segunda-feira, 5 de maio de 2014

Meu filho é sapeca ou hiperativo??

   Agitação não é sinônimo de hiperatividade ou de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).
 
   A criança hiperativa normalmente não consegue se concentrar em uma única atividade, vive derrubando e perdendo as coisas, fala compulsivamente e é extremamente desatenta.
 
   Muitas crianças agitadas são rotuladas erroneamente de hiperativas. A grande diferença é que quem sofre dessa doença apresentam esse distúrbio independente da hora, do dia e do lugar onde estejam.
 
   Para os pais saberem se a criança é hiperativa ou apenas sapeca, é importante observar se os fatores ambientais como a escola, o desentendimento dos pais ou a perda de alguém importante estão favorecendo esse comportamento. Muitas vezes a agitação da criança é o reflexo do que ela está vivendo no seu dia a dia. Na dúvida procure ajuda de um profissional.
 
   Os sintomas da doença costumam se manifestar até, no máximo, sete anos de idade. Como essa é a idade escolar, o grande problema é que essas crianças acabam sendo prejudicadas na escola, pois não conseguem se concentrar e não aprendem o que é ensinado.
 
   Os pais de crianças hiperativas precisam aprender a lidar com essas crianças para que possam ajudá-la a controlar seu comportamento. É essencial estabelecer limites e repetir diversas vezes às mesmas instruções sem perder a paciência.

Principais sintomas da hiperatividade:
  • Dificuldade de concentração;
  • Dificuldade em escutar quando lhe dirigem a palavra;
  • Dificuldade em aceitar tarefas que envolvam trabalho mental;
  • Não se envolve em brincadeiras e não as mantém por muito tempo;
  • Dificuldades na coordenação motora;
  • Tem dificuldade em aguardar sua vez;
  • Fala em demasia;
  • Nunca para sentado;
  • Não aceita regras;
  • Está ligado dia e noite.
   Orientações:
0 a 3 anos - Os pais devem aprender a se controlar e não ficar irritados com o comportamento da criança hiperativa. Tire vasos e objetos delicados do caminho deles para evitar que se machuquem.
 
3 a 6 anos - É muito importante que os pais elogiem a criança quando ela fizer coisas certas. Dessa forma ela vai aprender a maneira adequada de se comportar.
 
6 a 9 anos - Cuidado para não sobrecarregar a criança com atividades extracurriculares. Embora ela pareça ter sempre muita energia, o estímulo demasiado é prejudicial e eles precisam de descanso.

Fonte: Guia do Bebê
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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Teste da Orelhinha

   Um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento completo da criança é a audição. O bebê já escuta desde bem pequeno, a partir do quinto mês de gestação, onde o bebê ouve os sons do corpo da mamãe e sua voz.
   É através da audição e da experiência que as crianças têm com os sons ainda na barriga da mãe que se inicia o desenvolvimento da linguagem. Qualquer perda na capacidade auditiva, mesmo que pequena, impede a criança de receber adequadamente as informações sonoras que são essenciais para a aquisição da linguagem.
   O Teste da Orelhinha, ou Triagem Auditiva Neonatal, que é realizado já no segundo ou terceiro dia de vida do bebê. Esse exame consiste na colocação de um fone acoplado a um computador na orelha do bebê que emite sons de fraca intensidade e recolhe as respostas que a orelha interna do bebê produz. É realizado com o bebê dormindo, em sono natural, é indolor e não machuca, não precisa de picadas ou sangue do bebê, não tem contra-indicações e dura em torno de 10 minutos.

