso, nessa ocasião, algum grau de perda auditiva persiste depois da cirurgia. Um dispositivo auditivo automático de entrada pode auxiliar algumas pessoas com otosclerose em situações que incluem perda auditiva persistente. O dispositivo amplia o som, compensando a perda auditiva. Um audiologista pode discutir os vários tipos de dispositivos disponíveis e fazer uma recomendação baseado nas necessidades específicas de cada indivíduo.

Otocentro.com.br

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Teste da orelhinha

Retirado do site www.fonoaudiologalivia.blogspot.com.br

A triagem auditiva neonatal universal (TANU) conhecido como teste da orelhinha, consiste no rastreamento auditivo de todos os recém-nascidos (RN) antes da alta hospitalar e as emissões otoacústicas é uma etapa desse processo (ARAÚJO, ALMEIDA E ARROYO, 2005).
Resultado de imagem para teste da orelhinha
Emissão Otoacústica (EOA), também chamado de teste da orelhinha, está relacionado ao funcionamento normal da cóclea e da orelha média. Considera-se que as emissões otoacústicas são um fenômeno que ocorre na região pré-sináptica, ou seja, antes de se efetuar a conexão das células ciliadas externas com a sua via aferente, fornecendo dados sobre a função coclear (AZEVEDO,2003; ARAÚJO, ALMEIDA E ARROYO, 2005).
O desenvolvimento do sistema auditivo periférico (orelha externa, média e interna) fundamentalmente já está desenvolvido ao nascimento, já o sistema auditivo central (nervo auditivo, vias auditivas periféricas e centrais) não o é. As vias auditivas continuam a se desenvolver ao nascimento, tornando o sistema auditivo vulnerável, sendo influenciado pelas vivências da criança.Quanto maior os estímulos externos oferecidos á criança melhor será seu desenvolvimento (NÓBREGA, 1999).
O aparelho auditivo é extremante complexo, as orelhas externa, média e interna apresentam origens embriológicas distintas que se desenvolvem independentemente. Sendo o aparelho auditivo formado no feto com 12 semanas de gestação e a orelha interna já está formada por volta da 22ª semana de gestação, o feto já ouve dentro do útero mesmo com a quantidade de liquido amniótico existente (NÓBREGA, 1999).
Sabe-se que ainda hoje, que a perda auditiva é um problema que demora a ser diagnosticado, afetando assim a criança em suas capacidades mentais e lingüísticas, no seu desenvolvimento social e emocional (SEGRE, 2003).
Fonte: fonoaudiologalivia.blogspot.com.br

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Otosclerose

Retirado do site www.forl.org.br

A otosclerose ou otospongiose é uma causa comum de surdez e é hereditária. Normalmente alguém em sua família já teve este problema. Algum de seus descendentes também podem vir a ter este problema.
Na otosclerose o que acontece é que ocorre alterações no osso chamado estribo que fazem com que ele se imobilize e transmita menos o som para a cóclea. Estas alterações também podem ocorrer em regiões da cóclea levando a surdez da cóclea.

A otosclerose normalmente é mais comum em mulheres do que em homens, é rara na raça negra, aparece normalmente na faixa etária entre 20 e 30 anos, piora quando a portadora fica gravida. Na maioria dos casos (70%) ela afeta um só ouvido.
Alguns casos podem ser acompanhados de zumbido (barulho no ouvido).

A surdez é progressiva, isto é vai piorando com o tempo, lentamente ou rapidamente. Quando a pessoa atinge uma faixa etária acima de 50 anos piora muito e pode chegar até a surdez total.

Otosclerose do estribo- Usualmente as alterações no osso se espalham no estribo e impedem ou diminuem sua movimentação. Isto impede a transmissão da vibração sonora para a cóclea. Este tipo de otosclerose é corrigível com cirurgia.

Otosclerose da cóclea- quando as alterações no osso se espalham pela cóclea afetam as células que transformam a energia mecânica do som em energia elétrica que será transmitida para o cérebro. Esta forma de otosclerose não tem tratamento cirúrgico.

Para saber qual o tipo de otoscerose o seu médico otorrinolaringologista vai pedir alguns exames entre eles audiometria.

Fonte: forl.org.br

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Audição e Equilibrio

Retirado do site www.lugardafala.blogspot.com.br

Inicialmente, destaco duas importantes funções localizadas no ouvido humano: a audição e a capacidade de equilíbrio, que descrevo a seguir.

