
Olá, sou a Fonoaudióloga Tatiani Franco, seja bem vindo ao Fonoaudiologia e Você!
quinta-feira, 21 de julho de 2016
segunda-feira, 18 de julho de 2016
A importância do "brincar" na aquisição e desenvolvimento da linguagem
Retirado do site www.megabebes.com.br
A linguagem é uma característica inerente a todo o ser humano.
A linguagem é uma característica inerente a todo o ser humano.
Não é um processo estanque, pelo contrário, é um processo que está em constante evolução e que está dependente da interação e da estimulação do meio social envolvente. Toda a criança deve ser estimulada desde muito pequena. Assim, para que a criança tenha a capacidade de adquirir e desenvolver a linguagem oral, é imprescindível a transmissão de estímulos, por parte dos pais, de forma adequada. São estes estímulos que vão proporcionar um bom desenvolvimento infantil.
Desta forma, considera-se que as crianças precisam, efetivamente, de oportunidades para verbalizar, discutir, colocar questões sobre aquilo que experimentam no seu mundo. É assim importante que as crianças sejam estimuladas muito precocemente a comunicar e uma das formas de comunicar com as crianças é brincando com elas. As brincadeiras que nós adultos consideramos por vezes "patéticas", como o faz-de-conta, são de grande importância para as crianças: promovem o desenvolvimento cognitivo, linguístico e social.
Com o "jogo simbólico" a criança não só aprende a explorar e a entender o mundo que a rodeia como também promove o desenvolvimento motor (a criança salta, corre, dança), testa algumas funções sociais (quando brinca "aos médicos"), adquire regras sociais como o ganhar ou perder.
O brincar estimula não só a aquisição e o desenvolvimento da linguagem como também a interação, a relação, o contato e a troca de experiências com outras crianças.
Aos pais, cabe um papel de extrema importância: estimular a criança a brincar, a explorar o que a rodeia. Muitas vezes, os pais tentam impedir as brincadeiras dos filhos movidos, muitas vezes, pelo excesso de trabalho que a vida atual exige. Estão muito centrados na arrumação e organização da sua casa porque não há tempo para andar sempre a colocar os brinquedos nos lugares corretos. Apesar de ser difícil controlar as crianças para que não tenham os brinquedos espalhados um pouco por toda a parte, não devem impedi-las de brincar. Ao brincar estão, ao mesmo tempo, a comunicar com ela.
Comunicar a brincar - As crianças dão sentido ao que está à sua volta. Ganham experiências que as ajudam a saber estar e agir no mundo que as rodeia.
Fonte:megabebes
A importância do "brincar" na aquisição e desenvolvimento da linguagem
Retirado do site www.megabebes.com.br
A linguagem é uma característica inerente a todo o ser humano.
A linguagem é uma característica inerente a todo o ser humano.
Não é um processo estanque, pelo contrário, é um processo que está em constante evolução e que está dependente da interação e da estimulação do meio social envolvente. Toda a criança deve ser estimulada desde muito pequena. Assim, para que a criança tenha a capacidade de adquirir e desenvolver a linguagem oral, é imprescindível a transmissão de estímulos, por parte dos pais, de forma adequada. São estes estímulos que vão proporcionar um bom desenvolvimento infantil.
Desta forma, considera-se que as crianças precisam, efetivamente, de oportunidades para verbalizar, discutir, colocar questões sobre aquilo que experimentam no seu mundo. É assim importante que as crianças sejam estimuladas muito precocemente a comunicar e uma das formas de comunicar com as crianças é brincando com elas. As brincadeiras que nós adultos consideramos por vezes "patéticas", como o faz-de-conta, são de grande importância para as crianças: promovem o desenvolvimento cognitivo, linguístico e social.
Com o "jogo simbólico" a criança não só aprende a explorar e a entender o mundo que a rodeia como também promove o desenvolvimento motor (a criança salta, corre, dança), testa algumas funções sociais (quando brinca "aos médicos"), adquire regras sociais como o ganhar ou perder.