   O exame logo ao nascer é imprescindível para todos os bebês, principalmente àqueles que nascem com algum tipo de problema auditivo. Estudos indicam que um bebê que tenha um diagnóstico e intervenção fonoaudiológica até os seis meses de idade pode desenvolver linguagem muito próxima a de uma criança ouvinte.
   O grande problema é que a maioria dos diagnósticos de perda auditiva em crianças acontece muito tardiamente, com três ou quatro anos, quando o prejuízo no desenvolvimento emocional, cognitivo, social e de linguagem da criança está seriamente comprometido.
   Portanto, o Teste da Orelhinha é algo fundamental ao bebê, já que os problemas auditivos afetam a qualidade de vida da criança, interferindo no processo da fala, entre muitas outras coisas.
   É como uma bola de neve: a criança cresce e tem dificuldade em ouvir ou se expressar e, com isso, sente mais dificuldade em se socializar. Isolada por não ter fácil acesso ao grupo de amiguinhos, ela pode apresentar depressão. E por aí vai.

   Para que isso não aconteça, procure o pediatra, um médico otorrinolaringologista ou uma fonoaudióloga quando houver alguma suspeita de perda auditiva no seu filho.

O teste é obrigatório por lei?
Sim. Desde o dia 2 de agosto de 2010 o exame é obrigatório e gratuito.

Dicas:
0 a 6 meses:
O bebê se assusta, chora ou acorda com sons intensos e repentinos. Reconhece a voz materna e procura a origem dos sons.
6 a 12 meses:
Localiza prontamente os sons de seu interesse e reage a sons suaves. O balbucio se intensifica e reconhece seu nome quando chamado.
12 a 30 meses:
Vai do início da primeira palavra (papai) até o uso de sentenças simples (dá bola). Lógico que ainda é cedo, mas nunca incentive o filho a falar errado só porque soa bonitinho. Se ela diz que o papai chegou de "calo", corrija naturalmente dizendo que ele chegou de carro. O estímulo à pronúncia correta é fundamental no aprendizado.

Fonte: Guia do bebê
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segunda-feira, 28 de abril de 2014

O que é Fonoaudiologia ?


   O fonoaudiólogo é um profissional de Saúde e Educação, com graduação plena em Fonoaudiologia, que atua de forma autônoma e independente nos setores público e privado. É responsável pela promoção da saúde, prevenção, avaliação e diagnóstico, orientação, terapia (habilitação e reabilitação) e aperfeiçoamento dos aspectos fonoaudiológicos da função auditiva periférica e central, da função vestibular, da linguagem oral e escrita, da voz, da fluência, da articulação da fala e dos sistemas miofuncional, orofacial, cervical e de deglutição. Exerce também atividades de ensino, pesquisa e administrativas. Em indivíduos de todas as idades desde o recém-nascido até o idoso.

  O fonoaudiólogo é atuante em: unidades básicas de saúde, ambulatórios de especialidades, hospitais e maternidades, consultórios, clínicas, home care, domicílios,  asilos e casas de saúde, creches e berçários, escolas regulares e especiais, instituições de ensino superior, empresas, veículos de comunicação (rádio, TV e teatro) e associações.
   O Fonoaudiólogo pode ser tanto generalista como as especialidades a seguir:

Audiologia- Por meio da audição é que se adquire, normalmente, a comunicação oral. Doenças na gestação, infecções de ouvido, uso indiscriminado de medicamentos, exposição a ruídos intensos e outros podem causar alterações auditivas, comprometendo a comunicação e a qualidade de vida do indivíduo.
Linguagem- É a especialidade que trabalha com os aspectos que envolvem a comunicação oral e escrita. O seu desenvolvimento dá-se desde a infância até a idade adulta. Pessoas com problemas de comunicação (expressão e compreensão) podem ter dificuldades na sua integração social e profissional.
Motricidade-  Nesta especialidade, o fonoaudiólogo habilita/reabilita funções relacionadas a respiração, sucção, mastigação, deglutição, expressão facial e articulação da fala, propiciando melhores condições de vida e de comunicação.
Saúde Coletiva- É um campo da Fonoaudiologia voltado a construir estratégias de planejamento e gestão em saúde, no campo fonoaudiológico, com vistas a intervir nas políticas públicas, bem como atuar na atenção à saúde, nas esferas de promoção, prevenção, educação e intervenção, a partir do diagnóstico de grupos populacionais.
Voz- Representa a identidade do indivíduo, pois expressa seus sentimentos. É produzida pelas pregas vocais e quando estas não funcionam adequadamente, a voz é alterada, podendo ficar rouca, abafada, soprosa, comprometendo o trabalho e a vida pessoal. O fonoaudiólogo previne, avalia e trata os problemas da voz falada (disfonias), cantada (disonias) e ainda aperfeiçoa os padrões vocais.




