Olá, sou a Fonoaudióloga Tatiani Franco, seja bem vindo ao Fonoaudiologia e Você!
segunda-feira, 11 de maio de 2015
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Audição e Equilibrio
Retirado do site www.lugardafala.blogspot.com.br

- função auditiva:
Nós, ouvintes, fomos contemplados com o sentido da audição. É através dele que podemos perceber variação nas vozes, apreciar uma música ou os sons da natureza.
Infelizmente, em algumas pessoas esta capacidade é perdida ou inexistente. Para os casos de surdez, a melhor alternativa, quando possível, é a prevenção. Todavia, quando a perda auditiva já se instalou, há formas de tratamento e este deve iniciar-se assim que for notada a dificuldade auditiva.
A prevenção, a avaliação, o diagnóstico e o tratamento de perdas auditivas são realizados em parceria pelo fonoaudiólogo e pelo médico otorrinolaringologista.
- função vestibular:
Imaginem se não tivéssemos noção de nosso corpo no espaço e caíssemos por aí, sem qualquer orientação espacial! Pois, há estruturas dentro do ouvido que, juntamente com os olhos e o cérebro, são responsáveis por este controle. Uma das queixas freqüentes com o avanço da idade refere-se a alterações no equilíbrio, as popularmente chamadas labirintites.
Apesar de raramente se tratarem de labirintites (infecções do labirinto), as labirintopatias são, sim, causas de profundo desconforto e levam não só idosos, mas indivíduos de todas as idades aos consultórios dos otorrinolaringologistas. As queixas podem variar desde um leve desequilíbrio ou zumbido auditivo até fortes tonturas e quedas, acompanhadas ou não de mal-estar e vômitos.
Juntamente com o médico, o fonoaudiólogo avalia e trata destes problemas com a reabilitação labiríntica ou vestibular que consiste na aplicação de exercícios para o equilíbrio.
Fonte: lugardafala.blogspot.com.br
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Fonoaudiologia e Síndrome de Down: fala e linguagem
Retirado do site www,movimentodown.org.br
Sempre que possível, os bebês com síndrome de Down devem ser acompanhados por um fonoaudiólogo logo após o nascimento, pois a hipotonia torna a musculatura da face e da boca mais “molinha”, o que pode prejudicar a amamentação e, posteriormente, o seu desenvolvimento. A regularidade e o enfoque do trabalho realizado vão depender das necessidades dos pais e da criança em diferentes fases da vida. De modo geral, este profissional poderá tratar das seguintes questões:
Sempre que possível, os bebês com síndrome de Down devem ser acompanhados por um fonoaudiólogo logo após o nascimento, pois a hipotonia torna a musculatura da face e da boca mais “molinha”, o que pode prejudicar a amamentação e, posteriormente, o seu desenvolvimento. A regularidade e o enfoque do trabalho realizado vão depender das necessidades dos pais e da criança em diferentes fases da vida. De modo geral, este profissional poderá tratar das seguintes questões:
– Articulação dos sons, linguagem oral, leitura e escrita;
– Dificuldades de alimentação, como sugar, mastigar e engolir;
– Coordenação entre as funções orais e a respiração;
– Fortalecimento da musculatura da face e da boca.
Quanto tempo dura o acompanhamento com um fonoaudiólogo?Para estimular o desenvolvimento cognitivo e de linguagem, podem ser necessárias intervenções diferentes em cada fase da criança. No caso das crianças com síndrome de Down, a experiência clínica mostra que o desenvolvimento cognitivo é mais eficiente do que o desenvolvimento da linguagem. Além disso, durante o desenvolvimento da linguagem, as crianças começam a entender antes de conseguir se expressar com palavras, ou seja, a linguagem receptiva é mais lenta que a expressiva.
Neste momento, o trabalho do fonoaudiólogo é mais para orientar pais e familiares sobre o desenvolvimento da criança, com o objetivo de fortalecer os músculos da face, além de estimular o desenvolvimento cognitivo e da linguagem. O processo só estará terminado quando a pessoa que tem síndrome de Down tiver condições para comunicar o que pensa e sente sem que haja dificuldades de compreensão, e que tenha condições de interagir e conquistar seu espaço na sociedade onde está inserida.
