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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

O que é disfagia??

   Disfagia pode ser definida como dificuldade de deglutição. Caracteriza-se por um sintoma comum em diversas doenças. Por exemplo:
    1. Pessoas com problemas no desenvolvimento;
2. Acidente vascular cerebral (AVC);
3. Doenças neuromusculares progressivas;
4. Desordens musculares;
5. Desordens endócrinas;
6. Doenças de Alzheimer em estágio final;
7. Câncer de cabeça e pescoço.
 
Fique antenado aos sinais e sintomas da Disfagia:
ü Sialorréia –saliva/alimento/fluidos;
ü Reflexos orais anormais – exemplo: reflexo de mordida, abertura de boca, protrusão de língua, sucção;
ü Acúmulo de alimento na cavidade oral;
ü Dificuldade na mastigação e na colocação do alimento na parte posterior da base da língua;
ü Cuspir ou expelir o alimento durante as refeições;
ü Regurgitação nasal – o alimento sai pelo nariz;
ü Fadiga durante as refeições;
ü Tosse (antes, durante ou depois da deglutição);
ü Voz molhada depois da deglutição;
ü Dificuldades em deglutir remédios e certos tipos de alimentos;
ü Medo de deglutir;
ü Odinofagia – dor ao deglutir;
ü Engasgos;
ü Manutenção do alimento por muito tempo na boca;
ü Perda de peso.

Lidando com a Disfagia...

 
Alguns aspectos importantes devem ser considerados quando lidamos com as dificuldades na deglutição. Esses aspectos envolvem modificações na dieta, estratégias de alimentação e postura. O fonoaudiólogo está diretamente envolvido no diagnóstico e tratamento de pacientes com disfagia, sendo responsável pela reeducação das estruturas orais e laríngeas. Na prática diária da fonoterapia encontra-se pessoas com distúrbios no desenvolvimento global associados principalmente a hipotonia dos órgãos necessários para alimentação adequada (problemas na boca e esôfago). Trabalha-se com o distúrbio de deglutição, fazendo com que a pessoa volte a engolir o alimento sem perigos de que ele caia no pulmão, afastando a possibilidade de uma pneumonia aspirativa, que pode levar a sérios problemas de saúde, inclusive o óbito.
 

 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Que preguiça de mastigar...

   Tem criança que dá um trabalhão pra comer. Não estamos falando dos que odeiam verduras e legumes, não. Desta vez as crianças em questão são aquelas que, na verdade, comem de tudo, contanto que esteja bem molinho. Elas são preguiçosas e só querem saber de papinhas.


 
   Haja imaginação para cozinhar para elas. Tudo tem que passar pela peneira ou pelo liquidificador. Afinal, eles odeiam mastigar.
 
   Mas será que essas crianças não se prejudicam comendo somente papinhas? É claro que é mais cômodo para eles tomar uma vitamina na mamadeira assistindo televisão do que sentar a mesa e comer um prato de arroz, feijão e bife.
 
   O problema é que tudo tem sua fase e nenhuma delas deve ser ignorada. Quando chega a hora de comer alimentos mais sólidos, a criança tem que vencer a preguiça e começar a exercitar a mastigação, visando um bom desenvolvimento das estruturas que mais tarde serão responsáveis pela fala e formarão as arcadas dentárias.
 
   As fases
   Até os seis meses de idade, é indicado que o bebê se alimente exclusivamente de leite materno. Depois disso, ele já pode começar a ingerir alimentos complementares com um pouco mais de consistência. É aí que entram as papas e conforme o bebê vai se acostumando, as sopas devem ir mudando de consistência.
 
   Quando aparecerem os primeiros dentinhos, a criança já pode comer pedacinhos de carne e outros alimentos mais sólidos. É nessa hora que os pais devem incentivar o bebê a provar as novidades que aparecem no prato.
 
   Não se esqueça de fazer elogios a cada alimento que for acrescentado ao cardápio da criança.

Orientações
0 a 3 anos: A alimentação na primeira infância é muito importante. Siga o ritmo do bebê e vá seguindo cada fase, acrescentando novos alimentos;
 
3 a 6 anos: O exemplo dos pais a mesa é fundamental. Se a criança ver que seus pais não comem verduras e saladas ele vai achar que também não precisa desses alimentos;
 
6 a 9 anos: Nessa idade a criança pode ficar mais enjoada para comer. Por isso, é importante que ela aprenda a comer de tudo desde pequena, para não dar trabalho mais tarde.

Fonte: Guia do Bebê

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