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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Integração Fonoaudiologia e Odontologia

A inter-relação entre a Fonoaudiologia e a Odontologia (Ortodontia e Ortopedia) enfoca aspectos relacionados à forma, função e postura. O resultado ideal do trabalho conjunto destas áreas é o equilíbrio funcional entre as partes moles (músculos e ligamentos) e as partes duras (dentes e ossos).
Mas quando suspeitar de alterações para a indicação de um fonoaudiólogo?
O dentista pode suspeitar de alterações funcionais durante o exame clínico geral, já no primeiro contato, e complementá-lo com observação do paciente e/ou com as perguntas básicas presentes na documentação ortodôntica.
Exemplos de algumas alterações relacionadas à Fonoaudiologia que podem se observadas e/ou pesquisadas pelo dentista:
  • Deglutição (atípica, interposição de língua entre os dentes);
  • Respiração (alergia, rinites, asma, bronquite);
  • Higiene oral (halitose (adenóide e/ou amígdalas); cáries (má higienização, alimentação, etc);
  • Mobilidade dentária (bruxismo, briquismo, DTM);
  • Fraturas (bruxismo, briquismo, DTM).
Como procedimento de rotina na clínica fonoaudiológica, o paciente com alterações é encaminhado para o dentista após a avaliação. É importante que o dentista observe e encaminhe o paciente para avaliação e conduta fonoaudiológica quando perceber algum problema funcional.
O fonoaudiólogo pode atuar junto ao dentista em todas as fases do tratamento: Diagnóstico, Instalação do aparelho, Oclusão, Contenção, Manutenção periódica e após o término do tratamento.
Junto à Odontologia, a Fonoaudiologia exerce um papel importante no diagnóstico e tratamento dos distúrbios do sistema estomatognático e suas funções. O trabalho conjunto previne e/ou diminui as recidivas e encurta o tempo de tratamento. Procure sempre um fonoaudiólogo.

Fonte: http://www.reginanicolosi.com.br/falar.asp
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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Disfonia


Cuidado com alguns sinais!

   A rouquidão, perda de voz, excesso de pigarro, queimação e o desconforto para falar, podem ser o resultado de um simples “calo nas cordas vocais”, mas também indicativos para um diagnóstico mais complexo, como algo mais significativo.
 
   Se você possui alguma queixa quanto à sua voz, ou percebe a voz do seu filho é diferente de outras crianças, procure um fonoaudiólogo e/ou um médico.
 
   As alterações na voz podem aparecer por conta de lesões nas pregas vocais ou por uso incorreto da voz, ou, ainda, por ambos fatores, resultando na chamada disfonia.
 

   Disfonia é o diagnóstico dado pelo fonoaudiólogo e pelo otorrinolaringologista, aos distúrbios da voz que, na maioria das vezes, já são reconhecidos pelo paciente.
 
   O tratamento também é definido em conjunto, já que, em alguns casos, é possível a reabilitação por exercícios e orientações vocais na fonoterapia, mas em outros, pode ser necessária uma cirurgia de laringe.
 
   O fonoaudiólogo possui participação essencial em ambos casos, pois indicará ao paciente o comportamento inadequado que realiza, ajudando-o a utilizar a voz de forma mais saudável, prevenindo o reaparecimento dos problemas na voz e utilizando técnicas vocais para a melhora da qualidade da voz, além de auxiliar o paciente a enfrentar e se apossar da sua nova expressão vocal.


Fonte: www.falemelhor.com.br
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