Diferentes tipos de apoio ao longo do desenvolvimentoO ato de sugar contribui para o crescimento e desenvolvimento das estruturas da face e da boca. Além disso, o leite materno protege o bebê de doenças e infecções – no caso dos bebês com síndrome de Down, eles têm maior propensão a infecções. Mas para que este aleitamento possa ocorrer de forma eficiente, é preciso atenção especial. Por conta da hipotonia muscular, os bebês costumam apresentar dificuldade de sucção, deglutição e coordenação dessas funções com a respiração. O fonoaudiólogo pode contribuir para ajudar a mãe a encontrar a melhor forma de amamentar seu bebê.
Quando a criança passar a comer alimentos sólidos, o fonoaudiólogo também pode ajudar na escolha dos alimentos e colheres que favoreçam o desenvolvimento das estruturas da boca e da face, contribuindo para o fortalecimento muscular. O profissional também poderá oferecer apoio na construção da linguagem e sua relação com as áreas do desenvolvimento humano (neuropsicomotor, cognitivo, emocional e social). Este processo é fundamental para o desenvolvimento da comunicação.
Quanto tempo a criança com síndrome de Down leva para começar a falar?
Quando comparamos fala, linguagem e comunicação, a fala é de longe a mais difícil para crianças com síndrome de Down. Elas entendem muito bem os conceitos de comunicação e linguagem e têm o desejo de comunicar-se desde pequenas. Por isso, a maioria é capaz de se expressar vários meses antes de estar apta a usar a fala.
A maioria das crianças com síndrome de Down vai progredir até usar a fala como principal sistema de comunicação. Muitas começam a utilizar espontaneamente as palavras para se comunicar entre dois e três anos, mas, em geral, este processo é um pouco mais lento, podendo começar até os cinco anos de idade. Entretanto, muitas habilidades podem ser aprendidas precocemente durante o dia a dia da criança, preparando-a para a fala.
Fonte: movimentodown.org.br
quinta-feira, 30 de abril de 2015
DEL - Distúrbio específico de linguagem
O DEL como o nome já diz é um distúrbio exclusivo, específico de linguagem e, portanto, não tem relação com distúrbio neurológico, mutismo, distúrbio de desenvolvimento, síndrome, lesão cerebral, privação social e ou deficiência auditiva.
As crianças com o distúrbio são inteligentes, escutam bem e não apresentam comprometimento cognitivo.
O DEL acomete o processo de aquisição e ou desenvolvimento da linguagem e se estenderá ao longo da vida inclusive com possíveis manifestações na escrita e ou leitura da Língua Portuguesa. Muitas vezes é facilmente confundido com Dislexia.
Quando uma criança com 2 anos não fala palavras, o vocabulário não aumenta e/ou não forma frases, é importante procurar um fonoaudiólogo.
Outras características do DEL:
- Dificuldade de linguagem expressiva e ou receptiva, sendo a compreensão melhor do que a expressão;
- Falha na discriminação dos fonemas;
- Frases mau elaboradas (algumas vezes sem artigos, preposições ou concordância verbal).
O DEL ainda não possui uma causa determinada.
O diagnóstico é realizado de forma multidisplinar e por exclusão. Os profissionais são: fonoaudiólogo, otorrinolaringologista, neurologista e psicólogo.
Não existe um remédio para o tratamento do DEL e o fonoaudiólogo tem um papel fundamental. Já que é o profissional que lida com a Comunicação e a Linguagem.
Nos casos de atraso de linguagem, com a Reabilitação Fonoaudiológica realizada entre 2 anos e 5 anos, a dificuldade poderá não existir mais.
Nos casos de DEL a dificuldade se manterá após os 5 anos. O paciente apresentará dificuldades com tudo o que se refere a solução de conflitos, concordâncias, novas palavras, compreensão de textos longos, etc.
Daí a importância da Fonoaudiologia à fim de minimizar essas dificuldades.
A família e a escola precisarão ser parceiras da fonoterapeuta. Quanto mais cedo for o diagnóstico e o tratamento, maior serão as chances do paciente superar os transtornos causados pelo distúrbio e melhor será sua qualidade de vida.
Fonte: Centro de Fonoaudiologia
segunda-feira, 27 de abril de 2015
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Dores de cabeça frequentes, pode ser disfunção temporomandibular
A disfunção temporomandibular (DTM), é uma doença crônica, que se caracteriza por um conjunto de sinais e sintomas, como: dor de cabeça, dor e dificuldade na mastigação, redução na abertura da boca, zumbido e / ou dor de ouvido, ruídos na articulação temporomandibular (ATM).