- função auditiva:
Nós, ouvintes, fomos contemplados com o sentido da audição. É através dele que podemos perceber variação nas vozes, apreciar uma música ou os sons da natureza.
Infelizmente, em algumas pessoas esta capacidade é perdida ou inexistente. Para os casos de surdez, a melhor alternativa, quando possível, é a prevenção. Todavia, quando a perda auditiva já se instalou, há formas de tratamento e este deve iniciar-se assim que for notada a dificuldade auditiva.

A prevenção, a avaliação, o diagnóstico e o tratamento de perdas auditivas são realizados em parceria pelo fonoaudiólogo e pelo médico otorrinolaringologista.

- função vestibular:
Imaginem se não tivéssemos noção de nosso corpo no espaço e caíssemos por aí, sem qualquer orientação espacial! Pois, há estruturas dentro do ouvido que, juntamente com os olhos e o cérebro, são responsáveis por este controle. Uma das queixas freqüentes com o avanço da idade refere-se a alterações no equilíbrio, as popularmente chamadas labirintites.

Apesar de raramente se tratarem de labirintites (infecções do labirinto), as labirintopatias são, sim, causas de profundo desconforto e levam não só idosos, mas indivíduos de todas as idades aos consultórios dos otorrinolaringologistas. As queixas podem variar desde um leve desequilíbrio ou zumbido auditivo até fortes tonturas e quedas, acompanhadas ou não de mal-estar e vômitos.
Juntamente com o médico, o fonoaudiólogo avalia e trata destes problemas com a reabilitação labiríntica ou vestibular que consiste na aplicação de exercícios para o equilíbrio.
Fonte: lugardafala.blogspot.com.br

segunda-feira, 2 de março de 2015

Descubra como evitar problemas auditivos em qualquer fase da vida

Em qualquer lugar do mundo, o resultado da equação é sempre o mesmo: jovem + música = som ao máximo. Isso não é nenhuma novidade, pois há décadas o principal desentendimento dentro de uma casa com adolescentes é o alto volume que sai das caixas de som. Até que, para descanso dos pais, surgiu o fone de ouvido. Assim, a tecnologia trouxe os tão desejados decibéis a mais, só que, de carona com quem abusa do volume por um longo período, veio a perda de audição. Uma pesquisa feita pela Universidade do Colorado e pelo Children’s Hospital, nos EUA, mostrou que o limite seguro para quem quer ouvir música o dia inteiro é não passar de 50% da capacidade dos aparelhos. Para aqueles que gostam de som alto e não querem ter problemas, é possível subir a 70% do volume máximo por apenas quatro horas e meia ao dia. Um aumento para 80% do total reduz o prazer em ouvir músicas há somente 90 minutos diários para não causar danos à saúde.
 
 
Fones: usar ou não?
Outro estudo norte-americano, desta vez feito pela Universidade Northwestern, aponta para outro vilão: os fones de ouvido. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que os mais nocivos são aqueles que se encaixam dentro do ouvido (apenas como curiosidade, na nova terminologia anatômica, “ouvido” foi substituído por “orelha”). Tudo porque a posição interna aumenta a intensidade final do som em até 9 decibéis, além de causar infecções com o uso de fones compartilhados ou sujos. Segundo os especialistas, a melhor maneira de controlar o volume ideal é poder ouvir alguém conversando mesmo com o aparelho ligado. O otorrinolaringologista Luciano Rodrigues Neves, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que “o ouvido não escuta nada, quem escuta é o cérebro. O ouvido recebe e transforma as ondas mecânicas do som em impulsos elétricos, que são enviados ao cérebro. Se o som estiver muito alto, o cérebro dá uma modulada e a pessoa se acostuma e se adapta a isso. Agora o impacto da onda sonora no ouvido interno pode variar de intensidade e, dependendo do tempo de exposição, causar problemas a longo prazo”
 
Quem são os vilões?
Mais de 5 milhões de adolescentes norte-americanos já apresentam algum grau de perda auditiva, sendo que 250 mil têm danos definitivos, segundo informações do Journal of Pediatrics. A principal causa é o uso inadequado de MP3 e a freqüência assídua a shows de rock. Na França, por exemplo, os MP3 podem atingir o máximo de 100 decibéis e o governo ainda recomenda o tempo de exposição às ondas sonoras.
 