O brincar estimula não só a aquisição e o desenvolvimento da linguagem como também a interação, a relação, o contato e a troca de experiências com outras crianças.
Aos pais, cabe um papel de extrema importância: estimular a criança a brincar, a explorar o que a rodeia. Muitas vezes, os pais tentam impedir as brincadeiras dos filhos movidos, muitas vezes, pelo excesso de trabalho que a vida atual exige. Estão muito centrados na arrumação e organização da sua casa porque não há tempo para andar sempre a colocar os brinquedos nos lugares corretos. Apesar de ser difícil controlar as crianças para que não tenham os brinquedos espalhados um pouco por toda a parte, não devem impedi-las de brincar. Ao brincar estão, ao mesmo tempo, a comunicar com ela.
Comunicar a brincar - As crianças dão sentido ao que está à sua volta. Ganham experiências que as ajudam a saber estar e agir no mundo que as rodeia.
Fonte:megabebes
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Emissões Otoacúscicas
| Retirado do site www.omissoesotoacusticas.com.br As Emissões Otoacústicas (EOA) foram observadas e descritas pela primeira vez por David Kemp, em 1978 como “liberação de energia sonora produzida na cóclea que se propaga pela orelha média até o meato acústico externo”. Alguns autores descrevem as EOA como respostas, emitidas pela cóclea, de freqüências específicas e geradas somente em bandas de freqüências nas quais as células ciliadas externas estão em condições normais. Existem dois tipos de Emissões Otoacústicas: |
- Emissões Otoacústicas Espontâneas
- Emissões Otoacústicas Evocadas
As EOA Evocadas são classificadas em três tipos de acordo com o estímulo:
- Transientes
- Produto de distorção
- Estímulo freqüência
São sons de fraca intensidade produzidos pela cóclea , que são captadas através de uma sonda no meato acústico externo. Usa como estímulo sonoro o click ou tone burst. Abrange faixa de frequência de 0.5Hz a 4kHz.
Emissões Otoacústicas Produto de distorção
São respostas da cóclea a um estímulo de dois tons puros intermodulados apresentados simultaneamente. Abrange maior faixa de freqüência (até 8kHz).
Emissões Otoacústicas Estímulo- freqüência
São respostas evocadas por sinais contínuos de fraca intensidade. São pouco utilizadas na prática clínica pela dificuldade em separa o estímulo da resposta.
As Emissões Otoacústicas mais presentes na rotina clínica são as Transientes e Produto de distorção, por serem métodos objetivos, não invasivos e de fácil aplicabilidade. (Figueiredo,2003 e Sousa et al.,2008)
Apesar de oferecerem dados importantes sobre a lesão coclear, a presença das Emissões Otoacústicas dependem de condições normais de orelha média e de um ambiente silencioso para realização do exame.
Fonte: emissoesotoacusticas.com.br
Emissões Otoacúscicas
| Retirado do site www.omissoesotoacusticas.com.br As Emissões Otoacústicas (EOA) foram observadas e descritas pela primeira vez por David Kemp, em 1978 como “liberação de energia sonora produzida na cóclea que se propaga pela orelha média até o meato acústico externo”. Alguns autores descrevem as EOA como respostas, emitidas pela cóclea, de freqüências específicas e geradas somente em bandas de freqüências nas quais as células ciliadas externas estão em condições normais. Existem dois tipos de Emissões Otoacústicas: |
- Emissões Otoacústicas Espontâneas
- Emissões Otoacústicas Evocadas
As EOA Evocadas são classificadas em três tipos de acordo com o estímulo:
- Transientes
- Produto de distorção
- Estímulo freqüência
São sons de fraca intensidade produzidos pela cóclea , que são captadas através de uma sonda no meato acústico externo. Usa como estímulo sonoro o click ou tone burst. Abrange faixa de frequência de 0.5Hz a 4kHz.
Emissões Otoacústicas Produto de distorção
São respostas da cóclea a um estímulo de dois tons puros intermodulados apresentados simultaneamente. Abrange maior faixa de freqüência (até 8kHz).
