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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Teste da Orelhinha

   Um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento completo da criança é a audição. O bebê já escuta desde bem pequeno, a partir do quinto mês de gestação, onde o bebê ouve os sons do corpo da mamãe e sua voz.
   É através da audição e da experiência que as crianças têm com os sons ainda na barriga da mãe que se inicia o desenvolvimento da linguagem. Qualquer perda na capacidade auditiva, mesmo que pequena, impede a criança de receber adequadamente as informações sonoras que são essenciais para a aquisição da linguagem.
   O Teste da Orelhinha, ou Triagem Auditiva Neonatal, que é realizado já no segundo ou terceiro dia de vida do bebê. Esse exame consiste na colocação de um fone acoplado a um computador na orelha do bebê que emite sons de fraca intensidade e recolhe as respostas que a orelha interna do bebê produz. É realizado com o bebê dormindo, em sono natural, é indolor e não machuca, não precisa de picadas ou sangue do bebê, não tem contra-indicações e dura em torno de 10 minutos.

   O exame logo ao nascer é imprescindível para todos os bebês, principalmente àqueles que nascem com algum tipo de problema auditivo. Estudos indicam que um bebê que tenha um diagnóstico e intervenção fonoaudiológica até os seis meses de idade pode desenvolver linguagem muito próxima a de uma criança ouvinte.
   O grande problema é que a maioria dos diagnósticos de perda auditiva em crianças acontece muito tardiamente, com três ou quatro anos, quando o prejuízo no desenvolvimento emocional, cognitivo, social e de linguagem da criança está seriamente comprometido.
   Portanto, o Teste da Orelhinha é algo fundamental ao bebê, já que os problemas auditivos afetam a qualidade de vida da criança, interferindo no processo da fala, entre muitas outras coisas.
   É como uma bola de neve: a criança cresce e tem dificuldade em ouvir ou se expressar e, com isso, sente mais dificuldade em se socializar. Isolada por não ter fácil acesso ao grupo de amiguinhos, ela pode apresentar depressão. E por aí vai.

   Para que isso não aconteça, procure o pediatra, um médico otorrinolaringologista ou uma fonoaudióloga quando houver alguma suspeita de perda auditiva no seu filho.

O teste é obrigatório por lei?
Sim. Desde o dia 2 de agosto de 2010 o exame é obrigatório e gratuito.

Dicas:
0 a 6 meses:
O bebê se assusta, chora ou acorda com sons intensos e repentinos. Reconhece a voz materna e procura a origem dos sons.
6 a 12 meses:
Localiza prontamente os sons de seu interesse e reage a sons suaves. O balbucio se intensifica e reconhece seu nome quando chamado.
12 a 30 meses:
Vai do início da primeira palavra (papai) até o uso de sentenças simples (dá bola). Lógico que ainda é cedo, mas nunca incentive o filho a falar errado só porque soa bonitinho. Se ela diz que o papai chegou de "calo", corrija naturalmente dizendo que ele chegou de carro. O estímulo à pronúncia correta é fundamental no aprendizado.

Fonte: Guia do bebê
As imagens usadas neste post são de autoria desconhecida, encontradas em sites de busca. Caso você seja o autor, entre em contato para a colocação dos créditos ou remoção.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Problemas de Audição na Infância

   A Deficiência Auditiva/Surdez é a dificuldade ou impossibilidade para ouvir. Pode ocorrer antes, durante ou depois do nascimento e pode ser causada por diversos fatores, tais como rubéola, medicamentos que causam lesões no ouvido (ototóxicos), gripes e resfriados mal curados, etc... Seu grau gravidade varia e a criança pode não ouvir desde um ou outro som mais fraco até não ouvir som algum.

   Como detectar problemas auditivos na criança?

   Quais os riscos da criança apresentar deficiência auditiva? Responda às questões a seguir. Se houver alguma resposta positiva, na dúvida procure um médico e um fonoaudiólogo:
  • Há parentesco entre o pai e a mãe da criança?
  • Há casos de surdez na família?
  • Há casos de atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem na família?
       Durante a gravidez:
  • Foi feito acompanhamento pré-natal?
  • A mãe tirou Raio X?
  • Tomou medicamentos sem orientação médica?
  • Teve rubéola?
  • Apresentou outros problemas de saúde durante a gravidez?
       Após o parto:
  • A criança nasceu com peso abaixo de 1.500gr?
  • A criança ficou na incubadora muito tempo?
  • A criança apresentou ou apresenta convulsões?
  • Quando o bebê é prematuro o ideal é a realização de uma avaliação da audição o mais rápido possível. Converse com o médico.



   Crianças:
  • A criança não responde a estímulos sonoros (bater palmas, assobios, chamado dos pais)?
  • A criança tem dores de ouvido freqüentes?
  • A criança já teve meningite, caxumba ou sarampo?
  • A criança fala bem?
   Problemas de audição podem levar ao comprometimento e/ou impedimento da aquisição da fala e linguagem, dificultando a comunicação e a integração social do indivíduo, pois estas áreas estão intimamente ligadas.
 
   Qualquer dúvida procure um fonoaudiólogo.

Fonte:http://www.reginanicolosi.com.br/falar.asp
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