Tudo isso porque o abuso já deixou um em cada quatro jovens franceses com o distúrbio. No Brasil, não existe uma pesquisa específica sobre esses tocadores de música, mas há determinações do Ministério da Saúde sobre o ruído no trabalho, que, se adaptarmos ao nosso dia-a-dia, podem acrescentar uns bons anos de audição perfeita. O censo de 2000 feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) contabilizou quase 6 milhões de pessoas que se declararam deficientes auditivos. Se levarmos em conta a informação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que a exposição ao ruído é a segunda causa de surdez no mundo, pode-se ter uma noção do número de pessoas afetadas pela poluição sonora. Para quem ainda não acredita nos efeitos nocivos de ondas sonoras intensas e frequentes, é só procurar exemplos na própria música. Alguns famosos são Eric Clapton, Phil Collins e o brasileiro Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest. No DVD Até onde vai da banda mineira, foi inserido um documentário sobre a descoberta do problema. Flausino, depois dos shows, sentia muita dor de cabeça e ficava completamente surdo. Ao procurar ajuda médica, foi constatado que perdeu, em dez anos de trabalho, 30% da audição no ouvido direito pelo uso constante de earphone, aqueles aparelhinhos, também chamados de retorno, que os músicos usam para controlar o som que o público está ouvindo.
 
Por que cuidar agora
“O ouvido é semelhante a uma caderneta de poupança: quanto mais você poupar enquanto é jovem, melhores serão as chances de prolongar uma boa audição”, diz o especialista da Unifesp. A perda da audição é longa e silenciosa, e só vamos descobrir o problema no futuro. Depois de 20 ou 30 anos, são colhidos os resultados de todas as extravagâncias que cometemos durante anos. O otorrino também esclarece que a presbiacusia (diminuição da audição por envelhecimento) “começa a partir dos 50 ou 60 anos de vida. O que os médicos estão percebendo é que, em função da poluição sonora, as pessoas estão tendo perdas auditivas significativas numa idade bem precoce, com 30 ou 35 anos”. Por isso é tão importante prevenir o problema o quanto antes. E essa é mais uma tarefa difícil para pais zelosos com a saúde de seus filhos. Uma conversa franca, mostrando tudo o que pode acontecer no futuro, é um bom começo. Se eles não atenderem ao chamado da razão, então vale optar por medidas mais drásticas, como comprar aparelhos com softwares que permitem, por meio de um código ou senha, a regulagem da intensidade do som dentro do limite saudável.
 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

5 características da audição dos idosos

Conheça alguns fatores que podem desencadear na perda de audição quando a terceira idade chega
 
 
1. A perda de audição se dá nessa fase porque com o avanço da idade, há maior desgaste da estrutura do ouvido.
 
2. Tal processo é gradual e decorre de causas externas como ruídos, má alimentação, estresse, medicamentos e fatores metabólicos ou hereditários.
 
3. O problema é conhecido como presciacusia e é mais comum após os 60 anos, mas pode manifestar-se antes dos 50 anos por fatores genéticos e ambientais.
 
4. O sinais que evidenciam que está na hora de ficar atento são: a dificuldade em ouvir sons agudos, de entender conversas, a necessidade de aumentar o volume da televisão e pedir para repetir frases que lhe dizem, ou maior conforto ao ficar próximo da fonte sonora, além do surgimento de zumbido.
 
5. Muitas vezes o indivíduo se adapta à perda auditiva e só procura ajuda depois de muita insistência da família. O idoso precisa entender que uma boa audição é um fator protetor para situações de perigo.

Fonte: www.revistavivasaude.uol.com.br

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Presbiacusia

A presbiacusia, ou seja a perda auditiva devido ao envelhecimento, pode ocorrer a partir dos 40 anos de idade. A degeneração causada pelo processo do envelhecimento é ocasionada pela influência de vários fatores. É difícil distinguir em cada individuo a proporção de perda auditiva devido ao processo de senilidade em si, daquele causado por fatores metabólicos, traumáticos ou pela predisposição familiar (hereditário). Veja na figura abaixo a evolução da perda auditiva pela idade.
 
 
Não há tratamento capaz de restabelecer a audição normal do indivíduo, portanto, a primeira meta é tratar todas as possíveis causas que estejam se somando ao processo de envelhecimento e acelerando, portanto, o declínio da função auditiva. A compensação de fatores metabólicos (diabetes, hipercolesterolemia, hiperuricemia, alterações hormonais) e fatores vasculares (hipertensão arterial e aterosclerose) deve ser realizada.
 
O uso de aparelhos auditivos é medida efetiva e fundamental para a manutenção da função social do idoso e deve ser proposta precocemente durante o curso evolutivo da perda auditiva. Apesar de ser capaz de amplificar seletivamente a audição nas frequências afetadas, a compensação da perda auditiva com o uso de próteses não proporciona audição normal, e isso deve ser sempre esclarecido ao paciente e aos familiares para se evitar decepção e não adesão ao uso do aparelho no futuro.
 