Emissões Otoacústicas Estímulo- freqüência
São respostas evocadas por sinais contínuos de fraca intensidade. São pouco utilizadas na prática clínica pela dificuldade em separa o estímulo da resposta.
As Emissões Otoacústicas mais presentes na rotina clínica são as Transientes e Produto de distorção, por serem métodos objetivos, não invasivos e de fácil aplicabilidade. (Figueiredo,2003 e Sousa et al.,2008)
Apesar de oferecerem dados importantes sobre a lesão coclear, a presença das Emissões Otoacústicas dependem de condições normais de orelha média e de um ambiente silencioso para realização do exame.
Fonte: emissoesotoacusticas.com.br
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Audiometria
Retirado do site www.abc.med.br
O que é audiometria?
O que é audiometria?
A audiometria é um exame que avalia a capacidade do paciente para ouvir sons. Geralmente esse exame é pedido quando, numa consulta médica, o paciente ou seus familiares alegam que ele está “ouvindo pouco”, mas pode servir também para complementar outros diagnósticos (traumas, infecções, condições hereditárias, etc.).
O grau da perda auditiva pode ser verificado em cada ouvido isoladamente e pode se dever a perdas provenientes do ouvido externo, ouvido médio ou ouvido interno, bem como do nervo e das vias auditivas sensoriais ou serem perdas mistas.
Quais são os tipos de audiometria existentes?
Há, basicamente, dois tipos de audiometria
- Audiometria tonal: avalia as respostas do paciente a tons puros, emitidos em diversas frequências, detectando assim o grau e o tipo de perda auditiva. É considerado um teste subjetivo porque depende da resposta do examinando aos estímulos auditivos fornecidos pelo examinador. Pode ser feito por via aérea comum ou por via óssea.
- Audiometria vocal: avalia a capacidade de compreensão da voz humana. O examinando demostrará sua percepção e compreensão da voz humana emitida pelo examinador.
Como é feito o exame?
O exame não requer preparo prévio nem suspensão da medicação em uso. Ele é simples, inócuo e indolor e geralmente é feito por um fonoaudiólogo ou por um otorrinolaringologista, que são profissionais mais habilitados a realizá-lo e avaliar seu resultado.
O examinando é colocado numa cabine acústica que visa isolá-lo dos sons ambientais, a qual tem uma parede de vidro através da qual o examinador pode vê-lo. Quase todo o exame transcorre em silêncio, salvo as comunicações entre o paciente e o examinador, para o quê o examinando deverá colocar um fone de ouvido, acoplado a um pequeno microfone, através do qual ouvirá certos sons emitidos pelo examinador e deverá responder a eles mediante sinais gestuais previamente combinados (levantar uma das mãos, por exemplo). Em uma parte do exame o examinando deverá repetir palavras emitidas pelo examinador. Nos exames de audiometria1tonal, por via óssea, um vibrador é colocado sobre osso mastoide do examinando, o qual deverá acusar as percepções das vibrações do mesmo.
A escala de medida da audição é feita em decibéis e o teste normalmente varia entre zero e 120 decibéis, sendo que a audição normal escuta até um mínimo de 25 decibéis (às vezes menos). Se o ouvido começa a ouvir apenas aos 50 decibéis, diz-se haver uma perda auditiva leve; se entre 55 e 70 decibéis, diz-se perda moderada; entre 75 e 90 decibéis, perda severa; acima de 90 decibéis, perda profunda.
Certas técnicas e condições práticas especiais, bem como uma tabela própria de valores, têm de ser estabelecidas para o exame de crianças.
Para que serve a audiometria?
O resultado da audiometria geralmente é expresso num audiograma, um gráfico que informa sobre as respostas do examinando aos diversos sons emitidos. Em muitos casos de perda auditiva o exame ajuda a determinar a conveniência de usar ou não um aparelho auditivo e o tipo mais adequado dele. Em outros casos, ajuda a estabelecer o diagnóstico e o prognóstico, já que são inúmeras as causas possíveis, bem como pode sugerir medidas preventivas que evitem o agravamento das situações anômalas. Uma das grandes utilidades da audiometria é detectar deficiências auditivas em crianças pré-escolares ou escolares, muitas vezes não percebidas, mas que são uma das causas de baixo rendimento escolar.