As causas das DTM são de origem multifatorial, não apresentando uma causa única, onde há vários aspectos relacionados como: as alterações na oclusão (perdas dentárias, desgaste dental, próteses mal adaptadas, etc); lesões traumáticas ou degenerativas da ATM; problemas esqueléticos; fatores psicológicos (provocam tensão e aumentam a atividade muscular, gerando fadiga) e os hábitos parafuncionais (roer unhas, apoio de mão na mandíbula, bruxismo entre outros), podem ocasionar prejuízos levando ao desequilíbrio da ATM e desarmonia de todo o sistema estomatognático.
O FONOAUDIÓLOGO na terapia das DTM realiza inicialmente uma anamnese detalhada, uma avaliação minuciosa, escolhendo métodos e técnicas que estejam voltados para a modificação dos fatores desencadeantes e ou que intensificam a dor, o desconforto e limitações, estabelecendo o equilíbrio miofuncional, reeducando a musculatura orofacial, basicamente através de termoterapia, massagens, mioterapia e restabelecimento das funções estomatognáticas.
Como as causas são multifatoriais, é importante lembrar que o tratamento deve ser multidisciplinar!
Fonte: Espaço Dizer
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Fonoaudiologia e Paralisia Cerebral
Retirado do site www.espaco-dizer.blogspot.com.br
A paralisia cerebral é uma doença do sistema nervoso central, caracterizada por transtornos motores não progressivos que comprometem a coordenação e o tônus muscular.
A origem ocorre desde a concepção até a primeira infância, nos primeiros cinco anos de vida. As causas pré-natais decorrem de lesão no encéfalo antes do nascimento por agentes metabólicos (diabete materna), infecciosos (rubéola materna) ou mecânicos (irradiação), hereditariedade e anormalidade cromossômica. As peri-natais são devido a anóxia, asfixia, traumas e complicações no parto. No período pós-natal, são decorrentes principalmente de doenças infecciosas (meningites, encefalites), distúrbios vasculares, traumas e tumores cerebrais que podem lesar o encéfalo da criança em desenvolvimento.
Nos casos de paralisia cerebral, o fonoaudiólogo desempenha um papel fundamental, atuando para a obtenção de melhor controle dos órgãos fonoarticulatórios, na correção dos distúrbios da fala e no atraso da aquisição da linguagem oral. As alterações fonoaudiológicas encontradas nos portadores de paralisia cerebral apresentam graus variáveis de acordo com o acometimento encefálico.
No que se refere ao sintoma de fala, o objetivo da fonoterapia é desenvolver o sistema fonético-fonológico do paciente através de exercícios voltados para sensibilização dos pontos de articulação.
O trabalho específico com articulação inicia-se por um som (vogais, consoantes ou onomatopeias – ruídos de trens, animais, entre outros). Gradativamente vai passando para a fonação da sílaba, palavra e finalmente frase, isto é, os movimentos articulatórios devem ser inicialmente isolados e depois coordenados. O terapeuta emite o fonema e utiliza figuras e brinquedos para que a criança tenha modelos acústicos e visuais.
Em relação à linguagem oral, o processo terapêutico tem como objetivo intervir por meio de situações propícias ao desenvolvimento do processo de aquisição da linguagem oral. Os atendimentos favorecem diálogos entre terapeuta e paciente que ocorrem durante vivência de situações lúdicas, tais como jogos, cantigas, brincadeiras de faz-de-conta, como recursos para desenvolver habilidades de comunicação.
Nos casos em que os prejuízos causados pela paralisia cerebral não permitem comunicação oral, há a possibilidade de recorrer-se a métodos de Comunicação Suplementar Alternativa.
Torna-se evidente que é indispensável a atuação do profissional fonoaudiólogo desde muito cedo na vida dos sujeitos acometidos pela paralisia cerebral. Para um melhor desenvolvimento do portador de paralisia cerebral é necessário o trabalho fonoaudiológico em conjunto da família, paciente, médicos (pediatra, neurologista, oftalmologista, ortopedista), fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, ortodontista, psicólogo, psicopedagogo e assistente social.
Fonte: espaco-dizer.blogspot.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)
.gif)