Fonte: Rosana Heshiki - otorrinolaringologista (Londrina)/Folha de Londrina

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Cuidados com a audição

   A exposição prolongada aos ruídos excessivos pode trazer problemas graves, tais como insônia, distúrbios cardiovasculares, irritabilidade, perda de concentração e estresse.
 
 
   Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em um bairro residencial, o indice máximo de ruído aceitável é de 55 decibéis (dB), durante o dia, e de 50 dB à noite. Para se ter uma idéia, a intensidade da fala humana vai de 50dB a 65dB, existindo variações de pico que podem ir 30 decibéis acima ou abaixo disso. A intensidade acima de 80 dB (muito frequente nos centros urbanos) poderia ser considerada um som ensurdecedor. A potência dos equipamentos de som e dos instrumentos musicais aumentou com a evolução tecnológica. Ruídos com intensidade maior do que a permitida são ouvidos em casas noturnas ou na utilização de aparelhos musicais como ipods e walkmans.
 
   O hábito de frequentar as “baladas”, mesmo que esporadicamente, também pode trazer lesões auditivas. A musica chega a ser ensurdecedora, não permitindo, muitas vezes, a conversa entre pessoas. O barulho nestes locais vai a 122dB, ultrapassando os limites de risco para audição. Já os usuários de walkmans e ipods têm o costume de aumentar o volume do som para encobrir sons externos como a conversação ou ruídos de trânsito, em um nível entre 70 e 100dB. Essa ação repetitiva e prolongada pode levar a prejuízos para o ouvido interno. Afastar-se de fontes de barulho excessivo são medidas para a proteção contra perda da percepção dos sons.
 
   Muitas vezes as pessoas só percebem que perderam a audição quando o quadro é irreversível e o problema já não pode ser mais tratado com medicamentos. O uso de protetores auriculares serve como bloqueio para os sons mais altos.
 
   É importante que tenhamos alguns cuidados com a nossa audição para prevenir o aparecimento de uma perda auditiva. Dentre eles podemos citar:
  • Evitar a ingestão de medicamentos sem orientação médica;
  • Proteger os ouvidos com o auxílio de fones ou tampões em ambientes ruidosos;
  • Não inserir nenhum tipo de objeto dentro dos ouvidos, nem para limpar nem para coçar os ouvidos, pois você pode perfurar o tímpano;
  • Mulheres que pretendem ter filhos, devem buscar orientações junto aos seus médicos sobre a vacina contra a rubéola.
Procure um fonoaudiólogo para receber orientação quanto ao tratamento mais adequado ao seu caso.

Fonte: http://tatianirossinifono.blogspot.com.br

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Desenvolvimento da função auditiva

A criança no útero já escuta os batimentos cardíacos da sua mãe. Após o nascimento consegue reconhecer a voz da mãe. Portanto para a criança ter um desenvolvimento auditivo normal é importante observar se a criança:


DE 0 A 3 MESES:
  • Assusta-se com sons;
  • Acalma-se com a voz da mãe;
  • Procura sons com os olhos;
  • Escuta música.
DE 4 A 6 MESES:
  • Procura o som com movimentos da cabeça ( Esta fase coincide com a habilidade de se sustentar e virar a cabeça);
  • Para de chorar quando escuta música;
  • Manipula o chocalho.
DE 7 A 9 MESES:
  • Reponde quando é chamado;
  • Escuta com atenção uma conversa.
DE 9 A 13 MESES:
  • Reage a música cantando-a;
  • Quando está sozinha fala sozinha;
  • Responde com a cabeça para dizer não.
AOS 18 MESES:
  • Localiza diretamente os sons para o lado, para baixo e para cima.
AOS 24 MESES:
  • Localiza diretamente os sons em qualquer ângulo.
Como descobrir uma perda auditiva?
Fique atento aos seguintes sinais:
- O balbuciar da criança é reduzido ou pouco nítido;
- O balbuciar da criança para derrepente aos 6/8 meses sendo substituídos por gritos;
- A criança com 1 ano de idade não compreende a mensagem que é dita pelos pais ou outras pessoas;
- A criança demora para se desenvolver linguisticamente;
- Ao ser chamada a criança não reage, seja com contato visual de quem está falando ou não.
 
Fonte: Daniela Shibuya Itamura
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