Fonte: abc.med.br
Audiometria
Retirado do site www.abc.med.br
O que é audiometria?
O que é audiometria?
A audiometria é um exame que avalia a capacidade do paciente para ouvir sons. Geralmente esse exame é pedido quando, numa consulta médica, o paciente ou seus familiares alegam que ele está “ouvindo pouco”, mas pode servir também para complementar outros diagnósticos (traumas, infecções, condições hereditárias, etc.).
O grau da perda auditiva pode ser verificado em cada ouvido isoladamente e pode se dever a perdas provenientes do ouvido externo, ouvido médio ou ouvido interno, bem como do nervo e das vias auditivas sensoriais ou serem perdas mistas.
Quais são os tipos de audiometria existentes?
Há, basicamente, dois tipos de audiometria
- Audiometria tonal: avalia as respostas do paciente a tons puros, emitidos em diversas frequências, detectando assim o grau e o tipo de perda auditiva. É considerado um teste subjetivo porque depende da resposta do examinando aos estímulos auditivos fornecidos pelo examinador. Pode ser feito por via aérea comum ou por via óssea.
- Audiometria vocal: avalia a capacidade de compreensão da voz humana. O examinando demostrará sua percepção e compreensão da voz humana emitida pelo examinador.
Como é feito o exame?
O exame não requer preparo prévio nem suspensão da medicação em uso. Ele é simples, inócuo e indolor e geralmente é feito por um fonoaudiólogo ou por um otorrinolaringologista, que são profissionais mais habilitados a realizá-lo e avaliar seu resultado.
O examinando é colocado numa cabine acústica que visa isolá-lo dos sons ambientais, a qual tem uma parede de vidro através da qual o examinador pode vê-lo. Quase todo o exame transcorre em silêncio, salvo as comunicações entre o paciente e o examinador, para o quê o examinando deverá colocar um fone de ouvido, acoplado a um pequeno microfone, através do qual ouvirá certos sons emitidos pelo examinador e deverá responder a eles mediante sinais gestuais previamente combinados (levantar uma das mãos, por exemplo). Em uma parte do exame o examinando deverá repetir palavras emitidas pelo examinador. Nos exames de audiometria1tonal, por via óssea, um vibrador é colocado sobre osso mastoide do examinando, o qual deverá acusar as percepções das vibrações do mesmo.
A escala de medida da audição é feita em decibéis e o teste normalmente varia entre zero e 120 decibéis, sendo que a audição normal escuta até um mínimo de 25 decibéis (às vezes menos). Se o ouvido começa a ouvir apenas aos 50 decibéis, diz-se haver uma perda auditiva leve; se entre 55 e 70 decibéis, diz-se perda moderada; entre 75 e 90 decibéis, perda severa; acima de 90 decibéis, perda profunda.
Certas técnicas e condições práticas especiais, bem como uma tabela própria de valores, têm de ser estabelecidas para o exame de crianças.
Para que serve a audiometria?
O resultado da audiometria geralmente é expresso num audiograma, um gráfico que informa sobre as respostas do examinando aos diversos sons emitidos. Em muitos casos de perda auditiva o exame ajuda a determinar a conveniência de usar ou não um aparelho auditivo e o tipo mais adequado dele. Em outros casos, ajuda a estabelecer o diagnóstico e o prognóstico, já que são inúmeras as causas possíveis, bem como pode sugerir medidas preventivas que evitem o agravamento das situações anômalas. Uma das grandes utilidades da audiometria é detectar deficiências auditivas em crianças pré-escolares ou escolares, muitas vezes não percebidas, mas que são uma das causas de baixo rendimento escolar.
Fonte: abc.med.br
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